Na medida em que a maior parte da burocracia passaria para controle estadual, ficaria mais fácil para cada Estado fiscalizar a corrupção. Alguns poderiam ter um grande sucesso, outros poderiam fracassar terrivelmente. De todo modo, a responsabilidade ficaria mais próxima da população.
Caio
Se houvesse qualquer iniciativa para tentar dividir o Brasil eu me sentiria obrigado a lutar contra, a favor da unidade. Embora seja a favor de um federalismo não admito que rompam, sob míseros pretextos, com fogo e sangue a unidade nacional.
Excelente idéia. Mas irrealizável. Somente uma guerra poderia gerar tal separação.
Prefiro um federalismo de verdade.
O ponto de vista do Caio é muito interessante. Sobre a artificalidade do Brasil como Estado-nação, a divisão do país seria muito benéfica, porque aproximaria os novos países das suas realidades sociais e culturais. Em outras palavras: perderia força a idéia de enquadrar num base civilizacional rasa, fraca, errática e disforme.
Os locais que preservaram mais consistentemente a cultura de seus antepassados ficariam mais livres da péssima influência da "cultura" nacional e da propaganda massiva dessa porcaria pela mídia e a cultura de massa. Enfim: o imaginário popular se aproximaria muito mais da realidade e de sua cultura real (ou que foi perdida) do que da invencionisse besta que virou o Brasil. Os novos países também deveria ser mais responsáveis por si próprios.
Sob o ponto de vista menos importante, o sócio-econômico: os estados do Sul e do Sudeste se desenvolveriam melhor economicamente, tanto pelo aspecto cultural quanto, possivelmente, pelo político-econômico. Não, não quero separação para fins econômicos, mas um continente melhor desenvolvido ajudaria a desenvolver para os estados mais pobres recém indepententes. Também porque as sociedades do S e SE preservaram-se melhor culturalmente (interior do Sul especialmente), mantendo os hábitos de seus antepassados.
Porém, um federalismo de verdade (e não essa empulhação retórica) ajudaria a resolver alguns dos problemas acima. Mas se tivesse de haver guerra para ocorrer o que eu disse, esqueçam tudo isso.
Ainda assim acredito muito mais numa revolução cultural (no sentido nada maoísta do termo) do que política.
Os locais que preservaram mais consistentemente a cultura de seus antepassados ficariam mais livres da péssima influência da "cultura" nacional e da propaganda massiva dessa porcaria pela mídia e a cultura de massa. Enfim: o imaginário popular se aproximaria muito mais da realidade e de sua cultura real (ou que foi perdida) do que da invencionisse besta que virou o Brasil. Os novos países também deveria ser mais responsáveis por si próprios.
Sob o ponto de vista menos importante, o sócio-econômico: os estados do Sul e do Sudeste se desenvolveriam melhor economicamente, tanto pelo aspecto cultural quanto, possivelmente, pelo político-econômico. Não, não quero separação para fins econômicos, mas um continente melhor desenvolvido ajudaria a desenvolver para os estados mais pobres recém indepententes. Também porque as sociedades do S e SE preservaram-se melhor culturalmente (interior do Sul especialmente), mantendo os hábitos de seus antepassados.
Porém, um federalismo de verdade (e não essa empulhação retórica) ajudaria a resolver alguns dos problemas acima. Mas se tivesse de haver guerra para ocorrer o que eu disse, esqueçam tudo isso.
Ainda assim acredito muito mais numa revolução cultural (no sentido nada maoísta do termo) do que política.
CaioSe houver necessidade de guerras, é preferível manter o brasileiro na sua ilusão identitária do que sacrificar vidas.
Sem o sacrifico de vidas? E as mortes que ocorrem todos os dias, oriundas desta politica luciferiana sem alma e sem coração? E a humilhação a que é submetida a população quando necessita do socorro do estado? Você esta querendo dizer, que é preferível morrer feito um boi no pasto, pronto para o abate, do que tentar lutar e talvez morrer por uma vida melhor para nossos patrícios, familiares e amigos nesta e nas as próximas gerações? Não estou pregando aqui uma revolução armada, mas se para preservar o meu direito e o seu de se expressar e pelo menos tentar mudar o panorama das coisas, eu tiver que correr o risco de comer grama pela raiz, que assim seja. Pois eu sou um desses malucos, que acredita em um plano superior, na justiça infalível e quando me deparar como o olhar manso daquele homem que sacrificou sua vida por todos nós, quero estar de consciência tranquila. Sei que será difícil, mas vou pelo menos tentar. Não serei omisso, nunca. Sinceramente você me parece uma pessoa muito bem esclarecida e realmente não consigo entender como estas frase, infeliz ao meu ver, saiu de seus dedos.
Sem o sacrifico de vidas? E as mortes que ocorrem todos os dias, oriundas desta politica luciferiana sem alma e sem coração? E a humilhação a que é submetida a população quando necessita do socorro do estado? Você esta querendo dizer, que é preferível morrer feito um boi no pasto, pronto para o abate, do que tentar lutar e talvez morrer por uma vida melhor para nossos patrícios, familiares e amigos nesta e nas as próximas gerações? Não estou pregando aqui uma revolução armada, mas se para preservar o meu direito e o seu de se expressar e pelo menos tentar mudar o panorama das coisas, eu tiver que correr o risco de comer grama pela raiz, que assim seja. Pois eu sou um desses malucos, que acredita em um plano superior, na justiça infalível e quando me deparar como o olhar manso daquele homem que sacrificou sua vida por todos nós, quero estar de consciência tranquila. Sei que será difícil, mas vou pelo menos tentar. Não serei omisso, nunca. Sinceramente você me parece uma pessoa muito bem esclarecida e realmente não consigo entender como estas frase, infeliz ao meu ver, saiu de seus dedos.
Precisamente. Já estamos em guerra. Guerra não: caça ao coelho, como diz sabiamente Olavo de Carvalho. Tudo o que querem que acreditemos é que vivemos um estado de normalidade. Isso é esquizofrenia. São 50 mil mortes anuais, 40 mil crianças desaparecidas. Tudo isso é aceitável? Até quando?
A questão é que os socialistas estão dispostos a morrer se for preciso. Nós não. Nós acreditamos em valores, na beleza da vida, acreditamos no ser humano, queremos preservar a vida de nossos familiares. Essa gente está disposta a sacrificar o que for preciso para atingir seus objetivos. Como o Olavo já bem disse, estão dispostos a implantar o socialismo pela via pacífica. Mas se a via pacífica falhar, entra a reserva armada. Ou seja: ninguém vai largar esse osso de forma alguma.
A unica causa que realmente merece uma luta armada é a propria vida. Da opressao se pode fugir. A liberdade se pode ganhar.
Voltando ao assunto do topico. Um sistema fragmentado em comunidades autonomas, como na Espanha ou na Alemanha, para gerar uma "igualdade" de competencias economicas e sociais, com autonomia fiscal, tributaria e legal seria um grande progresso. Mas longe de ocorrerse
Voltando ao assunto do topico. Um sistema fragmentado em comunidades autonomas, como na Espanha ou na Alemanha, para gerar uma "igualdade" de competencias economicas e sociais, com autonomia fiscal, tributaria e legal seria um grande progresso. Mas longe de ocorrerse
Se os americanos pensassem em não enfrentar o inimigo de frente ainda estariam sob o julgo da Inglaterra.
Putz, apaguei meu post original sem querer!
Bom, para quem chegar depois, a pergunta era sobre o que o pessoal pensava sobre dividir o Brasil em Estados menores.
Bom, para quem chegar depois, a pergunta era sobre o que o pessoal pensava sobre dividir o Brasil em Estados menores.
Realmente, acho que o futebol é o grande problema! Teria que ter uma seleção dos "Estados Unidos do Brasil", se não a briga ia ser grande.
Agora, uma coisa é certa: acho que pouca gente ia morrer pelo seu Estado ou pelo seu país. Quem ia entrar na briga ia ser o exército e o MST. Para que lados eles iriam? Talvez alguns coronéis integrassem os movimentos seperatistas de seus Estados. Provavelmente a esquerda não ia saber o que fazer. Talvez pedir ajuda a Hugo Chavez para invadir isso tudo.
Agora, uma coisa é certa: acho que pouca gente ia morrer pelo seu Estado ou pelo seu país. Quem ia entrar na briga ia ser o exército e o MST. Para que lados eles iriam? Talvez alguns coronéis integrassem os movimentos seperatistas de seus Estados. Provavelmente a esquerda não ia saber o que fazer. Talvez pedir ajuda a Hugo Chavez para invadir isso tudo.