O senador Inácio Arruda (PCdoB-CE), em entrevista à TV Senado, afirmou que a participação do setor privado é muito grande nos meios de comunicações, e que apoia maior presença do setor público lá. Segundo ele, existem empresas que possuem emissoras de televisão, emissoras de rádio, jornais e blogues de internet, o que caracterizaria um grande "monopólio" de comunicação. (Certamente, ele estava a se referir da Globo e Record, que possuem todos os tipos de comunicação). Ainda disse que a própria publicidade do Estado é quase toda dirigida ao setor privado, o que é errado para ele. (Poxa, então é só parar de anunciar no setor privado!) Assim sendo, o senador quer uma maior "regulação" e controle sobre os meios de comunicação, com o objetivo de reprimir este monopólio do setor privado nas emissoras de televisão, rádio e jornais e aumentar a participação do setor público, com o fortalecimento de emissoras como TV Brasil e veiculação de conteúdo independente que, certamente, na minha opinião, deve ser quase todo financiado pelo Estado.
Em tese, o que está sendo feito na Argentina e Venezuela está para ser feito no Brasil. O Estado passará a exercer forte controle e execução das comunicações, o que é típico de qualquer ditadura (aliás, essa é uma das principais características de toda ditadura: controlar os meios de comunicação).
Em tese, o que está sendo feito na Argentina e Venezuela está para ser feito no Brasil. O Estado passará a exercer forte controle e execução das comunicações, o que é típico de qualquer ditadura (aliás, essa é uma das principais características de toda ditadura: controlar os meios de comunicação).