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Cruzes em cemitérios dão polémica

Iniciado por lzaro em 12/12/2009 · 19 mensagens

lzaro#1
A ideia do senador socialista Philippe Mahoux é impor uma neutralidade estrita que, segundo os críticos, pode ir ao ponto de obrigar a retirada de cruzes nas campas dos cemitérios.

O projecto de lei, redigido em termos muito vagos, foi apresentado há dois anos e começou ontem a ser discutido na comissão de Assuntos Institucionais do Senado. O senador Jean Jacques de Gucht, um dos apoiantes da proposta, acusou os críticos de manipulação e explicou ao diário Le Soir que "o objectivo não é começar uma tempestade iconoclasta".

O projecto visa ainda proibir os hospitais católicos de recusar praticar a eutanásia e impor mudanças no protocolo de Estado
tiago_10#2
Como diz o Olavo:esse povo não para nunca,nunca,nunca,nunca.......
lzaro#3
discutida na Bélgica uma proposta para separar a Igreja do Estado que pode ir ao ponto de obrigar a retirada de cruzes nas campas dos cemitérios.
tiago_5#4
Mas isso era previsível: Se essa escória vermelha ateía não tolera crucifixos em escolas, o mesmo vale para cemitérios. Daqui a pouco, em nome da tolerância (sic), não se tolerará mais o som dos sinos, como fizeram aqueles bandidos comunistas na URSS na década de 20, quando, em nome do direito das "grandes massas atéias nas cidades e nos campos", foi decretada a retirada de todos os sinos das igrejas. Bando de FDP.
leonardo_15#5
Há muito esforço-me por obrigar os militantes anticlericais a encarar a conseqüência lógica da argumentação que desenvolvem sobre o tema: se o par de fachos de legno na parede é-lhes tão ofensivo, como não o seriam - quiçá até em maior proporção - os que encabeçam campanários e torres à vista das praças públicas? A veracidade do sentimento que alegam exigiria demolição imediata de toda a identificação visual externa das igrejas, sem dó ou piedade de valores artístcos.

É claro que via esse percurso como um apelo ao absurdo. Não esperava vê-lo aplicado com tamanha sem-cerimônia.
massasofrida#6
""são uma ofensa aos satanistas""
jlio_2#7
Cruz invertida ésímbolo de satanista? Eles se apropriam do que não lhes é próprio e aceitamos assim?
jlio_2#8
A CRUZ INVERTIDA USADA PELO PAPA É SÍMBOLO DO ANTICRISTO?

http://www.veritatis.com.br/article/710
falko#9
a cruz invertida é a cruz de São Pedro
felipe_15#10
Will, só para fazer um adendo, os EUA são essencialmente protestantes, masss..... a Igreja com mais fiéis é a católica
nildo#11
como dizia o ultimo TO..o cerco esta fechando, cada dia mais e mais absurdos.
jlio_2#12
Ex- vampiro foi boa.
Como o cara conseguiu? Matou o vampiro que o vampirizou? hahahahahahhaha.
Mas deixe- me quieto. Quando adolescente também era fã de vampiros, ainda sou confesso, mas não leio mais livros bobos de bruxaria e feitiçaria, não ando mais de preto, nem tenho cabelos compridos e ouço blackmetal. Adolescência passa e ficam as histórias boas e ruins das bebedeiras.
Ah!!! E já usei uma cruz invertida no pescoço para afrontar meus pais e minha avó. Era melhor ter seguidoo conselho de muitos e ter apenas pendurado uma jaca no pescoço, já que melância, como todo mundo sempre falava, não causaria o mesmo impacto.
gbschmitt#13
Isso é na Bélgica?
clamor#14
LONDRES, Reino Unido, 13 de Janeiro de 2006 (http://lifesitenews.com/) — Os pastores do Reino Unido estão alarmados com um relatório publicado pela Rede de Especialistas Independentes da União Européia (UE) que declara que o clero e os responsáveis por cartórios não devem ter o direito de recusar “casar” casais gays.

O relatório afirma que o “direito de acesso” deve ter preferência sobre os direitos de consciência para o clero e para os escrivães de cartórios.

Embora a questão seja no momento teórica, já que o “casamento” gay não foi legalizado no Reino Unido, o clero está preocupado com o fato de que o relatório da UE indica um desrespeito crescente aos direitos de consciência.

As recomendações da UE alegam ter o propósito de se aplicar somente em casos em que não há nenhum escrivão alternativo ou clero disponível para realizar a cerimônia, porém os autores do relatório chegam a justificar as recomendações fazendo referência a um caso na Holanda onde um escrivão foi demitido por se recusar a realizar uma cerimônia de casamento de indivíduos do mesmo sexo, apesar da presença de outros escrivães dispostos a assumir a tarefa.
clamor#15
Nesse caso, os juízes que elaboraram a decisão declararam que embora “o direito à objeção de consciência religiosa possa ser invocado por funcionário que se recusam a celebrar um casamento entre dois indivíduos do mesmo sexo”, apesar disso, “qualquer forma de discriminação com base na orientação sexual (como aconteceria no caso de uma recusa de celebrar um casamento entre dois indivíduos do mesmo sexo onde essa instituição é reconhecida)… não deve ser tolerada, e as autoridades públicas devem garantir em tais circunstâncias que outros funcionários estejam disponíveis e dispostos a celebrar essas uniões”.

A Rede da UE também recomendou que obrigações semelhantes sejam impostas sobre os médicos que devido a objeções pessoais ou religiosas se recusam a realizar a eutanásia em seus pacientes e que se recusam a realizar abortos. Em situações em que as questões de consciência interferem com os “direitos”, a UE recomenda que os “direitos” recebam a preferência.
willian#16
Eu aprendi desde criança que quem sente aversão profunda pela CRUZ é o DIABO!!!

Por meio disso, posso concluir alguma coisa sobre essa gente????
gbschmitt#17
Esse Philippe Mahoux só podia ser um socialista mesmo. Engraçado que falta coragem para essa gente criticar o islã.
priscila#18
Agora a NWO não é mais apenas "o sonho dos Illuminati" - é a realidade do século XXI. Era exatamente o que se poderia esperar, com um Bilderberg na presidência da UE, e um funcionário novordista na Casa Branca.

Agora acabou a palhaçada, começou a guerra pra valer. Preparem-se. Vai ser daí pra pior.
padin#19
Aproveitando o tópico, pergunto se alguém já leu este livro:

"Ao contrário do que se pensa, a Inquisição não transformou em cinza todo pluralismo religioso da época e, mesmo sob o risco da fogueira, a tolerância sobreviveu nos países ibéricos e colônias além-mar. Em seu novo livro, ‘Cada um na sua lei’, o historiador norte-americano Stuart B. Schwartz pretende reparar esta injustiça utilizando não o pensamento de nomes iluminados, mas a despercebida vida cotidiana dos anônimos da época."

texto completo: http://www.revistadehistoria.com.br/v2/home/?go=detalhe&id=2580

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