Fórum Olavo de CarvalhoArquivo da comunidade do Orkut · 2004–2013

Encontro Nacional Evoliano

Iniciado por cristogibelino em 15/12/2009 · 57 mensagens · página 2 de 2

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cristogibelino#52
Não esqueçam de entrar na comunidade.
cristogibelino#53
Palestrantes:

Mateus Azevedo e Luiz Pontual. Eles devem expôr os próprios livros bem como os livros por eles editados no evento.

Cesar Ranquetat Jr, Rafael Daher, Alfredo Aymerich, Victor Barbuy e Dídimo Matos.

Data de realização: 29, 30, 31 de julho e 1 de agosto de 2010 na UFPB em João Pessoa.

Inscrição para ouvintes: 20,00
Inscrição para comunicações: 30,00

Está aberto para qualquer comunicação que tenha como temas: perenialismo, Guénon, Evola ou outros assuntos e temas tradicionais.

Participem.

Inscrições abertas, mande um e-mail para didimo.george,volta e meia em,gmail.com como o assunto inscriçãoENV.
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Julius Evola (Roma, 19 de maio de 1898 — 11 de maio de 1974), cujo verdadeiro nome era Giulio Cesare Evola, foi um filósofo e poeta italiano do século XX, em cuja obra neopagã se têm inspirado várias organismos e correntes políticas do fascismo.

Todavia, Evola nunca pertenceu ao partido fascista, nem teve quaisquer cargos no fascismo mussoliniano.

Seu pai, Vicenzo Evola, pertencia à pequena nobreza da Sicília. Sabe-se muito pouco acerca da sua infância e adolescência, mas ter-se-á sentido atraído bem cedo pela filosofia de Nietzsche, Michelstaedter e Otto Weininger, bem como pela estética e filosofia do futurismo de Papini e Marinetti, e pelo Dadaismo.

Em 1926 publica L'uomo come potenza, adoptando uma visão tantrica da natureza. Evola frequentava então os círculos antroposóficos inspirados na obra Rudolf Steiner.

Em 1928, publica o livro Imperialismo pagano, onde critica violentamente o cristianismo e pede que o Fascismo rompa com a Igreja Católica.

Evola retomava ali o velho conflito entre guelfos e gibelinos, tomando partido pelos segundos, que afirmavam que o Império romano-germânico, herdeiro dos Césares de Roma era, tanto como a Igreja, uma instituição de carácter sobrenatural.

Em 1930, conclui a publicação dos dois volumes de Teoria e fenomenologia dell 'Indivíduo Assoluto, onde quer superar a dicotomia do "Eu" e "Não Eu" numa perspectiva gnóstica e budista. No mesmo ano, funda com o psicanalista Emilio Servadio a revista La Torre caracterizada por um antimodernismo neopagão de pendor hermético.
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Em 1934, publica Rivolta contro il mondo moderno, considerada nos ambientes neofascistas como a sua obra mais importante.

A sua aproximação ao círculo político de Mussolini dá-se durante os anos 30, quando se acende a luta entre o regime fascista e a Igreja Católica. Em 1937, Evola manifesta-se contrário ao "racismo biológico", defendendo em alternativa um "racismo espiritual" (o que demonstra uma certa espécie de causa própria primária e previsível, visto que o mesmo apesar de se sentir espiritualmente áryah, não enxergava o mesmo no espelho numa época em que os povos árias estavam co-relacionados somente aos mais bem preservados elementos da raça caucasica indo-europeia, coisa que os sicilianos da pós-invasão da Sicília pelos bérbero-árabes e seus escravos subsaarianos militares do leste da África medieval, definitivamente já não o eram fazia vários e vários séculos), publicando em 1941 o livro Sintesi di dottrina della razza, bem acolhida no seio do regime.

Após a queda do Fascismo, Evola vai fazer uma sua avaliação crítica do regime de Mussolini - considerando-o plebeu, demagógico e estático - e lançar alguns das grandes linhas de pensamento do que virá a ser neofascismo na segunda metade do século XX.

Publicou o seu último livro em 1970: Il fascismo: Saggio di una analisi critica dal punto di vista della destra. Evola sublinhou um “heróico pessimismo” e a necessidade de restaurar “valores tradicionais” sob uma nova elite. Na sua visão, a história desenvolve-se por ciclos, e o mundo moderno, que classifica de "igualitário, materialista e hedonista", dirige-se para uma crise e catástrofe final, a partir da qual uma nova elite criará um novo tipo de Estado, numa nova ordem que será a civiltà solare — uma “civilização do sol” que restabelecerá a Tradição. A Itália, sendo na sua opinião uma terra de síntese ou mistura de paganismo Nórdico e Mediterrânico, tinha potencial para liderar o processo que levará a essa nova “civilização solar”.

Fonte:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Julius_Evola
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ANTI- PAPA:

Os Guelfos e os Gibelinos constituíam facções políticas que, a partir do século XII, estiveram em luta na Itália, especialmente em Florença. Os conflitos se intensificaram sobretudo a partir do século XIII

Na origem tratava-se de uma disputa entre os partidários do Papado (os guelfos) e os partidários do Império (os gibelinos).

As denominações "guelfos" e "gibelinos" originaram-se após a morte de Henrique V, Sacro Imperador Romano-Germânico (1125), sem deixar herdeiros diretos. Criou-se então um conflito na disputa pela sucessão do Império. Os guelfos e o Papa apoiavam a casa da Baviera e Saxônia dos Welfen (de onde provém a palavra guelfo), enquanto os gibelinos eram partidários da casa da Suábia dos Hohenstaufen, senhores do castelo de Waiblingen (de onde provém a palavra gibelino).

No interior das cidades, a mesma dicotomia se reproduziu, mas acabou perdendo o significado tradicional da luta politica entre o Papado e Império, para transformar-se em luta entre as facções da população, pelo domínio da cidade. Para aumentar sua força, as cidades, tanto guelfas quanto gibelinas, reuniam-se em ligas opostas.

Disso resultou o fortalecimento dos guelfos, que predominaram na Península Itálica, apoiados militarmente tanto pelo Rei de Nápoles, Carlos I da Sicília, como pelos vários Papas. Assim, os guelfos chegam a se reapoderar de Florença, a partir de 1269, quando derrotam os gibelinos de Sien

Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Gibelinos
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Uma árvore se conhece pelos frutos: Dugin, movimentos neofacistas e neonazistas. Esses São ótimos frutos, não? [2]

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