VATICANO - O papa Bento 16 afirmou hoje que os países industrializados deveriam reconhecer sua responsabilidade pela crise ambiental e mostrar solidariedade aos países em desenvolvimento. "Não podemos mais seguir sem uma verdadeira mudança de perspectiva que vá resultar em novas formas de vida", disse durante a mensagem anual da Igreja Católica pelo Dia da Mundial da Paz.
O papa também afirmou que os países emergentes não estão dispensados de suas responsabilidades sobre a crise ambiental, e que é necessária uma ação internacionalmente coordenada.
Só mesmo a sabedoria do sumo pontífice para colocar ordem na casa!!!
Esses países já eram pra ter se conscientizado faz tempo. Espero que as palavras do Papa possam surtir algum efeito.
A INFALIBILIDADE PAPAL restringe-se à doutrina e à moral. Nas demais questões o Papa é falho como qualquer mortal.
Pedro
Más acontece que os abusos humanos que contribuem com o aquecimento global fazem parte das questões MORAIS. Por isso é razazoável que o Papa se manifeste.
O papa fez muita coisa boa e ainda está a fazer, mas de vez em quando ele se deixa levar pelo que não deveria. Será que o papa não estudou a matéria direitinho?
Desde quando o Papa é ecologista? Ambientalista? Ele sabe o que passam pra ele. Ele lê o que sai na grande mídia, o que seus acessores passam, etc. Acha que o Papa não tem mais o que fazer do que ficar pesquisando mimimimi do Al Gore? Se é "consenso" geral para ele é a verdade.
Culpa dos verdadeiros ecologistas que entendem algo que fazem mas que para divulgar-se e conseguir lugar na grande mídia são inúteis. Culpa da direita. Culpa do jornalismo burro.
a nova encíclica do Papa fala contra, e não a favor de, um Governo Mundial e uma Nova Ordem MundialEditorial - John-Henry Westen
8 de julho de 2009 (http://lifesitenews.com/) - Jornais, blogs, programas de rádio e de televisão estão repletos de discussões sobre o suposto convite do Papa Bento XVI para uma “Nova Ordem Mundial” ou um “Governo Mundial” [one-world government]. Estas idéias, no entanto, não estão baseadas nem na realidade nem numa leitura clara da última encíclica do Papa, Caritas in Veritate, cuja publicação ontem [07 de julho] acendeu a discussão inflamada.
O Papa, na verdade, fala diretamente contra um Governo Mundial e, como deveria ser esperado por aqueles que leram os seus escritos anteriores, convida a uma massiva reforma das Nações Unidas. A confusão parece ter surgido do parágrafo 67 da encíclica, que teve algumas citações [pull-quotes] escolhidas para apimentar [have spiced] as páginas dos jornais mundo afora, do New York Times àqueles bloggers de teorias da conspiração que vêem o Papa como o Anticristo.
A citação chave que leva a esta acusação diz: “Para gerenciar a economia global; para reviver as economias atingidas pela crise; para evitar qualquer deterioração na presente crise e maiores desigualdades que dela podem resultar; para proporcionar um integral e conveniente [timely] desarmamento, segurança alimentar e paz; para garantir a proteção do meio-ambiente e regular a migração; para tudo isso, há uma urgente necessidade de uma verdadeira autoridade política mundial, como o meu predecessor, o Bem-Aventurado João XXIII, indicou alguns anos atrás”.
Entretanto, no parágrafo 41, o Santo Padre diferencia especificamente o seu conceito de uma autoridade política mundial [a world political authority] daquele de um Governo Mundial [a one-world government]. “Nós devemos”, ele diz, “promover uma autoridade política dispersa”. Ele explica que “a economia integrada do presente não faz com que o papel dos Estados seja redundante; mas, ao invés disso, faz com que os governos precisem de uma maior colaboração mútua. Ambas, sabedoria e prudência, sugerem que não sejamos tão precipitados em declarar o fim do Estado. Em termos de solução da presente crise, o papel do Estado parece destinado a crescer, conforme ele recupere muitas de suas competências. Em algumas nações, no entanto, a construção ou reconstrução do Estado permanece um fator chave de seu desenvolvimento”.
Mais adiante na encíclica (57), ele fala no conceito oposto de um Governo Mundial - subsidiariedade (o princípio da Doutrina Social da Igreja que estabelece que as questões devem ser resolvidas pela menor, mas baixa e menos centralizada autoridade competente) - como sendo essencial. “A fim de não produzir um perigoso poder universal de natureza tirânica, o governo da globalização deve ser marcado pela subsidiariedade”, diz o Papa.
Outra das citações chaves que foram extraídas da encíclica por causa do seu potencial chocante é esta: “em face ao inesgotável crescimento da interdependência global, há um forte sentimento da necessidade, mesmo no meio de uma recessão global, de uma reforma da Organização das Nações Unidas, e igualmente das instituições econômicas e financeiras internacionais, de modo que o o conceito de Família das Nações possa se tornar realidade [can acquire real teeth]“.
Bento XVI de fato repetiu estas críticas em sua nova encíclica. Na Caritas in Veritate, o Papa condena as “práticas de controle demográfico, da parte de governos que freqüentemente promovem a contracepção e chegam até mesmo a ponto de impôr o aborto”. Ele também denuncia os corpos econômicos mundias como o FMI e o Banco Mundial (sem os nomear especificamente) por suas práticas de empréstimo que visam ao assim chamado “planejamento familiar”. “Há razões para suspeitar que a ajuda ao desenvolvimento está às vezes ligada a específicas políticas de saúde pública que de fato envolvem a imposição de fortes medidas de controle de natalidade”, diz a encíclica.
Qualquer visão de uma adequada ordenação do mundo, de economia ou cooperação política internacional, sugere o Papa, deve estar baseada em uma “ordem moral”. Isto inclui primeiro e principalmente “o direito fundamental à vida” da concepção à sua morte natural, o reconhecimento da família baseada no casamento entre um homem e uma mulher como base da sociedade e liberdade religiosa e a cooperação entre todas as pessoas com base nos princípios da Lei Natural.
“Quero vos pedir para tomardes muito cuidado com as comunicações: anúncios, notícias, qualquer tipo de mídia, qualquer meio de comunicação.” (Mensagem -10/04/07)
“O Santo Padre recebe informações de seus delegados e assessores, de todas as partes do mundo, e cada qual leva a ele, sua opinião própria, e suas conseqüentes sugestões… E a maioria, sugestões humanas! Na verdade, quase todas humanas. E corre risco de cair em contradição! E cairá! “(Mensagem de Jesus - 01/11/06
Desculpe a minha ignorância, mas se é este o caso, o que explica o escândalo dos setores conservadores da Igreja e do próprio Olavo diante do conteúdo da encíclica, a ponto de eles julgarem que o Papa estava circundado de maus assessores? Não creio que eles tenham tido acesso apenas às partes da encíclica divulgadas no NYT, quanto mais em blogues de má reputação.
O Patriarca Ecumênico de Constantinopla dos ortodoxos também. SE houvesse aquecimento global, com todas as conseqüências catastróficas que passam, eles estariam certos.
Por mim, deixa rolar - ninguém demonstrou nada além de boa-vontade pessoal, esforço para acertar em benefício de seus semelhantes. Não vi nenhuma má-intenção, sinceramente. Vamos talvez discordar dentro deste propósito, e então será uma boa discórdia, da qual podem nascer boas idéias, não lhes parece? Bom, sei lá, parece a mim.
Daqui a pouco o papa estará defendendo posições satano-comuno-gayzistas. Mas como é só opinião pessoal, não faz mal.
Como já foi dito, A INFALIBILIDADE PAPAL restringe-se à doutrina e à moral, ou seja, se o Santo Padre está rodeado de acessores canalhas, ele não deve estar a par da realidade.
MAS, se ele estivesse defendendo posições ''satano-comuno-gayzistas'', com certeza ele não seria um verdadeiro papa, e o Espírito Santo não estaria guiando a Igreja.
Certamente, o problema do Papa é de informação - os assessores do Vaticano não devem ser lá essas coisas...
Mas acho - acho! - que é um problema também de formação intelectual: Bento XVI parece não ter uma formação clássica - não é tomista - , mas sim baseada na filosofia moderna/contemporanea. De certa forma isso deve afetar a compreensão dele desses assuntos...
Para quem sabe, na missa de abertura do conclave passado, o papa deu umas ''chineladas'' dolorosas na esquerdalha, principalmente após ter usado o termo ''Ditadura do Relativismo'', e que serviu de base para o livro do prof. Roberto De Mattei.
"A pequena barca com o pensamento dos cristãos sofreu, não pouco, pela agitação das ondas, arrastada de um extremo ao outro: do marxismo ao liberalismo até a libertinagem, do coletivismo ao individualismo mais radical, do ateísmo a um vago misticismo, do agnosticismo ao sincretismo".
Procurem ler as outras Encíclicas feitas por ele antes de falarem besteira.
Ninguém aqui questionou a infabilidade do Papa, seja no campo doutrinário, seja em qualquer outro. Tudo o que se faz - injustamente? - é esperar que o Santo Padre tivesse mais cautela ao proferir opiniões sobre matérias tão controversas, e que ele averigüasse melhor os interesses em jogo. Vejam o vexame pelo qual eu acabo de passar... dando lições ao Papa! Chego a corar de vergonha.
Estou gostando do tópico,mais como sou protestante vou ficar observando aqui quietinho recolhido a minha insignificância,esperando os cacos dessa prometida jihad.
Quero vos pedir para tomardes muito cuidado com as comunicações: anúncios, notícias, qualquer tipo de mídia, qualquer meio de comunicação.” (Mensagem -10/04/07)
“O Santo Padre recebe informações de seus delegados e assessores, de todas as partes do mundo, e cada qual leva a ele, sua opinião própria, e suas conseqüentes sugestões… E a maioria, sugestões humanas! Na verdade, quase todas humanas. E corre risco de cair em contradição! E cairá! “(Mensagem de Jesus - 01/11/06
Parece que alguns aqui querem escusar certas bobagens ditas pelo Papa sob o pretexto de que ele é falível num conjunto de assuntos. A atitude dessas pessoas é similar à que teriam se, amanhã, ele sugerisse que todos os católicos devessem virar ateus: elas declarariam serenamente que o Papa é falível, e que deveríamos tolerar-lhe mais essa falha, mas não iriam reparar na gravidade da ação.
Aos que me leram até aqui não é difícil concluir uma obviedade: não basta dizer que o Papa é falível; é preciso dizer que ele está ERRADO.
O problema do Papa é esse bando de gente que não tem envergadura nenhuma pra criticá-lo criticando-o...
Palavra de quem já fez isso e amargou um cala-a-boca dentro do próprio texto do papa.
Ele nao está lá a toa. Foi o ES quem o colocou lá.
E digo qque nao fez só isso, preparou o Santo Padre por muito tempo... pois ele nao é um simples pastor, mas é notável e memorável intelectual.
Comam algo além da farofa e depois julguem a comida.
"Essa posição do Papa não favoreceria o Brasil? Creio que sim."
O que favorece o Brasil é desenvolvimento econômico e isso gera CO2. Ironicamente, os que estão certos em relação a essa besteira de aquecimento são China e Russia. Ambos cagam e andam para essas metas genocidas de cortes de emissão.
Não existe desperdício de energia pro caminho da retidão não. Quer seguir o caminho que julga ser o certo não pode se desvirtuar/relativizar com posições mundanas.
E sinceramente, vai tomar no cu e resguardar sua fé em maomé que não está boa não pra você estar falando merda em internet.
O papa está errado, suas posições tem ido em direção ao totalitarismo, advogando em nome do diabo pelo desarmamento, elitismo, aquecimento global.
E pior, o tempo que ele devia estar focado em desmentir isso para os fiéis, faz estudos prolongados sobre etzinhos.
Pessoal, por favor né? Partidarismo com a pessoa do papa é ridículo, tanto contra como a favor.
O papa não tem superpoderes (exceto aqueles concedidos pelo Espírito Santo). Não é onisciente. E não creio que ele tenha como consultor alguém da envergadura de um Olavo de Carvalho. Esperar que ele esteja inteirado de todas as tramoias políticas da ONU é exigir demais dele como pessoa. Não acham que ele já tem compromissos demais como Chefe de uma Igreja que abrange nada menos do que o mundo inteiro? Aliás, chefia esta que vem se demosntrando exemplar, com as reformas litúrgicas, as publicações teológicas, as encíclicas, o zelo com os pobres, as forças empenhadas no retorno dos grupos dissidentes, como a SSPX e os anglicanos...
E pior, o tempo que ele devia estar focado em desmentir isso para os fiéis, faz estudos prolongados sobre etzinhos.
Que estudos prolongados? Não estou negando, apenas relatando que desconheço tal fato. A mídia adora "reciclar" todo tipo de notícia, publicando coisas como "Vaticano não nega possibilidade de existência de extraterrestres", como se tivesse sido a primeira vez que tal declaração tenha sido emitida (já deve ter sido a oitava...). Basta um zé ninguém lançar a pergunta para um cardeal do Vaticano e pronto!, uma notícia nova em folha, como se tivesse partido do outro lado, é publicada com ares de novidade surpreendente.
Tu crês, mas não é nem isso que a própria Igreja Católica crê. O papa é o Chefe da Igreja e não o chefe do mundo. A missão do papa é zelar pela ortodoxia da Igreja, e é nesse âmbito que ele recebe os dons de Deus. Ele só é infalível em matéria de fé e moral. Quanto ao mais, pode errar a vontade. E aliás está errando tanto quanto qualquer pessoa bem-intencionada erraria ao ser bombardeada com tanta desinformação.
O posicionamento do Papa deveria ser o respaldado pelas evidências.
RÁDIO ITALIANA: Itália terá o inverno mais frio em 20 anos.http://www.radioitaliana.com.br/content/view/2094/1/O inverno italiano 2009-2010 será o mais frio dos últimos 20 anos, bastante chuvoso e com oscilação de temperaturas altas e baixas, aponta um estudo feito pelo Centro Meteo Epson de meteorologia.
As previsões levam em conta as mudanças atualmente em curso relacionadas ao sol, aos ventos equatoriais e às neves na Eurásia.
Ouça esta notícia e outros destaques com o jornalista Milton Bardelli.
O Vaticano tornou-se um antro de traidores. Isso não é novidade para os ouvintes e leitores do professor Olavo de Carvalho...
Quando eleito, espalhou-se a notícia de que o Papa liberaria os sacramentos aos divorciados e, em novembro do ano passado, o Papa teria autorizado a masturbação entre os fiéis...
Ué, a mim o melhor posicionamento seria simplesmente não se posicionar. Como eu disse, ele foi escolhido por Deus para ser o chefe da Igreja e não o chefe do mundo. Por que demônios ele deveria resolver todos os problemas globais sociais?
Pessoal, sem nenhuma pretenção ideológica, me posiciono aqui apenas como um asno esforçado em aprender alguma coisa, más totalmente consciente de minha ignorância.
Sei que tem muita gente aqui, muito mais esclarecida do que eu.
Então eu pergunto, que mal há no fato do Santo Padre se posicionar perante os problemas que afligem o meio ambiente?
Não seriam estes problemas pertencentes ao âmbito MORAL, que também é de responsabilidade do Papa?
Por favor, antes que venham as pedradas, os xingamentos, reparem que meu texto está em caráter INTERROGATIVO!