Eu sinceramente não perco o meu tempo com esse tipo de gente.
Quando se dá as provas da existência de Deus para alguém, não se deve esquecer que a maior força a vencer não é a dos argumentos dos ateus, e sim o desejo deles de que Deus não exista. Não adiantará dar provas a quem não quer aceitar sua conclusão.
Ninguém afirma: `Deus não existe' sem antes ter desejado que Ele não exista.
Com efeito, o devedor insolvente gostaria que seu credor não existisse. O pecador que não quer deixar o pecado, passa a negar a existência de Deus.
Um dia, podem ter certeza, ele saberá que Deus existe. Disso não tenho uma gota de dúvida!!!
Todo Ateu, cedo ou tarde, descobre que Deus existe, estejam convictos disso. Eu só espero que essa descoberta não se faça tarde demais!!!
O problema dos gays, ateus e outros grupos desse tipo: é que eles querem impor a sua convicção filosófica à outras pessoas como se tivessem a verdade suprema nas mãos.
A maioria dessas pessoas que topei em minha vida, pensavam assim.
quando eu disse isso não quis dizer que ele acredita e sim que ele odeia o Deus "escrito" da biblia que pra ele não existe.
Capiche ?
"O deus cristão é o mais fácil de ser desacreditado, porque é egoísta, mesquinho, homofóbico, assassino, genocida, sádico. O deus quântico é só um apanhado de homilias enfadonhas disfarçados em pseudociência. "
Sim, Gustavo, eu me referia exatamente ao ateu militante e à postura dele, não ao teor do teu comentário. E, de fato, reforçando o que tu disseste, existem 'ateus cristãos, 'ateus muçulmanos', 'ateus budistas'...
Se ele acha que não existe para que perde tempo com isso?
Se ele acha que não existe porque ele odeia?
Porque obviamente a crença das demais pessoas nessa entidades prejudicam o andamento da vida dele em algum nível, ou não haveria motivo para o ódio/atenção.
Eu não tenho ódio de nada, nem tenho costume de perder tempo com esses debates, mas vamos fazer um esforço para ser certo, né?
Tenho plena compreensão do que é um conceito segundo as aulas do Mário Ferreira dos Santos, mas a idéia de conceito não tem nada a ver com a incongruência do seu argumento.
> A cadeira é experimentável, verificável, atualizável, replicável, limitável... Deus não.
Para um ateu de inteligência limitada, dentro do espectro que você espera encontrar, ou qualquer outra pessoa com um mínimo de seriedade, não tem qualquer lógica essas comparações, entende?
Ateu a rigor não existe. Não é necessário ter fé para crer num poder criador; não conheço NINGUÉM que tenha me aparecido pra dizer "tudo foi incriado". Teve um num debate que uma vez apareceu aqui que até raspou a trave, mas teve que ficar no "muito pouco", não deu pra dizer "tudo". Mas aquele era bom, eu gostaria de pegá-lo pra um debatezinho, na boa! 😄! E o "tudo" dentro do "nada" rende um caldo, pra quem gosta de briga legal (eu obviamente gosto). O sujeito pode até pretender que o poder criador está "contido" no criado, e nesse caso o universo inteiro pra ele é Deus; mas "não crer" num poder criador é racionalmente impossível, repito.
A fé entra a partir do conceito do Deus não-indiferente. Os caras que creem num Deus "indiferente" é que se auto-denominam "ateus" - sem, a rigor, sê-lo. Eu acho uma canseira debater com ateu, porque eles em geral não têm como sair da encrenca de admitir o seu pseudo-ateísmo como irreal e irracional e ficam agressivos. Mas se aparecer algum cruzando a minha reta eu até topo debater. Só não me peçam pra eu ir atrás do ateu; aí, nem morta! A esmagadora maioria é composta de pessoas muito primárias, muito chatas, não tem a menor graça.
No nível do "ateu" daquele debate eu toparia, mas duvido que haja muitos e aquele eu sei lá onde é que está.
Não entendo porque algumas pessoas de fé não podem de forma simples se dirigirem as pessoas que os questionam ao invés de uma massa homogênea que só existe dentro da mente deles.
Ateus não são um grupo sólido de pessoas dedicadas ao mal. Nunca nem passou pela cabeça da maioria esse interesse de corromper e destruir a crença alheia. Certamente que existem pessoas assim, mas lhes garanto que o são por outros motivos e não por determinação de seu ateísmo.
Priscila já discutimos isso, ambos sabemos que seu posicionamento tem a sólida base na sua fé e não no seu raciocínio lógico.
A lógica não permitiria que você a priori estabelecesse a perspectiva da discussão sob o entendimento que faz de criação quando não se sabe o que aconteceu. Pode não ter havido criação, mas também a idéia de criação pode não ter nada a ver com isso.
Eu não sei, e apenas aceito não saber o que aconteceu. Não tenho contra-tese. Não sei se houve uma origem ou se pela perspectiva geral da coisa(que não nos é alcançável) o termo criação sequer fizesse sentido.
A única coisa que compreendo é que tanto o modelo teísta quanto o ateísta falham no mesmo ponto conceitual.
Qual a causa da existência Big Ban, ele existia em si mesmo desde ?sempre??
Qual a causa da existência de Deus, ele existia em si mesmo desde ?sempre??
Ambas não me confortam em nada a curiosidade intelectual.
O fato de o universo ser criado não necessita que Deus também tenha sido criado. O que as evidências fartamente apontam é que tudo a nossa volta está milimetricamente ajustado, e isso evidencia uma ação criadora e consciente por detrás.
A causa do Big Bang podem ser várias. Quem crê em Deus acredita que foi ele; quem é ateu precisa crer que em alguma coisa que deu o disparo inicial. Impossível imaginar que o universo iniciou e expandiu-se por vontade própria.
A causa do Big Bang foi Deus. A causa de Deus não existe, e nem mesmo teríamos como saber, visto que Ele é uma entidade fora do nível material. O fato de o universo ter sido criado não necessariamente obrigue que sua causa também tenha sido criado, com outra causa, e sucessivamente assim para trás, indefinidamente.
Imagine que a NASA ache uma nave espacial em Marte. Ninguém duvidará que alguém, inteligente e consciente, o colocou lá. Ninguém descartará a descoberta por não saberem quem foi a causa da causa que abandonou lá a nave: apenas evidenciará que uma inteligência externa à terrestre existe, independente de se saber quem foi o autor. Assim, não há necessidade de se saber "a causa de Deus" para se ter evidenciado que o universo foi criado.
Não entendo porque algumas pessoas de fé não podem de forma simples se dirigirem as pessoas que os questionam ao invés de uma massa homogênea que só existe dentro da mente deles."
Respondo:
O grande,e maior de todos os problemas dos chamados "ateus"é que 100% deles são desrespeitosos para com os crentes de qualquer vertente.Não no sentido de ofender o debatente,mais na maneira como se dirige ao objeto da sua adoração.
Ex: 1-escreve o nome de Deus com minúsculo
2-Põem apelidos e desrespeita o Senhor Jesus
3-despreza os ensinamentos bíblicos de forma arrogante e soberba
4-Ofende a Santíssima Trindade e pronuncia durante seus debates toda sorte de blasfémias.tornando para qualquer crente impossivel ouvir tantos disparates e continuar debatendo.
Rafael - "Utilizando do próprio Mario Ferreira dos Santos...não é o ser ao qual intencionalidade culta chamamos Deus."
Irmão, obrigado pela citação do Mario e seu esforço. Compreendo que Deus é um conceito infalseável, como bem coloca Mario com palavras distintas, mas adianto que não sou do tipo que pede provas, ou que exige qualquer coisa. Mesmo partindo de que Deus existe, não acredito que Ele seja compreensível.
Não consegui alcançar a linearidade da sua argumentação nos dois últimos posts, se você puder esclarecer um pouco mais eu ficaria grato. Quantos a besteira sobre não ter entendido isso ou aquilo, acho que é desnecessário comentar.
Michel - "O fato de o universo ser criado não necessita que Deus também tenha sido criado. O que as evidências fartamente apontam é que tudo a nossa volta está milimetricamente ajustado, e isso evidencia uma ação criadora e consciente por detrás."
A evidência é a organização;
Sua conclusão é que alguém programou tudo;
A conclusão dos teóricos do Big Bang é que tudo que não encontra um lugar deixa de existir criando a impressão de uma organização;
Para mim ambas respondem a questão com as mesmas limitações. Dos dois lados existem os que acreditam não haver qualquer necessidade de uma causa. Ambos introduzindo em seu conceito a legitimidade de um motor imóvel absoluto e movente. Eu não acho isso plausível.
Esta questão nunca será respondida, por ambos os lados. Se Deus se manifestasse de forma clara e tangível aos homens a fé inexistiria. Sem fé não evoluiríamos, pois é a fé, o especular sobre o misterioso, sobre o divino, sobre o desconhecido, que desenvolve a cognição humana e a expande. O desconhecido atiça a curiosidade humana, e a força a desenvolver, evoluir.
Deus intencionalmente manifesta-se somente nas "entrelinhas" da criação, e não abertamente. Com isso, não são todos os olhos que podem ver, nem todos os ouvidos que podem escutar. Onde a certeza em relação a Deus reside, a fé é tão profunda quanto o fundo de um pires. Quem está certo do que sabe, não sente necessidade de crer, de acreditar; enfim, de ter fé.
O que quero dizer com isso tudo é que entre a possibilidade de Deus existir e não existir, embora não ache saudável defender uma certeza (visto que é uma questão que não tem resposta), precisamos colocar as evidências na balança, e verificar as probabilidades. Para mim, existem mais evidências que apoiam a existência de Deus do que o oposto, e acho que são questões que dificilmente serão convincentemente refutadas.
Não há necessidade de se afirmar a existência de um criador para as evidências e probabilidades apoiarem a noção de causa inteligente para o universo.
Que fique claro Michel, não estou eu querendo colocar a fé de ninguém aqui na berlinda. Na verdade me sinto mal quando faço isso, pois acredito nas virtudes advindas da fé e sei como podem ser importantes para as pessoas.
Eu, porém, não me importo com o conforto último que a fé propicia, seja pela salvação ou pela certeza de um destino reto. Também não busco legitimidade de ordem divina para meus atos e posições mundanos. Eu apenas valorizo mais outras virtudes que julgo mais necessárias e efetivas nesses tempos de confronto e corrupção dos fundamentos que compartilhamos.