rejeitou conduzir cerimônia gay
Um tribunal de Londres julgou contra uma escrivã cristã que rejeitou fazer a cerimônia de união civil entre duas pessoas do mesmo sexo. Lillian Ladele afirmou que passou a ser discriminada e ridicularizada depois do facto. A ela foi dito que ela teria de escolher entre sua fé e seu salário de US$50.000 por ano. O caso foi parar na justiça, ao que Lillian ganhou em primeira instância. Contudo, o "council" de Islington recorreu e ganhou em segunda instância.
Andrea Williams, do Christian Concern for Our Nation, disse que "A decisão do Tribunal de Apelação é outro contratempo para cristãos que acreditam na Bíblia. Se este tipo de precedente legal for seguido, ficará cada vez mais difícil para cristãos participar completamente na vida pública sem infringir a sua consciência".
"Nossos serviços públicos estão cada vez mais usando políticas de igualdade e diversidade para deixar cristãos marginalizados e punidos".
Em novembro, um tribunal julgou contra um conselheiro de casamento cristão por este ter rejeitado dar terapia sexual para um casal gay. Gary McFarlane disse que acredita que a Bíblia ensina que a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo é imoral e não poderia pessoalmente incentivar relacionamentos homossexuais. Ele disse para o casal procurar outro conselheiro. Entretanto, seu chefe o demitiu por causa disso.
Mike Judge, chefe de comunicações do Christian Institute, disse que "cristãos gostariam de saber por que eles não são tratados igualmente e por que a diversidade não os inclui. Isto levou a um crescente sentimento que "igualdade e diversidade" é um código para marginalizar cristãos.
Um tribunal de Londres julgou contra uma escrivã cristã que rejeitou fazer a cerimônia de união civil entre duas pessoas do mesmo sexo. Lillian Ladele afirmou que passou a ser discriminada e ridicularizada depois do facto. A ela foi dito que ela teria de escolher entre sua fé e seu salário de US$50.000 por ano. O caso foi parar na justiça, ao que Lillian ganhou em primeira instância. Contudo, o "council" de Islington recorreu e ganhou em segunda instância.
Andrea Williams, do Christian Concern for Our Nation, disse que "A decisão do Tribunal de Apelação é outro contratempo para cristãos que acreditam na Bíblia. Se este tipo de precedente legal for seguido, ficará cada vez mais difícil para cristãos participar completamente na vida pública sem infringir a sua consciência".
"Nossos serviços públicos estão cada vez mais usando políticas de igualdade e diversidade para deixar cristãos marginalizados e punidos".
Em novembro, um tribunal julgou contra um conselheiro de casamento cristão por este ter rejeitado dar terapia sexual para um casal gay. Gary McFarlane disse que acredita que a Bíblia ensina que a prática sexual entre pessoas do mesmo sexo é imoral e não poderia pessoalmente incentivar relacionamentos homossexuais. Ele disse para o casal procurar outro conselheiro. Entretanto, seu chefe o demitiu por causa disso.
Mike Judge, chefe de comunicações do Christian Institute, disse que "cristãos gostariam de saber por que eles não são tratados igualmente e por que a diversidade não os inclui. Isto levou a um crescente sentimento que "igualdade e diversidade" é um código para marginalizar cristãos.