Quando se fala de tirania, os chineses logo se recordam do regime opressivo de Qin Shi Huang (259-210 a.C.), primeiro imperador da dinastia Qin, que queimou os livros de filosofia e enterrou vivos os estudiosos de Confúcio. O tratamento cruel de Qin Shi Huang para com seu povo decorreu de sua política de “manter a autoridade com todos os recursos que há debaixo do Céu29”. Tal política tinha quatro aspectos básicos: cobrar impostos excessivamente altos; desperdiçar o trabalho do povo com projetos para glorificar a ele próprio, o imperador; praticar brutalidades apoiado em duras leis, inclusive estendendo o castigo para familiares e pessoas próximas do infrator; e tentar controlar a mente do povo através de bloqueio da expressão intelectual, queimando livros e enterrando vivos os intelectuais.
No regime de Qin Shi Huang, a população da China era de cerca de 10 milhões de habitantes; o imperador recrutou mais de dois milhões delas para fazer trabalhos forçados. Qin Shi Huang também estendeu suas duras leis ao campo intelectual, proibindo a liberdade de pensamento em todos os níveis. Durante seu governo, foram assassinados estudiosos do confucionismo e pessoas que criticavam seu governo.
No regime de Qin Shi Huang, a população da China era de cerca de 10 milhões de habitantes; o imperador recrutou mais de dois milhões delas para fazer trabalhos forçados. Qin Shi Huang também estendeu suas duras leis ao campo intelectual, proibindo a liberdade de pensamento em todos os níveis. Durante seu governo, foram assassinados estudiosos do confucionismo e pessoas que criticavam seu governo.