Amigos...
Depois de me transmitirem algumas mensagens de Natal e ano novo, podem agora começar a transmitir algumas de consolação pelo que terei de aguentar nos próximos dias.
Já vem sendo anunciado desde o começo de dezembro o tal FEST VERÃO, um evento "musical" que inferniza toda a vida da cidade nos primeiros dias de janeiro. Os "cantores" são aqueles que o gado aborrecente burro adora: Pivete Sangrado (como diz o amigo Antonio Luiz Ribeiro), Chiclete com Banana (ou "Pão com Bosta", como diz meu irmão Mirson), e o conjunto que tem um vocalista fanhoso, o tal Biquini Cagadão. Além dos tais Ala Ursa (Ala Burra) e outras porcarias dos chamados "forrós de plástico" e congêneres.
A desgraça total não é apenas o local onde ocorre a barbaridade que chamam de "shows", mas também o caos que se instala nas ruas, onde temos aviltado nosso direito sagrado de ir e vir. É que as ruas ficam coalhadas de cambistas com aspecto de marginais/traficantes, querendo empurrar os ingressos dessa porcaria goela abaixo dos motoristas dos carros que transitam. Os animais saem andando no meio da rua, abordando pessoas, atrapalhando o trânsito e impedindo nosso livre acesso.
E as autoridades não fazem absolutamente nada para coibir esse abuso e falta de respeito. Ora, o que importa é a bahianada garfar o dinheirinho dos otários.
Num dos anos onde ocorreu essa merda, meti a mão na buzina do carro para que o grupo de cambistas saísse da minha frente e me deixasse passar. Vieram com chacotas, dizendo que eu era "O dono do mundo."
Por isso, atualmente, faço tudo para não sair de casa nessa época maldita.
Como sempre, no Brasil, as pessoas de bem são forçadas a ficar presas dentro de suas casas, para não serem desrespeitadas ou assassinadas.
Abs.
Emir
Por outro lado, considero esta uma excelente época para fechar as janelas, desligar a tv, ligar o ar-condicionado e ler um bom livro (Tomás de Aquino, Olavo de Carvalho, Mário Ferreira dos Santos, Dostoievsky etc).
Aqui no Rio essa praga do Axé ambém sempre aparece no verão. São feitos shows nas praias da Zona Sul (patrocinados por rádios de favelados, como a FM O Dia), sem nenhuma infraestrutura, sem nenhum policiamento. Diogo Mainardi, por exemplo, relata sua experiência em um desses "shows de Axé":
No último domingo, testemunhei outro encontro inusitado: Claudia Leitte e Elias Canetti. Fui jantar com meus filhos num restaurante árabe de Copacabana. Meio de transporte: bicicleta. Um filho na cadeirinha dianteira, outro filho na cadeirinha traseira. No caminho de volta para casa, fomos imersos pela gigantesca onda humana que acabara de assistir a um espetáculo da cantora Claudia Leitte, na Praia de Copacabana. Imediatamente, pensei em Elias Canetti. Ele relatou que o evento decisivo de sua vida ocorreu em 15 de julho de 1927, quando foi arrastado por uma horda de arruaceiros que depredou e incendiou o Palácio de Justiça em Viena. Toda a sua obra foi inspirada pelo episódio. Em particular, o romance Auto-da-Fé e o tratado Massa e Poder. Eu senti uma inquietude similar à de Canetti no último domingo, quando fui arrastado pelas centenas de milhares de pessoas que debandaram depois do espetáculo de Claudia Leitte, com meus filhos na bicicleta e a barriga cheia de homus e kebab.
Onda humana. Eu nunca uso figuras de linguagem. Nesse caso, ela cabe: Canetti identificou onze símbolos que representam as massas. Um desses símbolos é o mar. A massa de espectadores de Claudia Leitte era representada por um símbolo que não chegou a ser contemplado por Canetti: o Smirnoff Ice. Para Canetti, o populacho revanchista que incendiou o Palácio de Justiça em Viena serviu como um prenúncio do nazismo. Aquela gente estava pronta para seguir o primeiro demagogo sanguinário que aparecesse. Para mim, a massa bestializada que foi assistir ao espetáculo de Claudia Leitte em Copacabana, formada por uma gente embriagada, barulhenta, porca, feia e de pernas curtas, provou apenas que eu preciso sair menos de casa. O que demonstra de uma vez por todas – como se isso fosse necessário – que eu jamais serei um Elias Canetti.
Tenho bastante intimidade com Elias Canetti. Li suas memórias e sei praticamente tudo sobre ele, de seu nascimento até sua morte. Sim, Lula, o Elias também está morto. A partir de agora, vou me dedicar ao estudo da vida e da obra de Claudia Leitte. Ela pode ser um prenúncio dos desastres do nosso tempo.http://veja.abril.com.br/270208/mainardi.shtml
E - Se isso é verdade, confesso que não sei.
O fato concreto é que o Prefeito daqui nunca foi simpático à tal "Micaroa" (esse prefixo "mica" deve vir de macaco). Tanto é que, nos anos da sua administração, a bahianada não conseguiu fazer nenhuma delas por aqui.
Mas, a cambada de sempre, que quer ganhar dinheiro com o pouco cérebro da massa burra e chegada a um lixo musical, achou uma brecha: o tal "Fest verão" é realizado em outra cidade, muito próxima da capital, mas, as vendas de ingressos são em JP.
Abs.
Emir
E - Na verdade, do lugar onde moro, não ouço o barulho da porcaria tocando, mas, me incomoda os cambistas atrapalhando o trânsito.
Mesmo que escutasse, jamais colocaria música - seja de que tipo for - em tom alto.
Quando acontece de algum imbecil ficar com o som do carro em volume alto, ligo imediatamente para o "disque silêncio", e mantenho as janelas fechadas enquanto a turma da fiscalização não chega.
Abs.
Emir
E - Infelizmente, nem as cidades do interior estão mais livres da contaminação desse lixo tóxico. A maioria dos prefeitos contrata esses "cantores" de axé ou "Calypsos" da vida para fazerem o gado humano saltitar, pular e requebrar. É a política do pão e circo, a qual, infelizmente, nosso povaréu adora.
Quando não são os cantores vagabundos, são os sons gravados. No centro de uma das cidades que eu costumava passar umas temporadas, sempre há uma barulheira a impedir a paz e sossego. Quando não é um grupo de capoeira fazendo barulho no coreto, é uma disputa entre o Padre e o Pastor da localidade - cada um em um ponto diferente - fazendo algazarras religiosas para angariar "fiéis," sempre com muita gritaria e agitação, além cântigos que lembram os antigos fúnebres cantados por carpideiras.
No, fim, só quem leva o toque prostático, é quem quer ter apenas um dia ou noite tranquila.
Para mim, a solução para preservar o refúgio, foi comprar um terreno longe do centro, onde pretendo construir um prédio com pilotis altos, bem longe do chão, para ter o menor contato possível...
Só não sei até quando a praga vai demorar para se alastrar para os lados do meu imóvel.
Abs.
Emir
E - Eu também. Quero distância de qualquer balbúrdia, barulheira ou multidões.
E - Escolhi a minha a dedo, quicando item por item, usando de toda a racionalidade e lógica possíveis.
Quando me aparecia alguma imbecil que gosta dessas tralhas, eu descartava imediatamente, fosse bonita ou gostosa. Mulher burra, manipulada pela mídia, ou de cabeça vazia, nunca teve vez comigo. Sempre escolhi até as namoradas, com a cabeça de cima.
acredito que o emir respeita, como tambem respeito
mas o X da questão, é o comportamento selvagem e agressivo como ele mesmo relatou
A melhor coisa que esse prefeito fez, foi a extinção da Micarante
aonde acontecia todo tipo de selvageria como: estupro, roubos, Venda de Drogas, pessoais sendo espancadas covardemente e Mortes.
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Forro pode ate ser tipico da paraiba "o Forro PÉ-DE-SERRA !!!!!"
e nao aquilo que vemos, mulher semi nua, letras pornograficas fazendo apologia ao sexo ar livre e letras de baixao calão na maioria deles se refere a mulher como um Lixo..
Tenha nojo da mulher que escuta musica desse tipo. até acho
que nao seja mulher de verdade e sim uma boneca inflavel.
Tem certeza que ele respeitar mesmo??hum imagine qd ele ñ respitar como será então ??
Na verdade muita vezes só sabemos criticar os nosso semelhantes, sempre se achamos melhores que todos e tudo, ou seja somos egoístas, sempre se achamos bem mais intectuais que os outros ñ é verdade?
Estão vendo só?
Ninguém pode reclamar que é desrespeitado, que tem seus direitos aviltados, ou não aguenta mais a apelação, a grosseria, as extorsões, as abordagens indesejáveis, o crime, a violência e falta de bom senso, e logo aparece algum imbecil metido a politicamente correto para condenar e dizer baboseiras e frases feitas.
Me tira o tubo, por favor.
A propósito: não ataquei ninguém da comunidade para ser taxado com maus adjetivos.
Portanto, solicito aos moderadores, excluir essa pessoa que violou as regras e está causando animosidades, por não saber discutir sem apelar para ofensas pessoais.
E também: Não responderei à dita figura, pois está claro que não vale a pena. Não tem nível para entender coisas tão simples das quais falei.
Por conta de dissimularem uma superioridade fálica, inúmeras aberrações humanas, adeptos da tal “tuningmania” (moda de personalizar veículos com sistemas de sonorização potentes e outros apetrechos) estacionam os seus “poçantes” (perdoem-me o neologismo, mas, o que quero transmitir é a idéia de um veículo que forma poças de óleo onde para) em frente a bares, botecos, casas de amigos, postos de gasolina e onde lhes bem convier, abrem as portas traseiras e colocam, por horas a fio, aquelas formas musicais distorcidas, carregadas de vacuidade e, enfim, estupidezes sonoras. Pobres daqueles que adoram uma soneca após o almoço nas tardes de sábados ou domingos afinal, como a cambada que idolatra esta prática maldita está com a massa encefálica boiando em álcool e outros tipos de alucinógenos, qualquer tentativa de fazer valer a lei do silêncio, pode acabar em um silêncio mais prolongado. A liberdade do indivíduo acaba, ou melhor, está restringida à liberdade do coletivo.
Paraibana
Os desprovidos, carentes de qualquer resquício que se possa chamar de inteligência, apelam para a extorsão emocional. Recolhem-se à sua insignificância praguejando lamúrias, insinuando que a intelectualidade é um crime, uma afronta ao gosto do populacho, que as elites continuam na sua luta encarniçada, em sobrepujar as massas discriminadas as quais, na verdade, só querem externar suas primitivas formas de cultura aspergindo ignorância, insensatez de cima de um carro de som.
O mais engraçado é que aqui em Salvador normalmente as bandas de Axé só fazem shows no final e começo do ano, até o Carnaval - por sinal a paulistada vem para cá e paga 5000 reais para sair no Camaleão com o Chiclete.
Agora já sei onde passam o resto do ano ganhando dinheiro...
😄 - Emir, eu ri muito com os seus posts! Eu gosto muito do nordeste, mas realmente micareta afugenta qualquer ser humano normal! 😄!
Pior só os blocos de Carnaval do Rio, uma praga enlouquecedora! De repente surge uma multidão desgovernada aos berros, e que transforma a cidade num mictório descomunal. Tenho horror, fujo para o mais longe possível. Graças a Deus Petrópolis tem só um carnavalzinho mixa e melancólico, que dá pra mais ou menos ignorar e fingir que não existe.
E tá aqui fazendo O QUÊ aqui, patrão? Vamos banir, caramba!
"Nos Odeia" aqui não entra, é uma regra estabelecida e que até onde eu sei nunca foi desestabelecida! Eu não aceito nem um único membro do orangal: se entrar vai entrar me tapeando - eu não sou adivinha, é claro; não tenho a pretensão de detectar qualquer fake, por mais bem montado que seja - mas se eu descobrir expulso.
Então, vamos novamente discutir na paz, respeitando o direito de todos opinarem, sem ter de receber insultos pessoais por se exercer o direito constitucional da livre expressão e pensamento.
Para que não pairem quaisquer dúvidas sobre meu modo de pensar:
1) Quando (raramente) quero ouvir música, o faço em um tom sonoro audível apenas a mim, de modo a não perturbar ninguém. Afinal, nenhuma pessoa está obrigada a ouvir o que EU quero ouvir.
2) Não aceito abordagens agressivas querendo me obrigar comprar o que não me interessa. Aplico o mesmo quando a situação é inversa.
Certa vez, um amigo lançou um disco de música no mesmo dia e local de uma das minhas edições impressas. Esse amigo abordava as pessoas, perguntando se não queriam comprar seu disco.
Depois, ele veio perguntar porque eu não fazia o mesmo (ou seja, porque eu não abordava as pessoas). Respondi-lhe que todos estavam cientes do material lançado e exposto. Portanto, quem quisesse adquirir o meu, iria me procurar... e quem não quisesse, não iria me procurar.
Por isso, do mesmo modo, não concordo com cambistas se atirando na frente do meu carro para me empurrar goela abaixo um ingresso de axé.
3) Respeito as leis de trânsito, rigorosamente (em 22 anos, não tenho UMA SÓ multa). Por isso, a pé ou de carro, jamais bloqueei qualquer via pública, impedindo o livre trânsito dos outros.
4) Jamais coloquei discursos de caráter religioso ou antagônico às religiões, em som alto. Aliás, nem comento sobre religião, pois, cada tem direito constitucional de acreditar no que quiser. Só não se pode usar religião como desculpa para perturbar a paz e o sossego dos outros.
5) Sempre respeitei o direito de todos. E, cobro o mesmo das outras pessoas. Porém, reservo-me também ao direito de ter opinião própria, e expressá-la com liberdade.
Por isso, posso de dizer que axé, funk, pagode, hip hop e toda essa porcariada "musical" é puro lixo.
Como vêem, meu pensamento é simples. Apenas TENTO baseá-lo em lógica, bom senso e raciocínio analítico.
Abs.
Emir
Pois é. Vc está certa.
Ninguém é obrigado a aturar as turbas. Já sabemos quais são as consequências dessas aglomerações de pessoas: muito lixo jogado na rua, fedentina, idiotas urinando em local público, gritaria e etc.
O povaréu não tem educação e nem civilidade para participar desses festejos de rua. E - ressalte-se - não chamo de "povaréu" apenas gente pobre, mas também pessoas de posses que mesmo tendo oportunidade de se polir, permanecem grosseiros, burros, irracionais e sem educação.
Por isso, como já sei o que vem junto com as multidões, fujo delas.
Abs.
Emir
Duvido que se alguém soltar uma bomba ou um foguete (anti-pessoal, de fragmentação) no meio da multidão (não precisa ser de axezeiros, funkeiros ou forrozeiros, pode ser do MST), e matar pelo menos uns 15, o pessoal não vai pensar no mínimo 2x antes de se aglomerar de novo...
Infelizmente, meu prezado, se vc matar uns 15 bandidos, a "lei" o considera igual a eles e vão lhe prender. Só quero ver quando os governantes vão entender que bandido não pode ser tratado igual a gente de bem. Ao contrário, tem de ser tratados igual a um câncer: ou seja, o tratamento é a extirpação e aniquilação total. Só funcionará desta forma.
Essa baboseira de levar preso é de uma inutilidade completa. Pois, o bandido con tinua agindo dentro do presídio, e sempre tentando fugir para praticar mais crimes.
Só há mesmo uma saída para bandido: a cova rasa.
E quan to ao MST, há muito que é apenas um valhacouto de preguiçosos, vadios e bandidos. Portanto, mereciam tratamento equânime ao acima descrito.
Abs.
Emir
Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.
Gosto musical é pessoal. Eu gosto de samba, tocaria - com um treino antes, é claro- num bloco de carnaval tranquilamente.
Gostar de samba (ou choro, ou até mesmo o axé do tópico - não gosto, mas enfim - o valor de música popular é mais ou menos o mesmo em qualquer "ritmo", que é o de entretenimento) ou gostar de pular carnaval não é pecado nem crime.
Mas isso não tem, necessariamente, nada a ver com turbas ensandecidas mijando, trepando, depredando e gritando. O abuso não tolhe o uso.
Que a virilhada estará entre os jingles de campanha eleitoral da vagabunda Dilma? Afinal, o que este maldito governo e sua camarilha comunista mais fazem é "virilhar o rabo e a moral dos brasileiros de bem"!
"Ninguém aguenta mais ouvir Caetano tendo opinião formada sobre tudo. E, nas poucas vezes neste 2009 em que o leitor pensou que passaria uma semana inteira sem ouvir falar em Caetano Veloso, o cantor dava um jeito de levar um tombo no palco, e começava tudo outra vez. O número de votos no baiano, por sinal, foi uma síntese da predileção do eleitorado pelo voto na baianada da música brasileira. Caetano tornou-se vicecampeão, mas ele representa Claudia Leytteh (sei que ela não é baiana de nascimento, mas é baiana na alma), Ivete Sangalo, Carlinhos Brown... É o voto-axé. É a mala regional."
Realmente, pelo que sei, carnaval de rua de antigamente era coisa saudável e a turma ia mesmo apenas para brincar e se divertir. Hoje, com esse culto à marginalidade, só se pensa em ir às ruas para brigar, promover vandalismo, algazarras, promiscuidade, ou consumir drogas e bebidas.
Quem criou esses monstros que assolam as ruas e a vizinhança, foi a nossa televisão, sempre dando valor a tudo que não presta.
Quem, por acaso se revoltar e falar contra essa bandalheira ou o festival do mau gosto musical, é logo chamado de "preconceituoso."
Ora, mas, até onde sei "preconceito" é uma opinião ou conceito emitido SEM CONHECIMENTO de causa.
No caso do axés, funks, pagodes, e hip-hops da vida, nem precisamos consumir voluntariamente para formar uma opinião. Nós os consumimos COMPULSORIAMENTE, quando a caterva de mal educados liga o som à toda altura, para o mundo inteiro ouvir.
E, novamente, a televisão passa a idéia distorcida de que todo mundo da Bahia gosta dessas tralhas, e aí está o Conservador provando o contrário.
Do mesmo modo, a TV faz com a Paraíba: ou seja, passa para todo o Brasil a impressão de que TODAS as pessoas daqui são analfabetas burras, imbecis, ou matutos ignorantes com aquele sotaque forçado e arrastado.
Enfim, a nossa mídia irresponsável e pilantra é a maior culpada por criar os monstros da música de gosto duvidoso, os monstros consumidores do lixo musical, e estimular a canalheira e o mau gosto. Depois disso, a multiplicação e o contágio dessas coisas ruins, acaba se dando de forma muito fácil, via manipulação mental da população.
A massa de gente pulando e zoando por toda a cidade, espalhando sujeira e uma barulheira ensurdecedora para todos os lados é a coisa mais anti-civilizacional que existe. O Brasil é tomado por essa mania de festa em massa justamente porque esses eventos funcionam como uma fuga da realidade. É o ideal brasileiro: jogar TODAS as regras, a ordem e a paz para o alto e urrar como uma animal para libertar os instintos. E pior: se orgulhar disso e chamar essa merda de "cultura".
Olhem outras grandes nações: celebram o Natal, Ação de Graças, Dia da Independência, alguma celebração da cultura e a religião local, e no Brasil temos o quê? Qual é o nosso maior evento, expressão da alma nacional? A barulheira do Carnaval.
Um país que tem como a maior festa nacional o Carnaval tem mais é que se ferrar, mesmo.
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Já fui em várias festas de Carnaval e só me incomodei. Graças a Deus abandonei essa mania adolescente de fazer festa nesses eventos em massa, e só torrava dinheiro, me incomodava e acabava desgastado no dia seguinte. A única exceção era a compania de bons amigos.
Se o povo fosse às ruas para se divertir e fazer disso um momento de prazer e alegria, vá lá, mas fazer disso um totem e louvar como o ápice da felicidade... pqp.
Concordo com vocês, amigos...
Até aqui no Rio Grande do Sul, que no passado era um estado tradicionalista, que tinha seus costumes, vestimenta, música e tradição, aderiu essa MERDA de axe, coisa na qual detesto, nas Radios daqui só toca esse tipo de merda.
É triste ver todos os anos de tradição irem pro saco!!!
Gosto de ouvir a música gaúchesca (menos a poracaria desse TCHE MUSIC), pq elas fala das nossas tradições, do cotidiano, algumas metem o pau no governo, e enfim, como vivem os gaúchos aqui no Sul!!!
O povão gosta de esculhambação. A dita elite também gosta. Enfim, este é o país das emoções baixas, do apelo sensorial escatológico, da putaria generalizada.
Duvida? Então tente colocar um jaz ou mesmo um rock elaborado em alguma reunião ou festa em sua casa.
Todos vão achar que a música é triste, que a festa está desanimada e por aí vai.
Brasileiro tem medo de sentir emoções elevadas, tem medo de se emocionar.
Brasileiro confunde alegria com orgia e emoção com sentimento de morte.
Diagnóstico: Povo doente.
Além do Fantástico, agora é a Net que está usando a insuportável Cládia Leitte como garota-propaganda. E, pior: com ela cantando uma musiquinha insuportável.
Para neutralizar as malignas ondas sonoras, nada melhor que colocar no último volume a produção musical do Gênio Supremo que está acima de todo o legado musical que o Ocidente foi capaz de produzir: