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Colunista do Financial Times lança livro polêmico

Iniciado por gbschmitt em 27/12/2009 · 4 mensagens

gbschmitt#1
Christopher Caldwell, jornalista do Financial Times, lançou recentemente o livro "Reflexões sobre a Revolução na Europa: Pode a Europa ser a mesma com pessoas diferentes nela?". Neste livro, ele trata das origens, condições e consequências da imigração em solo europeu. Nos vários capítulos, ele fala sobre os "Erros e acertos de Enoch Powell", "Civilização e Decadência", "Diversidade está sendo superestimada", "Imigração é para nativos ou imigrantes?", "Asilo e democracia" e "Medo disfarçado de tolerância".

Ainda neste livro, ele dá uma revelação assustadora: 2/3 dos imams da França recebem benefícios sociais do governo, o que significa que os próprios franceses estão financiando a propagação do Islão naquele país. Ele também disse que, por causa de leis que proíbem quase que totalmente a expressão, o povo europeu não tem coragem de dizer o que sente sobre a imigração e islamização de seu continente, o que culminou, na Suíça, com pesquisas mostrando que a população apoiava os minaretes, quando o que se deu foi exatamente o contrário.

Caldwell enfatizou ainda que "o Islão coloca dificuldades que outros grupos de imigrantes não têm. Parte disto é o crescimento do Islão político no mundo no último meio século. Uma grande minoria dos muçulmanos europeus sentem-se solidários com a comunidade islâmica no exterior, e eles sentem o mesmo quando o Oeste está em guerra com este mundo".

Ele também afirmou que a população islâmica na Europa está crescendo exponencialmente. "Há duas coisas que causarão à população descendente de imigrantes na Europa crescer nos anos vindouros: uma é que imigrantes ainda estão vindo e a outra é que taxas de natalidade, embora estejam caindo, ainda são muito mais altas".
gbschmitt#2
"Sua cultura precisa ser acomodada dentro da Europa de uma forma que requer à Europa mudar suas estruturas. Durantes os últimos 20 anos, a sociedade mainstream acomodou os imigrantes em um número de questões. Algumas vezes as questões são pequenas, como salas de orações ou espaços de trabalho. E algumas vezes as questões são de grande importância, como ilustrado pelo julgamento de um tribunal em Lille, na França, que em 2008 anulou o casamento de uma mulher muçulmana porque a noiva não era virgem".

"Como eu digo no meu livro: quando uma cultura insegura, maleável e relativista encontra uma cultura que é ancorada, confiante e fortalecida por doutrinas comuns, é geralmente a primeira que se adapta à última".

"O Islão é a segunda maior religião da Europa. Mas isso é verdade somente se você pensar estatisticamente. Se você pensar culturalmente e espiritualmente, parece ser a primeira religião da Europa. Há muitos, muitos mais artigos nas capas dos jornais sobre o que o Islão diz sobre isto e o que o Corão diz sobre aquilo do que sobre artigos de teologia cristã. Está cheio de debates entre muçulmanos e não-muçulmanos discutindo questões sobre o que o Corão diz sobre assassinatos de honra e o uso do véu. O que o cristianismo diz não é realmente uma questão de muita importância para ninguém".
gbschmitt#3
Esta última afirmação eu posso comentar: o Cristianismo tradicional acabou há várias décadas (talvez há séculos) na Europa. As únicas igrejas cristãs que crescem na Europa são as pentecostais, frequentadas em sua grande maioria por imigrantes ou seus descendentes. Outra coisa que eu julgo essencial para compreender o "porquê as opiniões do cristianismo não são de muita importância na Europa" é que, infelizmente, o Cristianismo tem se adaptado a tudo. O Cristianismo abraçou o feminismo, abraçou o direito das mulheres, abraçou a cultura do sexo por prazer e está começando a se adaptar ao homossexualismo, uma vez que já existem igrejas que casam homossexuais; as igrejas também estão abraçando a imigração, que está causando danos irreparáveis à Europa. Logo, além de quase inexistir cristãos praticantes, muitos cristãos deles são bastante receptivos a qualquer ideologia ou doutrina nova que aparece, como o comunismo, ambientalismo e outros.

Em tempo: segundo o Brussels Journal, já existem "teorias da conspiração" que explicam a obsessão dos governantes europeus de empurrarem grandes fluxos migratórios para o continente. Segundo elas, os governantes europeus querem substituir a Europa com outro povo. Assim sendo, através do desincentivo à natalidade, aborto etc. o povo europeu caminharia para a extinção dentro de décadas ou um ou dois séculos, enquanto que um outro povo ocuparia o território europeu, através da imigração. O jornal fez até uma brincadeira explicando que só acreditando nestas teorias para entender o que acontece na Europa! Há dez anos atrás, o governo belga legalizou todos os imigrantes em seu país, afirmando que seria a primeira e última vez; prometeu nunca mais fazer isso. Agora, van Rompuy vai soltar a mesma medida, o que culminará com a legalização de mais de 50.000 ilegais, a maioria vindos do Marrocos, e que, certamente, receberão benefícios sociais do Estado.
gbschmitt#4
Já na Grécia, o primeiro-ministro George Papandreou disse que uma das medidas para reduzir o déficit do país será levar todos os imigrantes ilegais para o sistema de seguridade social. Então, ficou fácil. É só entrar ilegalmente, ficar lá escondido alguns anos, e depois o próprio Estado te legaliza e você pode receber os benefícios sociais do governo!

fonte: http://menteconservadora.blogspot.com/2009/12/coluni…s-lanca.html

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