O chefe da Igreja Católica escapou ileso e celebrou normalmente a missa. Nesta sexta-feira, deu sequência à agenda de Natal.
Centenas de mensagens de solidariedade foram enviadas à Santa Sé, incluindo as do presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e do rabino de Roma, Riccardo Di Segni.
Na mensagem 'Urbi et Orbe', Bento XVI reconheceu que "a família humana está profundamente marcada pela grave crise econômica, que antes de mais nada possui caráter moral, e pelas dolorosas feridas de guerras e conflitos".
Sem sair do programa, o Papa falou dos grandes problemas que afetam o mundo, entre eles a emigração, a guerra e a destruição da natureza.
"Diante do êxodo daqueles que emigram de sua terra por causa da fome, da intolerância ou da deterioração ambiental e se vêem forçados a marchar para longe, a Igreja é uma presença que pede o acolhimento", disse o Papa, que em nenhum momento fez menção à agressão de quinta-feira.
Ele também aproveitou a oportunidade para destacar o papel da Igreja na América Latina.
"Em toda a América Latina, o 'nós' da Igreja é fator de identidade, plenitude de verdade e caridade, que não pode ser substituído por nenhuma ideologia".
Nesta parte da benção, Bento XVI ressaltou Honduras e pediu que o país, em crise desde a destituição do presidente Manuel Zelaya, retome o caminho institucional.
Em um pedido ao mundo, o Papa convidou todos "a abandonar qualquer lógica de violência e vingança" e que se "comprometam com renovado vigor e generosidade no caminho de uma convivência pacífica".
A mensagem de Natal foi exibida ao vivo pela televisão a vários países, assim como as imagens da agressão na véspera, que mostram uma mulher, aparentemente com problemas psíquicos, que salta a barreira de segurança, puxa e derruba o Papa quando este avançava pela Basílica de São Pedro ao lado de 30 cardeais.
Centenas de mensagens de solidariedade foram enviadas à Santa Sé, incluindo as do presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e do rabino de Roma, Riccardo Di Segni.
Na mensagem 'Urbi et Orbe', Bento XVI reconheceu que "a família humana está profundamente marcada pela grave crise econômica, que antes de mais nada possui caráter moral, e pelas dolorosas feridas de guerras e conflitos".
Sem sair do programa, o Papa falou dos grandes problemas que afetam o mundo, entre eles a emigração, a guerra e a destruição da natureza.
"Diante do êxodo daqueles que emigram de sua terra por causa da fome, da intolerância ou da deterioração ambiental e se vêem forçados a marchar para longe, a Igreja é uma presença que pede o acolhimento", disse o Papa, que em nenhum momento fez menção à agressão de quinta-feira.
Ele também aproveitou a oportunidade para destacar o papel da Igreja na América Latina.
"Em toda a América Latina, o 'nós' da Igreja é fator de identidade, plenitude de verdade e caridade, que não pode ser substituído por nenhuma ideologia".
Nesta parte da benção, Bento XVI ressaltou Honduras e pediu que o país, em crise desde a destituição do presidente Manuel Zelaya, retome o caminho institucional.
Em um pedido ao mundo, o Papa convidou todos "a abandonar qualquer lógica de violência e vingança" e que se "comprometam com renovado vigor e generosidade no caminho de uma convivência pacífica".
A mensagem de Natal foi exibida ao vivo pela televisão a vários países, assim como as imagens da agressão na véspera, que mostram uma mulher, aparentemente com problemas psíquicos, que salta a barreira de segurança, puxa e derruba o Papa quando este avançava pela Basílica de São Pedro ao lado de 30 cardeais.