Três crianças fizeram perguntas ao Papa. Uma delas perguntou: “O senhor pensou alguma vez que chegaria a ser Papa?”
“Para dizer a verdade – respondeu Bento XVI –, nunca pensei que seria Papa, pois era um menino muito ingênuo, em um pequeno povoado muito distante das cidades, na província esquecida.Éramos felizes de viver nessa província e não pensávamos em outras coisas – continuou dizendo. Naturalmente, conhecemos, veneramos e amamos o Papa – era Pio XI –, mas para nós era uma altura inalcançável, quase outro mundo: era nosso pai, mas, de qualquer forma, uma realidade muito superior a nós.”
Em seguida, o Papa confessou: “Ainda hoje me custa compreender como o Senhor pôde pensar em mim, destinar-me a este ministério. Mas o aceito de suas mãos, ainda que é algo surpreendente e me parece que vai muito além de minhas forças. Mas o Senhor me ajuda”.
Bento XVI também falou aos pequenos sobre brigas. Que ele mesmo em alguns momentos também brigou, mas depois se reconciliou.
“Tenho que dizer que em alguma ocasião naturalmente também briguei, mas depois nos reconciliamos e esquecemos o que havia acontecido. Isso me parece importante. Às vezes, na vida humana parece inevitável brigar; mas o importante é, de qualquer forma, a arte de reconciliar-se, o perdão, voltar a começar e não deixar a amargura na alma”, explicou o Papa.
“Para dizer a verdade – respondeu Bento XVI –, nunca pensei que seria Papa, pois era um menino muito ingênuo, em um pequeno povoado muito distante das cidades, na província esquecida.Éramos felizes de viver nessa província e não pensávamos em outras coisas – continuou dizendo. Naturalmente, conhecemos, veneramos e amamos o Papa – era Pio XI –, mas para nós era uma altura inalcançável, quase outro mundo: era nosso pai, mas, de qualquer forma, uma realidade muito superior a nós.”
Em seguida, o Papa confessou: “Ainda hoje me custa compreender como o Senhor pôde pensar em mim, destinar-me a este ministério. Mas o aceito de suas mãos, ainda que é algo surpreendente e me parece que vai muito além de minhas forças. Mas o Senhor me ajuda”.
Bento XVI também falou aos pequenos sobre brigas. Que ele mesmo em alguns momentos também brigou, mas depois se reconciliou.
“Tenho que dizer que em alguma ocasião naturalmente também briguei, mas depois nos reconciliamos e esquecemos o que havia acontecido. Isso me parece importante. Às vezes, na vida humana parece inevitável brigar; mas o importante é, de qualquer forma, a arte de reconciliar-se, o perdão, voltar a começar e não deixar a amargura na alma”, explicou o Papa.