opor a parcerias de mesmo sexo
LONDRES, Inglaterra, 30 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um conselheiro cristão de questões matrimoniais na Inglaterra juntou-se às crescentes fileiras de homens e mulheres na Inglaterra que foram demitidos por suas convicções cristãs. Gary McFarlane, um antigo advogado e conselheiro de tempo parcial de 48 anos que trabalhava para uma instituição beneficente voltada para aconselhamento de relacionamentos, foi demitido quando se recusou a sancionar relacionamentos de mesmo sexo como equivalentes dos relacionamentos dos casais heterossexuais.
McFarlane perdeu sua chance de recorrer no Tribunal de Apelação Trabalhista em que ele afirmou demissão por injusta causa e discriminação contrária às Normas de Igualdade (Religião e Convicção) Trabalhista de 2003.
McFarlane disse que crê que a Bíblia ensina que a prática sexual de mesmo sexo é imoral e por isso ele nada deveria fazer para apoiá-la. Ele frisou que ele não tinha objeção a outros na instituição beneficente, Relate, que davam aconselhamento para parceiros de mesmo sexo, mas que para ele era um assunto de consciência. Um tribunal do trabalho decidiu em janeiro que ele havia sido demitido de forma errada pela Relate, mas não havia sido vítima de discriminação religiosa ou demissão por injusta causa.
McFarlane disse: “Essa decisão é um aviso claro para as pessoas de consciência nesta nação de que como conseqüência de 12 anos de governo trabalhista [socialista], a elite britânica não mais valoriza os direitos democráticos de seus cidadãos de respeitarem a consciência como um assunto de princípio. A sociedade fica pior quando não permite que as pessoas de consciência exerçam direitos legítimos”.
Ativistas de direitos humanos estão observando que na Inglaterra os cristãos que trabalham em qualquer função nas profissões de assistência aos outros estão cada vez mais vulneráveis à importunação e perdas de emprego quando suas convicções entram em conflito com a ideologia homossexual.
LONDRES, Inglaterra, 30 de novembro de 2009 (Notícias Pró-Família) — Um conselheiro cristão de questões matrimoniais na Inglaterra juntou-se às crescentes fileiras de homens e mulheres na Inglaterra que foram demitidos por suas convicções cristãs. Gary McFarlane, um antigo advogado e conselheiro de tempo parcial de 48 anos que trabalhava para uma instituição beneficente voltada para aconselhamento de relacionamentos, foi demitido quando se recusou a sancionar relacionamentos de mesmo sexo como equivalentes dos relacionamentos dos casais heterossexuais.
McFarlane perdeu sua chance de recorrer no Tribunal de Apelação Trabalhista em que ele afirmou demissão por injusta causa e discriminação contrária às Normas de Igualdade (Religião e Convicção) Trabalhista de 2003.
McFarlane disse que crê que a Bíblia ensina que a prática sexual de mesmo sexo é imoral e por isso ele nada deveria fazer para apoiá-la. Ele frisou que ele não tinha objeção a outros na instituição beneficente, Relate, que davam aconselhamento para parceiros de mesmo sexo, mas que para ele era um assunto de consciência. Um tribunal do trabalho decidiu em janeiro que ele havia sido demitido de forma errada pela Relate, mas não havia sido vítima de discriminação religiosa ou demissão por injusta causa.
McFarlane disse: “Essa decisão é um aviso claro para as pessoas de consciência nesta nação de que como conseqüência de 12 anos de governo trabalhista [socialista], a elite britânica não mais valoriza os direitos democráticos de seus cidadãos de respeitarem a consciência como um assunto de princípio. A sociedade fica pior quando não permite que as pessoas de consciência exerçam direitos legítimos”.
Ativistas de direitos humanos estão observando que na Inglaterra os cristãos que trabalham em qualquer função nas profissões de assistência aos outros estão cada vez mais vulneráveis à importunação e perdas de emprego quando suas convicções entram em conflito com a ideologia homossexual.