Por seis votos a quatro, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o decreto legislativo usado pelas Mesas Diretoras da Câmara e do Senado para conceder o reajuste de 91% nos salários dos parlamentares perdeu a validade.
A maioria dos ministros entendeu que o aumento só poderá ser concedido com a provação de um decreto legislativo a ser votado pelo Plenário das duas Casas.
É o STF fazendo agrado com o dos outros. O deles passou. E foi igualmente imoral. Agora querem ganhar alguma moral com o povão vetando o imoral dos parlamentares.
Noves fora, é bom que isso tenha acontecido. Ideal seria a votação aberta para os parlamentares serem expostos nos jornais. Mas a decisão do Supremo não é feita pela moralidade, mas por marketing.
Mas Ministro do Supremo é indicação. Mesmo sendo juíz. É politicagem da mesma forma.
É como eu disse. A decisão é ótima. Só foi tomada por marketing, e não por lei. Pois os mesmos homens (e Barbie) de toga dobraram a lei para passar seus aumentos.
Quem está lutando muito pelo voto aberto dos parlamentares e não é de hoje é o Gabeira e mesmo Jugman, mas falar deles aqui é ser taxado de ser esquerda pelos nossos grandes intelectuais da comunidade.
Acabou de sair que o congresso pode "revidar" e barrar o aumento do Supremo. Quer dizer, pra coitada da Lei ninguém liga. A politicagem imoral está solta e não há limites.
Mais uma vez fica o alerta. Os poderes brigarem dessa forma só abre as portas para o golpe Chavez-Lulista, que poderão ainda dizer que "o povo queria" que se fechasse o congresso, já que a corja só pensa no próprio bolso e em politicagem barata.
O jogo de cena é entre o Supremo e o Congresso mesmo até o presidente Lula entrar na brincadeira e dizer que respeita a autonomia dos poderes, mas ao mesmo tempo dizer que quer fazer a vontade do povo submetendo pela modarça e pelo suborno as instituições brasileiras.