Os responsáveis pelo Santuário de Fátima, em Portugal, que receberá em maio a visita do papa Bento 16, informaram nesta segunda-feira que vândalos atacaram o local, pichando quatro estátuas da igreja da Santíssima Trindade, e as paredes do templo, com referências ao islã.
A nota diz que os atos ocorreram na madrugada passada e que quatro estátuas que cercam a igreja da Santíssima Trindade foram alvo de pichações "com as palavras Islã, lua, sol, muçulmano e mesquita".
As autoridades do santuário lamentaram o ocorrido e apontaram que a polícia portuguesa investiga o caso.
A polícia disse ter gravações feitas com câmeras de vigilância. Segundo fontes policiais, há no interior da igreja da Santíssima Trindade encontraram mais pichações do gênero. Para a polícia, se trata de um "ato absolutamente isolado, não organizado, nem relacionado com nenhuma organização".
As quatro estátuas pichadas representam os papas Pio 12, Paulo 6° e João Paulo 2° e o bispo D. José Alves Correia da Silva, principal responsável pelo reconhecimento das aparições da Virgem em Fátima em 1917.
O santuário de Fátima, visitado anualmente por centenas de milhares de peregrinos de todo o mundo, deve receber a visita do papa Bento 16 entre 12 e 14 de maio, quando serão realizadas cerimônias na comemoração das aparições da Virgem, reportadas por três crianças e referendadas pela igreja.
Está muito pior do que vocês pensam, amigos. MUITO pior. Eu moro em um país conhecido por sua "tolerância", a Holanda. A grande maioria dos crimes que ocorrem por aqui, segundo Vossestein, em seu livro "Dealing with the Dutch" é cometida por muçulmanos descendentes de marroquinos.
Se você for agredido por um deles, se roubarem sua bicicleta ou seu notebook, nem adianta chamar a polícia. Eles começam a berrar dizendo que estão sendo discriminados e a polícia leva VOCÊ para a delegacia (para prestar queixa) e não encosta neles. Acidentes de carro idem.
Eles deitam e rolam por aqui, recebem dinheiro do governo à 3 por 4, se beneficiam do sistema de saúde e educacional, não se integram com a sociedade local, têm zilhões de filhos. Mas na hora de seguir a lei são "minoria explorada". E o pior é que essa conversa mole AINDA cola com os bobocas europeus. E quando a coisa virar para o lado da América Latina, VAI COLAR também com os bobocas daí.
E os politicos que ousaram falar contra eles e foram assassinados? Nao sei o nome de um atual que eh candidato a nao sei o que e que ja ta recebendo ameacas de morte tambem. Nenhum deles vingou!
Mas o povo da consciente de essa tolerancia que tiveram com todos os estrangeiros nao é reciproca-no caso dos islamicos-e do preco que tao pagando. Nao se se adianta.
Pelo jeito holandes é mais vulneravel-e menos calejado- que frances. Na Franca, pelo jeito, nao teem medo deles. Uma ja foi proibida de entrar na piscina de burkini, agora tao querendo impedir a burka, etc. Na Franca soh o povo que tem medo deles. Tambem, pudera: la toda vez que veem um grupo de mal encarados nas ruas ou gente barbarizando todos ja sabem que sao arabes.
Bom, Mari, não pretendem. O câncer do politicamente-corretismo está por demais entranhado no povo europeu. Para eles é errado FALAR que uma cultura é superior à outra, quanto mais FAZER alguma coisa quanto a isso. Muitos aqui acreditam MESMO que bandido é vítima da sociedade. O sistema policial e penitenciário da Holanda é risível.
Dentre os meus amigos pessoais NENHUM está disposto a tomar alguma ação e quando eu pergunto abertamente: se precisasse lutar pela sua cultura, você lutaria? Eles respondem calmamente que não. Sim, muitos estão incomodados, alguns ousam verbalizar isso e pouquíssimos vão fazer alguma coisa. É assim que vejo.
Eu não sei se por ingenuidade ou comodismo, os holandeses chegam mesmo a achar que a nova geração de muçulmanos (nascida aqui) é mais holandesa que muçulmana. Vi um vídeo sobre isso alguns dias atrás questionando a demografia do vídeo acima. O argumento que ele usa é esse. Você não viu o comentário da Priscila sobre a Inglaterra? Alguns APÓIAM tribunais de exceção, Shari'ah, e poligamia para cidadãos de fé muçulmana. Não vai ter resistência nenhuma.
A França (leia-se Sarkozy e seus aliados) está lutando sozinha. A Suíca esboçou uma frágil reação e parou por aí. Ambas demoraram demais para reagir.
Tomara que Franca tenha algum sucesso e inspire outros paises.
(Sobre o sistema holandes, ateh guarda de transito eh ridiculo. Prefiro mil vezes a oranguisse do Brasil. Certa vez fui abordada por dois guardas que iriam me multar porque atravessei a rua no sinal vermelho pra pedestre qdo soh tinha um carro, ainda na metade do quarteirao, la longe, vindo na direcao de onde eu estava. Aleguei que venho de um lugar onde qdo ha uma distancia razoavel a gente pode atravessar. Esfarrapada, mas acho que made sense pra eles e me liberaram.)
Os que conheco de la estao concerned com essa situacao-do poder que os islamicos estao tendo e impondo...mas entendo que eles sejam minoria.
Olha, eu já morei em Portugal por quase 3 anos e, sinceramente, não creio que isso seja obra de muçumanos. Eles são poucos e bastante quietos em Portugal. Quando se manifestam, não são assim.
Para mim isso foi apenas mais um caso de vandalismo, agravado por ter sido contra um santuário, mas não uma agressão de um grupo religioso contra outro grupo religioso.
A situação no norte italiano é absolutamente idêntica ao que descreves como sendo a holandesa. Acrescento apenas que, aos poucos, o governo e as transnacionais da península (ou seja, em boa monta ainda o governo, tal qual se poderia dizer no Brasil) vêm institucionalizando sem alarde uma política de bilingualismo, dos textos oficiais aos informes publicitários. A TIM, por exemplo, exibe por todas as estações de trem um outdoor com seu plano de ligações para o Marrocos.
Berlusconi, pintado pela mídia brasileira como um "conservador" (quando não "ultra") de tendências xenofóbicas, não leva a cabo nenhuma medida efetiva de controle migratório. Para cada espetáculo de marketing relativo à integração das populações extracomunitárias, há sempre um ato burocrático discreto em sentido oposto. Melhor dizendo, em geral o que se anuncia como controle migratório tem em si mesmo os mecanismos para consolidar e perpetuar o fluos que a alimentam e a subordinação das instituições locais àquelas trazidas pelos imigrantes.