Este grande artigo do jornal Washington Times alerta um facto importantíssimo: ninguém disse, nenhum canal de televisão mostrou, mas em 1º de janeiro de 2010 entrou em vigor o Pacto Euro-Mediterrâneo. Este "Pacto Euro-Mediterrâneo" possui como meta criar uma nova e maior União Europeia, compreendendo tanto a Europa como o norte da África, com o mar Mediterrâneo se tornando um mar doméstico eurabiano. A meta é estabelecer uma "parceria política compreensiva" incluindo uma "área de livre comércio e de integração econômica"; "consideravelmente mais dinheiro para os parceiros (isto é, dinheiro europeu fluindo para o norte da África); e "parceira cultural", o que nada mais é senão a importação da cultura islâmica para a Europa pós-cristã.
De acordo com a SIOE (Stop Islamization of Europe), no plano Euro-Med a "Europa está para ser islamizada. Democracia, cristianismo, a cultura europeia e os europeus estão para ser exterminados da Europa. 50 milhões de norte-africanos de países muçulmanos estão para ser importados para a Europa".
A reportagem ainda afirma que a Inglaterra lançou, em 2008, um programa, com dinheiro do contribuinte, que financia centros de emprego no Mali, norte da África. Além disso, economistas de Bruxelas afirmam que a Europa precisará, até 2050, de 56 milhões de trabalhadores imigrantes para fazer face ao inverno demográfico.
De acordo com a SIOE (Stop Islamization of Europe), no plano Euro-Med a "Europa está para ser islamizada. Democracia, cristianismo, a cultura europeia e os europeus estão para ser exterminados da Europa. 50 milhões de norte-africanos de países muçulmanos estão para ser importados para a Europa".
A reportagem ainda afirma que a Inglaterra lançou, em 2008, um programa, com dinheiro do contribuinte, que financia centros de emprego no Mali, norte da África. Além disso, economistas de Bruxelas afirmam que a Europa precisará, até 2050, de 56 milhões de trabalhadores imigrantes para fazer face ao inverno demográfico.