A liturgia é a primeira prioridade." Bento XVI
domingo, 10 de janeiro de 2010
Um novo movimento litúrgico
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Padre Elílio de Faria Matos Júnior
O Cardeal Antônio Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino, concedeu uma entrevista muito interessante ao vaticanista Paolo Rodari. Confira a notícia aqui. O Cardeal, entre outras coisas, fala da necessidade de fazer nascer na Igreja um novo movimento litúrgico. Aliás, Bento XVI, quando ainda era o Cardeal Ratzinger, publicou um livro – Introdução ao espírito da liturgia – no qual expressa o seu desejo de que na Igreja aconteça um novo movimento litúrgico. Assim, vê-se bem a comunhão de ideias e propósitos que une o Cardeal Cañizares a Bento XVI.
A necessidade de um novo movimento litúrgico se impõe aos tempos atuais porque, hoje talvez mais do que nunca, a autêntica sensibilidade litúrgica corre o sério perigo de esvair-se da consciência dos fiéis em geral. O Cardeal Ratzinger, no seu Introdução ao espírito da liturgia, diz que o tesouro litúrgico da Igreja assemelha-se, nos tempos atuais, a um afresco que corre o risco de desaparecer em virtude da afluência agressiva daqueles que frequentemente o tocam com mãos insensíveis. O afresco, para ser protegido, não pode, evidentemente, ser escondido ou distanciado do Povo de Deus, mas é urgente criar meios para protegê-lo de uma agressividade descabida. E o grande meio de protegê-lo consiste em impulsionar, em toda a Igreja, na hora presente, um verdadeiro movimento litúrgico que nos torne mais conscientes do riquíssimo tesouro da liturgia e, assim, mais aptos a celebrar o culto divino como convém e a acolher a “vida” que Deus nos comunica por meio das ações litúrgicas da Igreja, Esposa de Cristo.
domingo, 10 de janeiro de 2010
Um novo movimento litúrgico
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Padre Elílio de Faria Matos Júnior
O Cardeal Antônio Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto Divino, concedeu uma entrevista muito interessante ao vaticanista Paolo Rodari. Confira a notícia aqui. O Cardeal, entre outras coisas, fala da necessidade de fazer nascer na Igreja um novo movimento litúrgico. Aliás, Bento XVI, quando ainda era o Cardeal Ratzinger, publicou um livro – Introdução ao espírito da liturgia – no qual expressa o seu desejo de que na Igreja aconteça um novo movimento litúrgico. Assim, vê-se bem a comunhão de ideias e propósitos que une o Cardeal Cañizares a Bento XVI.
A necessidade de um novo movimento litúrgico se impõe aos tempos atuais porque, hoje talvez mais do que nunca, a autêntica sensibilidade litúrgica corre o sério perigo de esvair-se da consciência dos fiéis em geral. O Cardeal Ratzinger, no seu Introdução ao espírito da liturgia, diz que o tesouro litúrgico da Igreja assemelha-se, nos tempos atuais, a um afresco que corre o risco de desaparecer em virtude da afluência agressiva daqueles que frequentemente o tocam com mãos insensíveis. O afresco, para ser protegido, não pode, evidentemente, ser escondido ou distanciado do Povo de Deus, mas é urgente criar meios para protegê-lo de uma agressividade descabida. E o grande meio de protegê-lo consiste em impulsionar, em toda a Igreja, na hora presente, um verdadeiro movimento litúrgico que nos torne mais conscientes do riquíssimo tesouro da liturgia e, assim, mais aptos a celebrar o culto divino como convém e a acolher a “vida” que Deus nos comunica por meio das ações litúrgicas da Igreja, Esposa de Cristo.