Pequim, 13 jan (EFE).- O regime chinês realiza uma dura campanha contra o que considera grupos clandestinos de cristãos protestantes, uma das religiões que mais cresceram no país asiático na última década, com 60 milhões de fiéis.
"Os cristãos na China sempre foram perseguidos", afirmou à Agência Efe, Li Jincheng, um protestante de 46 anos de Shandong. "A qualquer momento um cristão pode ser detido e preso", disse o homem, que já foi detido oito vezes, a última, em dezembro.
Para Li, que diz ser filho de um militar comunista e de uma russa, o motivo da perseguição é claro: "o Governo acredita que os cristãos representam à política ocidental" e que seu último alvo é criar um regime que reúna a "ditadura e a religião".
Embora a China seja um estado laico, sua constituição protege a liberdade de crença, sempre e quando os fiéis se organizam em associações autorizadas pelo Governo do Partido Comunista da China (PCCh, no poder desde 1949).
Para os cristãos protestantes ("Jidu Xin Jiao", em chinês) existe o Movimento Patriótico das Três Autonomias e a Associação Cristã da China, que congregam 20 milhões de fiéis; e os católicos ("Tianzhu Jiao") têm a Associação Patriótica Católica, com 5 milhões.
As chamadas "igrejas domésticas", nas quais os cristãos protestantes se reúnem em casa para ler a Bíblia fora da liturgia oficial se proliferaram nos últimos anos e atualmente reúnem de 30 a 60 milhões de fiéis, entre estes, os dissidentes políticos, segundo diferentes estudos.
Nas últimas semanas, a imprensa noticiou perseguições a dezenas de cristãos e a destruição de suas igrejas, como a de 8 de janeiro em Handan, quando 30 cristãos foram detidos, conforme o presidente da Aliança de Iglesias Domésticas da China, o pastor Zhang Mingxuan.
"Os cristãos na China sempre foram perseguidos", afirmou à Agência Efe, Li Jincheng, um protestante de 46 anos de Shandong. "A qualquer momento um cristão pode ser detido e preso", disse o homem, que já foi detido oito vezes, a última, em dezembro.
Para Li, que diz ser filho de um militar comunista e de uma russa, o motivo da perseguição é claro: "o Governo acredita que os cristãos representam à política ocidental" e que seu último alvo é criar um regime que reúna a "ditadura e a religião".
Embora a China seja um estado laico, sua constituição protege a liberdade de crença, sempre e quando os fiéis se organizam em associações autorizadas pelo Governo do Partido Comunista da China (PCCh, no poder desde 1949).
Para os cristãos protestantes ("Jidu Xin Jiao", em chinês) existe o Movimento Patriótico das Três Autonomias e a Associação Cristã da China, que congregam 20 milhões de fiéis; e os católicos ("Tianzhu Jiao") têm a Associação Patriótica Católica, com 5 milhões.
As chamadas "igrejas domésticas", nas quais os cristãos protestantes se reúnem em casa para ler a Bíblia fora da liturgia oficial se proliferaram nos últimos anos e atualmente reúnem de 30 a 60 milhões de fiéis, entre estes, os dissidentes políticos, segundo diferentes estudos.
Nas últimas semanas, a imprensa noticiou perseguições a dezenas de cristãos e a destruição de suas igrejas, como a de 8 de janeiro em Handan, quando 30 cristãos foram detidos, conforme o presidente da Aliança de Iglesias Domésticas da China, o pastor Zhang Mingxuan.