As you may know, anti-American people overseas call the USA the "Great Satan," even though America's record would shame the devil. We have done more good on this Earth than any other nation in history. And once again, the USA has responded big to a disaster taking charge in Haiti, as the American military tries to save as many lives as possible.
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President Obama has pledged $100 million to help the Haitian people. That's in addition to the almost $3 billion we've already give that nation since 1992. The Heritage Foundation estimates that before it's all over, the USA will pour another billion dollars into Haiti. That counts military expenditures and infrastructure rebuilding.
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By comparison, the benevolent nation of China has pledged a little more than $5 million in cash and aid. I mean, how generous is that?
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Russia pledging one mobile hospital and 20 doctors. Putin's another Mother Teresa, isn't he?
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That great humanitarian Hugo Chavez in Venezuela is sending one plane full of relief supplies. You know what, Hugo? Keep your stupid plane.
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Iran is sending 30 tons of food and medicine, a pittance.
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So far, Saudi Arabia, a very wealthy nation, has pledged nothing.
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So you can see who the good guy in the world really is. Without America, this planet would really be in a shambles.
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But don't tell that to the far left. Danny Glover, who could be a nut, accuses the USA of actually harming Haiti. Unbelievable.
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And on the right, there are still people pounding President Obama for reacting quickly to the Haiti earthquake. That's dumb as well.
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There is no question that we Americans are the most generous people on Earth. "Talking Points" will predict that private donations from us will top $100 million. That's in addition to our tax money that's being sent.
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Also, American corporations like Google and Microsoft have already contributed almost $45 million, and that will go up.
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Now if you want to give money to the Haitian people, I suggest the Red Cross, Doctors Without Borders or the Haitian Health Foundation. That's a charity "The Factor" has contributed to for years. Information about the Haitian Health Foundation is on
http://billoreilly.com/.
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So all in all, the Great Satan has come through again. I remain very proud of my country, and I will challenge anyone who doesn't feel the same way.
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(By Bill O'Reilly)
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http://www.foxnews.com/story/0,2933,583261,00.html
A reacao dos franceses, pro-ONU e anti-EUA:
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The U.S. must not 'occupy' Haiti, declares French minister as aid FINALLY trickles through
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http://www.dailymail.co.uk/news/worldnews/article-12…rioters.html
Há 11 dias, passei o comando da força militar da Missão da ONU para Estabilização do Haiti (Minustah) ao general Urano Bacellar. Vivi, durante 15 meses, uma experiência fantástica, pessoal e profissional. Comandei um efetivo de 6.250 militares "capacetes azuis", reunindo contingentes de 13 países, sete deles latino-americanos, e oficiais de Estado-maior de 23 nações. Todos deram tudo de si para cumprir cabalmente as missões recebidas.
A caótica realidade socioeconômica do país levou-me a concluir, de imediato, que construir um ambiente seguro e estável seria viável se combinássemos segurança com projetos de infra-estrutura e desenvolvimento. A doação de mais de US$ 1 bilhão, na Conferência de Washington, em julho de 2004, fez-me crer que canteiros de trabalho, tropas e polícia desdobrar-se-iam, simultaneamente, pelas diversas regiões do país.
Entretanto desculpas inconsistentes continuam adiando providências urgentes no campo econômico e social, obrigando os militares a realizar ações humanitárias que fogem a sua alçada.
Várias vezes, expressei minha discordância quanto à estratégia adotada pela "comunidade internacional" em relação ao Haiti. Fazia eco às manifestações de desapontamento do embaixador chileno Juan Gabriel Valdés, representante especial do secretário-geral da ONU e chefe da missão, e dos governos de países latinos. O Brasil e a Espanha ameaçaram, inclusive, retirar seus efetivos militares. Até agora, pouquíssimo aconteceu de prático e visível.
Deixei o Haiti convicto de que somente a geração maciça de postos de trabalho melhorará as condições de vida e criará uma esperança de futuro para os jovens haitianos. Exigir uma segurança impecável para aplicar recursos quando 80% da força de trabalho não possui emprego formal e 70% do povo sobrevive miseravelmente com uma refeição diária soa utópico e até mesmo cruel.
Até agora, cabe quase que exclusivamente aos vetores de segurança criar condições para o cumprimento da resolução do Conselho de Segurança da ONU. Um desses vetores, a Polícia Nacional do Haiti (PNH), única força legal do país, reconhecidamente destemida, enfrenta sérios problemas de equipamento, pessoal e adestramento, além de ser alvo de acusações freqüentes de envolvimento em atos ilícitos. Por isso, operações conjuntas, necessárias e inevitáveis, constituem, sempre, fator de risco para os capacetes azuis.
Li e ouvi acusações contra a Minustah. Injustas e precoces, esquecem que a instalação de uma missão de paz advém de uma série crise e da necessidade de evitar um mal maior. No caso do Haiti, inegavelmente um grande desafio, até os pessimistas de plantão reconhecem que, sem a intervenção da ONU, teria explodido uma sangrenta guerra civil.
A Minustah, apenas em dezembro de 2004, atingiu um efetivo próximo do previsto pelo mandato. Ainda assim, realiza um profícuo trabalho. Há cinco meses, o interior do Haiti encontra-se inteiramente calmo. Porto Príncipe, capital do país, viveu, em maio e junho, um pico de violência. O número de seqüestros cresceu, e ações de gangues armadas contra estabelecimentos comerciais e industriais ameaçaram a frágil economia haitiana. Por coincidência, renovávamos, à época, os contingentes responsáveis pela segurança da cidade: Brasil, Jordânia, Peru e Sri Lanka.
Graças à atuação conjunta de militares, PNH e polícia internacional, controlamos a situação, e a cidade retomou a tranqüilidade. O terceiro contingente brasileiro, melhor treinado e valendo-se da experiência dos anteriores, restabeleceu, apoiado pela população, a lei e a ordem no bairro crítico de Bel Air. Resta, ainda, uma única área problema: a paupérrima e gigantesca favela de Cité Soleil, com cerca de 300 mil habitantes, isolada e subjugada a gangues que, diariamente, enfrentam, à bala, as patrulhas de capacetes azuis.
A situação exigirá um trabalho duro, persistente e demorado, incluindo ações de governo, em uma solução compatível com uma força de paz, sem o uso indiscriminado da violência, como desejam alguns inescrupulosos.
As eleições acontecerão, com certeza. Mais de 400 postos, espalhados em todo o país, já acolheram mais de 2 milhões de inscritos, sem qualquer incidente relevante. Como insiste o embaixador Valdés, não serão eleições austríacas nem suíças. Esperamos dos julgadores a mesma tolerância demonstrada ao analisar pleitos efetuados, recentemente, em outras zonas "quentes".
Penso que o futuro do Haiti depende, fundamentalmente, da participação solidária dos países latino-americanos. Nossa familiaridade com problemas semelhantes poderá ajudar o futuro governo na busca de soluções viáveis e duradouras.
Espero que o fantástico e sofrido povo haitiano, pioneiro na conquista da sua independência, assuma o papel que lhe cabe, esqueça as desavenças do passado, aproveite a presença estrangeira (bem-intencionada e financeiramente poderosa), escolha bem os seus futuros governantes e se una em torno de um pacto de governabilidade, capaz de restabelecer a democracia e o Estado de direito, reconstruir o país e pavimentar um futuro melhor.
*Augusto Heleno Ribeiro Pereira, 57, general-de-divisão combatente do Exército brasileiro, foi comandante militar da Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti (Minustah) de junho de 2004 a setembro de 2005.