Rio de Janeiro (RJ), 15 de Janeiro de 2010
Ministério da Defesa
Brasília – Capital Federal
Ministro da Defesa
Sr. Nelson Jobim
Senhor Ministro,
Nessa hora de luto nacional, pela morte de vários militares e civis brasileiros em terras haitianas, não posso deixar de exprimir a minha indignação pelo seu comportamento como Ministro da Defesa e Chefe das Forças Armadas Brasileiras.
Sua viagem para o Haiti foi um dos maiores fiascos históricos do Brasil e mancha, definitivamente, tanto a história das nossas Forças Armadas, como a sua própria história.
Em pleno solo haitiano, as Forças Armadas Brasileiras, com o seu Ministro da Defesa junto, formalmente principais responsáveis pelo MINUSTAH foram literalmente expulsas da administração e segurança do Aeroporto Internacional de Port-Au-Prince, Haiti, área agora ocupada pelas Forças Armadas Norte-Americanas, que trataram de estabelecer um perímetro de segurança e de estabelecer ordem no espaço aéreo haitiano, que também se encontrava numa situação de caos absoluto.
Para coroar sua fracassada viagem, no retorno você embarca em seu avião da Força Aérea Brasileira com o corpo da missionária Dra. Zilda Arns (deixo claro que respeito o fantástico trabalho daquela senhora) e deixa para trás TODOS os militares falecidos na região!!! Que insensibilidade, Ministro!!!
Ministério da Defesa
Brasília – Capital Federal
Ministro da Defesa
Sr. Nelson Jobim
Senhor Ministro,
Nessa hora de luto nacional, pela morte de vários militares e civis brasileiros em terras haitianas, não posso deixar de exprimir a minha indignação pelo seu comportamento como Ministro da Defesa e Chefe das Forças Armadas Brasileiras.
Sua viagem para o Haiti foi um dos maiores fiascos históricos do Brasil e mancha, definitivamente, tanto a história das nossas Forças Armadas, como a sua própria história.
Em pleno solo haitiano, as Forças Armadas Brasileiras, com o seu Ministro da Defesa junto, formalmente principais responsáveis pelo MINUSTAH foram literalmente expulsas da administração e segurança do Aeroporto Internacional de Port-Au-Prince, Haiti, área agora ocupada pelas Forças Armadas Norte-Americanas, que trataram de estabelecer um perímetro de segurança e de estabelecer ordem no espaço aéreo haitiano, que também se encontrava numa situação de caos absoluto.
Para coroar sua fracassada viagem, no retorno você embarca em seu avião da Força Aérea Brasileira com o corpo da missionária Dra. Zilda Arns (deixo claro que respeito o fantástico trabalho daquela senhora) e deixa para trás TODOS os militares falecidos na região!!! Que insensibilidade, Ministro!!!