'Mensalinho' de Ribeirão Preto: denúncia arquivada
A Justiça decretou o arquivamento da investigação e da denúncia criminal contra um grupo de nove antigos assessores e aliados políticos do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci durante sua gestão como prefeito de Ribeirão Preto (SP), em 2002, informa nesta quinta-feira (21/1) o repórter Fausto Macedo, do jornal "O Estado de S.Paulo".
O juiz Lúcio Alberto Eneas da Silva Ferreira, da 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto concluiu pela "falta de provas" de desvios de verbas públicas no episódio que ficou conhecido como a "máfia do lixo". Em junho, o STF rejeitou a acusação contra o ex-ministro e o processo relativo aos outros denunciados desceu para a primeira instância.
O inquérito foi aberto em 2005 a partir de revelações de Rogério Tadeu Buratti, ao afirmar que Palocci recebia um "mensalinho" de R$ 50 mil para favorecer a empreiteira Leão & Leão. O juiz entendeu que a acusação "não encontra amparo nos documentos".
A Justiça decretou o arquivamento da investigação e da denúncia criminal contra um grupo de nove antigos assessores e aliados políticos do ex-ministro da Fazenda Antônio Palocci durante sua gestão como prefeito de Ribeirão Preto (SP), em 2002, informa nesta quinta-feira (21/1) o repórter Fausto Macedo, do jornal "O Estado de S.Paulo".
O juiz Lúcio Alberto Eneas da Silva Ferreira, da 4ª Vara Criminal de Ribeirão Preto concluiu pela "falta de provas" de desvios de verbas públicas no episódio que ficou conhecido como a "máfia do lixo". Em junho, o STF rejeitou a acusação contra o ex-ministro e o processo relativo aos outros denunciados desceu para a primeira instância.
O inquérito foi aberto em 2005 a partir de revelações de Rogério Tadeu Buratti, ao afirmar que Palocci recebia um "mensalinho" de R$ 50 mil para favorecer a empreiteira Leão & Leão. O juiz entendeu que a acusação "não encontra amparo nos documentos".