PEQUIM - A China suspendeu as visitas militares entre americanos e chineses neste sábado em protesto contra a negociação dos Estados Unidos com Taiwan, que pretende comprar US$ 6 bilhões em armamento do país americano. Pequim também alertou Washington que a venda terá "repercussões que nenhum dos dois países quer ver acontecerem", disse o ministro da Defesa chinês, segundo a agência de notícias estatal Xinhua.
Taiwan tem um governo próprio e se separou de Pequim em 1949, mas a China continua considerando a ilha como uma província separatista. O governo da China tem centenas de mísseis apontados para Taiwan e já ameaçou usar a força para retomar o controle do território.
A China também ameaçou impor sanções a empresas americanas que vendem armas a Taiwan, e o governo do país aumentou a polêmica sobre uma crise que pode abrir mais rachaduras na já estremecida relação entre os dois países.
O Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Defesa e o Gabinete Chinês para Assuntos de Taiwan se juntaram em suas ameaças, incluindo a de que as vendas de armas afetariam a cooperação entre China e EUA para importantes assuntos internacionais e regionais.
- Os Estados Unidos devem ser responsabilizados por sérias repercussões se não reverterem imediatamente a decisão errônea de vender armas a Taiwan - disse o vice-ministro das Relações Exteriores da China, He Yafei, ao embaixador dos EUA no país, Jon Huntsman.
Ele afirmou que Taiwan é o "mais importante e delicado assunto nas relações sino-americanas", em comentários publicados no website da chancelaria.
Em 2008, a China tomou a mesma medida depois que o governo do ex-presidente americano George W. Bush anunciou uma venda bilionária de armas para Taiwan - a questão mais sensível nas relações entre EUA e China. O mais recente negócio poderia complicar a cooperação que os EUA procura em questões que variam desde o programa nuclear iraniano à censura da internet.
Taiwan tem um governo próprio e se separou de Pequim em 1949, mas a China continua considerando a ilha como uma província separatista. O governo da China tem centenas de mísseis apontados para Taiwan e já ameaçou usar a força para retomar o controle do território.
A China também ameaçou impor sanções a empresas americanas que vendem armas a Taiwan, e o governo do país aumentou a polêmica sobre uma crise que pode abrir mais rachaduras na já estremecida relação entre os dois países.
O Ministério das Relações Exteriores, o Ministério da Defesa e o Gabinete Chinês para Assuntos de Taiwan se juntaram em suas ameaças, incluindo a de que as vendas de armas afetariam a cooperação entre China e EUA para importantes assuntos internacionais e regionais.
- Os Estados Unidos devem ser responsabilizados por sérias repercussões se não reverterem imediatamente a decisão errônea de vender armas a Taiwan - disse o vice-ministro das Relações Exteriores da China, He Yafei, ao embaixador dos EUA no país, Jon Huntsman.
Ele afirmou que Taiwan é o "mais importante e delicado assunto nas relações sino-americanas", em comentários publicados no website da chancelaria.
Em 2008, a China tomou a mesma medida depois que o governo do ex-presidente americano George W. Bush anunciou uma venda bilionária de armas para Taiwan - a questão mais sensível nas relações entre EUA e China. O mais recente negócio poderia complicar a cooperação que os EUA procura em questões que variam desde o programa nuclear iraniano à censura da internet.