Convidados recentemente pelo novo Pechter Middle East Polls a formular três perguntas a 1000 representantes egípcios e a 1000 sauditas urbanos, o Middle East Forum focou no Irã e em Israel, países estes que mais polarizam a região. Os resultados são esclarecedores.
(Nota técnica: Os respondentes foram entrevistados frente a frente em árabe, nas suas próprias casas usando um questionário estruturado durante o mês de novembro por uma empresa comercial local, particular, confiável, com um histórico sólido. A margem de erro é de três por cento para mais ou para menos).
Irã Na guerra fria do Oriente Médio de hoje, a República Islâmica do Irã lidera o bloco revolucionário enquanto os governos da Arábia Saudita e do Egito lideram o bloco contrário, o do status quo. Quão ansiosas estão as populações sauditas e egípcias em relação à escalada de armamentos nucleares iranianos? Pechter Polls fez duas perguntas para a pesquisa do MEF: "Assumindo que o governo iraniano continue com o seu programa de enriquecimento de urânio, você apoiaria um ataque às instalações nucleares iranianas?" e "Sobre um ataque americano às instalações nucleares iranianas?".
No Egito, 17 por cento apóiam um ataque israelense e 25 por cento apóiam um ataque americano. Na Arábia Saudita, os números, respectivamente são 25 e 35 por cento. Apoio a um ataque israelense é surpreendentemente alto, enquanto a um ataque americano, em termos gerais, o que eu esperava. Esses números confirmam uma análise recém terminada dos dados da pesquisa realizada por David Pollock do Washington Institute for Near East Policy (Instituto Washington para Política do Oriente Próximo), que revelou um "nível excepcionalmente alto de apoio — especialmente entre os sauditas — a uma medida dura contra o programa nuclear do Irã".
(Nota técnica: Os respondentes foram entrevistados frente a frente em árabe, nas suas próprias casas usando um questionário estruturado durante o mês de novembro por uma empresa comercial local, particular, confiável, com um histórico sólido. A margem de erro é de três por cento para mais ou para menos).
Irã Na guerra fria do Oriente Médio de hoje, a República Islâmica do Irã lidera o bloco revolucionário enquanto os governos da Arábia Saudita e do Egito lideram o bloco contrário, o do status quo. Quão ansiosas estão as populações sauditas e egípcias em relação à escalada de armamentos nucleares iranianos? Pechter Polls fez duas perguntas para a pesquisa do MEF: "Assumindo que o governo iraniano continue com o seu programa de enriquecimento de urânio, você apoiaria um ataque às instalações nucleares iranianas?" e "Sobre um ataque americano às instalações nucleares iranianas?".
No Egito, 17 por cento apóiam um ataque israelense e 25 por cento apóiam um ataque americano. Na Arábia Saudita, os números, respectivamente são 25 e 35 por cento. Apoio a um ataque israelense é surpreendentemente alto, enquanto a um ataque americano, em termos gerais, o que eu esperava. Esses números confirmam uma análise recém terminada dos dados da pesquisa realizada por David Pollock do Washington Institute for Near East Policy (Instituto Washington para Política do Oriente Próximo), que revelou um "nível excepcionalmente alto de apoio — especialmente entre os sauditas — a uma medida dura contra o programa nuclear do Irã".