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Evangélico que matou médico que fazia abortos pode

Iniciado por gbschmitt em 01/02/2010 · 3 mensagens

gbschmitt#1
ser condenado a prisão perpétua

Scott Roeder, de 51 anos, se declarou inocente da acusação de assassinato, alegando que havia cometido homicídio para prevenir males maiores.

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Ele baleou o médico George Tiller, um dos poucos que praticava abortos em estágios avançados da gravidez no Kansas, em uma igreja na cidade de Wichita, em 31 de maio de 2009.

Roeder pode pegar prisão perpétua com possibilidade de liberdade condicional somente após 25 anos. Ele deve receber a sentença no dia 9 de março.

Os juizes levaram apenas 37 minutos para declará-lo culpado de assassinato em primeiro grau.

Ele foi acusado ainda de agressão grave por ter apontado uma arma contra dois funcionários da igreja após balear Tiller.

Crime

Tiller praticava abortos após as 21 semanas de gravidez

Os advogados de Roeder esperavam que ele pudesse ser condenado por uma crime menor, de homicídio voluntário.

Mas o juiz Warren Wilbert decidiu que essa acusação não poderia ser considerada porque o aborto, inclusive em estágio avançado, é permitido por lei no Kansas.

O juiz descartou ainda a possibilidade de acusá-lo por assassinato de segundo grau, que não envolve premeditação.

Na quinta-feira, Roeder disse ao Tribunal em Wichita que fez o que achava que era “necessário para proteger as crianças”.

“Eu atirei nele”, disse Roeder. “Se eu não fizesse, os bebês morreriam no dia seguinte”.

O correspondente da BBC em Washington Adam Brookes disse que Tiller vinha sendo alvo de muitos ativistas contra o aborto por muitos anos porque praticava abortos, especialmente em estágios avançados.

A clínica do médico era uma das três nos EUA que praticavam o aborto nesse estágio, ou seja, depois de 21 semanas de gravidez.

A segurança do estabelecimento foi reforçada após um ataque a bomba em 1986. O médico já havia sobrevivido a um ataque contra sua vida em 1993.
gbschmitt#2
gbschmitt#3
Pastor luterano é preso após condenar o aborto

O pastor luterano Johannes Lerle, de 55 anos, foi condenado a um ano de prisão pela Corte de Ernangen por supostamente ter incitado a oposição ao aborto. Ele comparou o assassinato de um feto ao que chamou de “Holocausto contemporâneo”.

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Berlim é considerada a capital do aborto. Para cada 1000 bebês que nascem, 344 outros são abortados na barriga das mães.

Por ano são feitos pelo menos 150 mil abortos na Alemanha, segundo estatísticas oficiais, número que cresce a cada ano.

Johannes disse ainda que o assassinato de bebês em formação é semelhante à morte de judeus em Auschwitz, durante a 2ª Guerra Mundial.

Antes disso ele permaneceu preso por oito meses por ter chamado os defensores do aborto de “assassinos profissionais”.

“A Corte alemã alega que os fetos em formação não são humanos”, disse uma defensora ativista Pró-Vida, que pediu anonimato, ao reverendo Paul Ciniraj, diretor do Ministério Voz de Salém.

Em 2005, a ativista em favor do direito à vida, Günter Annen, foi condenada a passar 50 dias na prisão porque pediu o fim “dessa prática médica injusta do aborto”.

De acordo com a Corte alemã que julgou o caso, a expressão “injusta” significaria ilegal, o que não é verdade no país, pois o aborto é permitido até o terceiro mês de gestação.

fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/pastor-luterano-e-…-aborto.html

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