WASHINGTON - Os Estados Unidos estudam a possibilidade de acabar com a atual política sobre a presença de homossexuais nas Forças Armadas do país, conhecida como "não pergunte, não conte", e passar a permitir a presença de militares abertamente gays.
Em depoimento à Comissão de Serviços Armados do Senado nesta terça-feira, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas americanas, o almirante Mike Mullen, disse que permitir que homossexuais assumidos sirvam às Forças Armadas "é a coisa certa a fazer".
- De qualquer ângulo que eu observe esta questão, não posso deixar de ficar perturbado com o fato de que temos em vigor uma política que obriga jovens homens e mulheres a mentir sobre quem são para poder defender os cidadãos de seu país - disse Mullen, ao ressaltar que essa é sua opinião pessoal.
Também em depoimento ao Senado, o secretário de Defesa, Robert Gates, anunciou a criação de um grupo de trabalho, formado por representantes civis e militares, para estudar ao longo de um ano a possibilidade de revisão da atual política e os efeitos que isso teria sobre as Forças Armadas.
Os depoimentos de Gates e de Mullen, os dois principais nomes da Defesa dos Estados Unidos, foram vistos por analistas como um passo importante em direção à mudança nas regras.
Em seu discurso do Estado da União, na semana passada, o presidente Barack Obama já havia prometido acabar com a proibição da presença de homossexuais assumidos nas Forças Armadas. A revisão da lei depende do Congresso.
.......Dados do Pentágono indicam que, somente no ano passado, 428 militares deixaram as Forças Armadas por serem homossexuais assumidos. Em 2008 foram 619.
No total, calcula-se que cerca de 11 mil militares tenham sido dispensados desde a entrada da lei em vigor.
Em depoimento à Comissão de Serviços Armados do Senado nesta terça-feira, o chefe do Estado Maior das Forças Armadas americanas, o almirante Mike Mullen, disse que permitir que homossexuais assumidos sirvam às Forças Armadas "é a coisa certa a fazer".
- De qualquer ângulo que eu observe esta questão, não posso deixar de ficar perturbado com o fato de que temos em vigor uma política que obriga jovens homens e mulheres a mentir sobre quem são para poder defender os cidadãos de seu país - disse Mullen, ao ressaltar que essa é sua opinião pessoal.
Também em depoimento ao Senado, o secretário de Defesa, Robert Gates, anunciou a criação de um grupo de trabalho, formado por representantes civis e militares, para estudar ao longo de um ano a possibilidade de revisão da atual política e os efeitos que isso teria sobre as Forças Armadas.
Os depoimentos de Gates e de Mullen, os dois principais nomes da Defesa dos Estados Unidos, foram vistos por analistas como um passo importante em direção à mudança nas regras.
Em seu discurso do Estado da União, na semana passada, o presidente Barack Obama já havia prometido acabar com a proibição da presença de homossexuais assumidos nas Forças Armadas. A revisão da lei depende do Congresso.
.......Dados do Pentágono indicam que, somente no ano passado, 428 militares deixaram as Forças Armadas por serem homossexuais assumidos. Em 2008 foram 619.
No total, calcula-se que cerca de 11 mil militares tenham sido dispensados desde a entrada da lei em vigor.
