O médico pediatra, deputado federal e coordenador da Frente Parlamentar LGBT na região Sul do país, Dr. Rosinha, escreveu um artigo defendendo os diretos de inclusão, de identidade social e o fim do preconceito que os grupos de gays, lésbicas, travestis, transexuais sofrem constantemente em nossa sociedade. No artigo, ele conta como foi o início de sua vida aqui em Curitiba, as primeiras pessoas com que conviveu na pensão que morou.
Ele se intitula capiau vindo do interior, em 1969, tinha pouco dinheiro morou em um pensão simples com pessoas simples, conheceu gays assumidos e enrustidos devido a ditadura militar. Em um trecho do artigo, ele comenta como eram excluídos “Ambos, capiaus e homossexuais, éramos rejeitados pela sociedade curitibana. Excluídos, construíamos nossos próprios habitats, mundos, vidas. Os capiaus, com muito estudo e esforço, iam individualmente e aos poucos se inserindo na sociedade. Através do trabalho e de casamentos, conquistaram seus espaços sociais.”
Aos poucos, os excluídos foram conquistando seu espaço na sociedade curitibana, estudando, trabalhando, enfim criando um novo mundo para suas vidas. Rosinha acha muito importante a batalha pelos direitos de igualdade e diz que um ato político que une milhares de pessoas no mundo é a Parada da Diversidade. Ressalta que a Parada é um grito de liberdade uma maneira de lutar pelos direitos, querendo paz, igualdade e justiça, pois todo o cidadão tem o mesmo direito independente de sua orientação sexual.
O texto, que segue na íntegra, será publicado no jornal da Parada da Diversidade de Curitiba, que será realizada no próximo dia 27.
Ele se intitula capiau vindo do interior, em 1969, tinha pouco dinheiro morou em um pensão simples com pessoas simples, conheceu gays assumidos e enrustidos devido a ditadura militar. Em um trecho do artigo, ele comenta como eram excluídos “Ambos, capiaus e homossexuais, éramos rejeitados pela sociedade curitibana. Excluídos, construíamos nossos próprios habitats, mundos, vidas. Os capiaus, com muito estudo e esforço, iam individualmente e aos poucos se inserindo na sociedade. Através do trabalho e de casamentos, conquistaram seus espaços sociais.”
Aos poucos, os excluídos foram conquistando seu espaço na sociedade curitibana, estudando, trabalhando, enfim criando um novo mundo para suas vidas. Rosinha acha muito importante a batalha pelos direitos de igualdade e diz que um ato político que une milhares de pessoas no mundo é a Parada da Diversidade. Ressalta que a Parada é um grito de liberdade uma maneira de lutar pelos direitos, querendo paz, igualdade e justiça, pois todo o cidadão tem o mesmo direito independente de sua orientação sexual.
O texto, que segue na íntegra, será publicado no jornal da Parada da Diversidade de Curitiba, que será realizada no próximo dia 27.