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Dr. Rosinha defensor dos gays

Iniciado por dorian em 03/02/2010 · 11 mensagens

dorian#1
O médico pediatra, deputado federal e coordenador da Frente Parlamentar LGBT na região Sul do país, Dr. Rosinha, escreveu um artigo defendendo os diretos de inclusão, de identidade social e o fim do preconceito que os grupos de gays, lésbicas, travestis, transexuais sofrem constantemente em nossa sociedade. No artigo, ele conta como foi o início de sua vida aqui em Curitiba, as primeiras pessoas com que conviveu na pensão que morou.

Ele se intitula capiau vindo do interior, em 1969, tinha pouco dinheiro morou em um pensão simples com pessoas simples, conheceu gays assumidos e enrustidos devido a ditadura militar. Em um trecho do artigo, ele comenta como eram excluídos “Ambos, capiaus e homossexuais, éramos rejeitados pela sociedade curitibana. Excluídos, construíamos nossos próprios habitats, mundos, vidas. Os capiaus, com muito estudo e esforço, iam individualmente e aos poucos se inserindo na sociedade. Através do trabalho e de casamentos, conquistaram seus espaços sociais.”

Aos poucos, os excluídos foram conquistando seu espaço na sociedade curitibana, estudando, trabalhando, enfim criando um novo mundo para suas vidas. Rosinha acha muito importante a batalha pelos direitos de igualdade e diz que um ato político que une milhares de pessoas no mundo é a Parada da Diversidade. Ressalta que a Parada é um grito de liberdade uma maneira de lutar pelos direitos, querendo paz, igualdade e justiça, pois todo o cidadão tem o mesmo direito independente de sua orientação sexual.

O texto, que segue na íntegra, será publicado no jornal da Parada da Diversidade de Curitiba, que será realizada no próximo dia 27.
dorian#2
Gênero humano

Dr.Rosinha

Vim viver em Curitiba no início de 1969. Anos duros de ditadura, mas eu não sabia. Não sabia o que era uma ditadura. Vim do sítio direto para a capital, e aqui eu era o verdadeiro capiau.

Tudo novidade e tudo obscuro. Tudo curiosidade e medo. Tudo esperança e preocupação: e se não der certo?

Vim morar na Rua Riachuelo. Era o único local possível de se morar com pouco dinheiro. A noite na Riachuelo, para um capiau como eu, era tomada de assombro, curiosidade e o cheiro de sexo das prostitutas que por lá vagavam. Também andavam por lá alguns gays.

Fui morar numa pensão onde, algum tempo depois, conheci um gay. Um bancário que trabalhava no Bradesco. Na mesma pensão, morava também um estudante vindo do interior que só saía com gays. Era um homossexual e negava. Era tudo enrustido, tudo oprimido. Era a ditadura.

Ambos, capiaus e homossexuais, éramos rejeitados pela sociedade curitibana. Excluídos, construíamos nossos próprios habitats, mundos, vidas. Os capiaus, com muito estudo e esforço, iam individualmente e aos poucos se inserindo na sociedade. Através do trabalho e de casamentos, conquistaram seus espaços sociais.

A comunidade de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais (LGBT) continua na árdua batalha da afirmação: sou gênero humano, mereço respeito e tenho direitos.

De início, alguns poucos se autoidentificam como homossexuais. Hoje, já organizados em várias ONGs, lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais lutam por dignidade. E um importante ato político é a Parada da Diversidade, que une milhares de pessoas em vários cantos do mundo.

A importância política de atos como esse é demonstrada pelo próprio tema que abordam. O tema da edição deste ano da Parada da Diversidade em Curitiba (“Seus direitos, nossos direitos, direitos humanos”) deixa claro pelo que clamam.
dorian#3
Clamam pelo direito de inclusão e de identidade social e pelo fim do preconceito. São homens e mulheres que têm direito à identidade e não ao tratamento pejorativo de “viado” ou “sapatão”, como usualmente são chamados e chamadas.

As paradas da diversidade servem para pôr a cara pra fora, dar o grito de identidade e mostrar à sociedade que, na rua, caminha mais um filho seu que quer paz, liberdade e justiça. Por isso, também pedem “o fim da violência e da impunidade”.

Assim como os capiaus, as pessoas LGBT conquistarão seus direitos, se libertarão da ditadura da sociedade e construirão a sua identidade e visibilidade.Sair da opressão da noite, para o sol da igualdade. Por isso lutamos.

Dr. Rosinha, médico pediatra, é deputado federal e coordenador da Frente Parlamentar LGBT na região Sul do país.

Fonte:http://www.revistaladoa.com.br/website/artigo.asp?co…188&id=13457
dorian#4
O Olavo citou essa "Rosinha" em um dos T.O.
dorian#5
A entrevista seria cômica, se não fosse trágica. E isso partindo de um médico pediátra, é "prá acabar"!
paulo_14#6
Como eu disse antes:

Esse povo acha que se vestir de mulher e dar o cú gera direitos civis.

Olha a cara do Dr. Rosinha. Isso é um biltre, um embusteiro.

Merece o troféu chute no rabo de hoje.
dorian#7
Na entrevista ele só faltou dizer que também ia pra cama com as bichas.
Sei não, eu acho que esse cara é um marqueteiro, pois quem em sã consciência adotaria o nome Rosinha, a não ser para angariar votos dos gays?
luizleone#8
O cara é Pediatra ou Pedofilo?
dorian#9
"O cara é Pediatra ou Pedofilo?"

Acho que podemos chamá-lo PEDERASTA com título de médico.
almircastro#10
QUE ELE TEM UMA CARA MAU=PILLANTRA AH ISTO ELE TEM!!! KKKK
gabriel_2#11
Esse Dr. Rosinha/ Dr. Calcinha(como o Olavo também chamou em um dos T.O) defendeu também o uso obrigatório da bandeira do Mercosul em locais públicos, não?

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