Chavez tranforma 4 agentes cubanos generais de brigada venezuelanos.
"Chávez resolveu comunicar que iria dar nacionalidade venezuelana a quatro coronéis cubanos, promovê-los a generais de brigada e nomeá-los como chefes de unidades de elite do Exército venezuelano."
(Notalatina) - A Venezuela, hoje, está funcionando assim como uma bolha, prestes a estourar. Há meses que a popularidade de Chávez vem despencando, conforme eu já havia denunciado nesta postagem, e o seu desespero já transborda além das fronteiras do país. A pressão cubana pelo golpe final se intensifica e, como não consegue agir com a rapidez que lhe é exigida, Chávez dispara para todos os lados e joga a culpa nos estudantes, na "oligarquia", no presidente Uribe e nos "yanques". Com o fechamento do que restava da RCTV, os estudantes voltaram às ruas para protestar pacificamente, como sempre fizeram, e foram recebidos com mais violência ainda. Agora existe uma "arma" que mais se assemelha a um instrumento de tortura medieval, conforme pode-se ver na foto, do mesmo modo que a desproporção de ataques de três policiais contra UM único estudante.
Mas os defensores dos direitos humanos não vêem isso ou, se calhar, não acham que haja qualquer desrespeito, afinal, se é contra um "anti-revolucionário" da ditadura do camarada bolivariano, vale tudo.
E as renúncias vêm seguindo-se umas às outras como um castelo de cartas ruindo. Apesar da lealdade ao bolivarianismo chavista e de continuarem sendo tão comunistas quanto antes, essas renúncias obedecem a uma revolta em não quererem se sujeitar ao domínio cubano. Há já muitos anos que os agentes cubanos ocupam postos de comando no Estado, usurpando o legítimo direito dos venezuelanos: a primeira invasão se deu em 2002, quando para destruir a greve geral da PDVSA (com o apoio do recém-eleito Lula, que enviou um navio com gasolina para o "cumpanhêro"), o ditador Chávez demitiu 22.000 funcionários especializados e os substituiu pelos cubanos que não entendem NADA de petróleo, o que está acabando com a estatal petroleira; introduziu as malfazejas "missões", com um contingente de mais de 20.000 agentes cubanos disfarçados de médicos, professores e técnicos desportivos; colocou como dirigentes de todas as Notarias (cartórios de registros civil e de imóveis) do país mais agentes cubanos, além de sua guarda pessoal - quase 100 escoltas, como seu amo Fidel - e da infiltração nas Forças Armadas. A esse respeito, lembro do caso dos soldados incendiados por um lança-chamas, feito por um oficial cubano que em seguida foi mandado de volta à Cuba para abafar o caso, e que o Notalatina denunciou na ocasião.
O povo da Venezuela vai herdar do chavismo um país arrasado sem espectativas e de futuro muito incerto. Os próximos passos na Venezuela serão decisivos: ou o Foro através do Chapolin vence e começa a espalhar sua truculência pelos demais canos da Latrina, o que será o começo do nosso fim, ou então eles afogam-se na própria merda, o que será o começo do fim deles.
Amigo, não sei se isso ocorre com vc também: Quando leio notícias como estas , especificamente da Venezuela, cujo presidente tem total e irrestrito apoio dos camaradas brasileiros e em especial do sapo barbudo, a sensação é a de estar vivendo em um manicômio e tentando sem sucesso fazer com que os loucos enxerguem a realidade.
Enfim, a sensação é de total impotência.
A queda do Muro (1990) e a consequente unificação da Alemanha foram a prova cabal, para o Universo inteiro, da superioridade do regime capitalista (ou democrártico de fato) sobre o comunismo; bastava comparar as realidades das duas Alemanhas, agora unificadas, para convencer qualquer fanático leninista da inviabilidade econômica do regime inventado por Marx e Engels.
O desmonoramento do império soviético (1991) acabou por convencer até mesmo os mais céticos que a Guerra Fria já tinha um vencedor, afinal todos as safadezas totalitárias dos soviéticos, notadamente as ações da KGB, podiam ser pesquisadas e foram divulgadas; a falência das estatais soviéticas era flagrante; toda aquela propaganda marxista era pura balela e os povos russo, ucraniano, bielorusso, georgio etc estavam sedentos de liberdade e de capitalismo.
Seria esse o fim do perigo comunista? Talvez, pensamos equivocadamente todos (ou quase todos) nós. No entanto, a infiltração comuna no ocidente não se restringia só à influência da URSS - que era o inimigo mais visível do ocidente capitalista. A China já estava "no nosso bolso" (através da aproximação política e de importantes acordos comerciais com os EUA). Sobrava então, Cuba, um país notório exportador de propaganda marxista, finaciador de carnificinas terroristas e de movimentos revolucionários, especialmente na América Latina e África.
Em 1999, foi feito uma importante ampliação do embargo econômico à Cuba, inicado na década de 60, vinculando o fim do mesmo ao fim das arbitrariedades e do desrespeito dos mais elementares Direitos Humanos (no bom sentido) praticados pelo regime "eterno" de Fidel Castro - um monstro sanguinário idolatrado pela esquerda brasileira, com mais de 115.000 mortes nas costas, segundo a Anistia Internacional.
Ocorre que o governo cubano arranjou um "jeitinho" (bem ao gosto de brasileiros amorais, como Lulla e sua gangue) para burlar esse embargo - que na verdade tem caráter humanitário e defende um regime democrático e mais respirável para a ilha. Quase podemos ver as impressões digitais de muitos petralhas...
Nada de Copa do Mundo ou terremoto no Haiti; o que está acontecendo na Venezuela, hoje, é o fato mais importante de todo o Terceiro Mundoi, penso eu. A ditadura castrista, através de seu imbecil-marionete, Hugo Chavez, está ampliando o território cubano para fugir do embargo e extendendo-o ao território venezuelano, numa ação sem precedentes em toda Historia. São"governos gêmeos", onde existe dupla cidadania e onde os interesses nacionais daqueles dois povos foram postos de lado, em nome do comunismo.
O Foro de São Paulo articulou isso aí e agora podemos ver as consequências, no Brasil, da irresponsabilidade dos donos de mídia tupiniquins que, simplesmente, omitiram e acobertaram tudo. Agora fica difícil explicar para o grande público como os governos Lulla, Castro e Chavez são tão irmanados, apesar de aparentarem diferentes nuances políticas (ao menos, por enquanto).
O bloqueio econômico só teria um desfecho satisfatório se tivesse força suficiente para sufocar o governo castrista, restringindo a sua possibilidade de comercializar com regimes democráticos e limitando o seu raio de ação ao seu exíguo território. Contudo, apoiado nos petrodólares chavistas, o regime de Fidel Castro, que estava respirando por aparelhos, continua mais vivo do que nunca.
"Já não somos Venezuela, mas sim 'Cubazuela'. Quem controla a Saúde, as Forças Armadas, os registros de identidade e os cartórios são funcionários cubanos"
(Federação das Organizações Venezuelanas no Exterior)
Extraído do texto, "Cubazuela: uma realidade?" de Heitor de Paula, publicado no dia 05/02/2010, no site Mídia Sem Máscara.