contra governo
CARACAS - O presidente venezuelano Hugo Chávez chamou os estudantes oposicionistas que protestaram ontem contra o governo no aniversário do golpe chavista frustrado de 1992 de fascistas, subversivos e violentos. Chávez também acusou os manifestantes de depredarem o metrô de Caracas.
Durante uma reunião de ministros de seu gabinete, transmitida pela TV VTV, o presidente afirmou que os estudantes tentam gerar violência no país. "Os verdadeiros estudantes são os que estavam na marcha do governo. Estudam e lutam. Não são subversivos", afirmou Chávez.
"Não são estudantes. São uns fascistas. São uns subversivos cheios de ódio e raiva. Não vamos permitir que a violência tome Caracas", prosseguiu o presidente, segundo o diário El Universal.
Chávez ainda parabenizou a "firme atuação" da polícia de Caracas, que impediu que os estudantes de se reunirem na praça Brion de Chacaito. Segundo o presidente, as marchas estudantis sempre deixam policiais feridos. "Ontem deram um golpe na cabeça de um policial, que está fora de perigo".
O presidente venezuelano também garantiu que não é o governo que impulsiona a violência e responsabilizou setores da elite branca do país.
CARACAS - O presidente venezuelano Hugo Chávez chamou os estudantes oposicionistas que protestaram ontem contra o governo no aniversário do golpe chavista frustrado de 1992 de fascistas, subversivos e violentos. Chávez também acusou os manifestantes de depredarem o metrô de Caracas.
Durante uma reunião de ministros de seu gabinete, transmitida pela TV VTV, o presidente afirmou que os estudantes tentam gerar violência no país. "Os verdadeiros estudantes são os que estavam na marcha do governo. Estudam e lutam. Não são subversivos", afirmou Chávez.
"Não são estudantes. São uns fascistas. São uns subversivos cheios de ódio e raiva. Não vamos permitir que a violência tome Caracas", prosseguiu o presidente, segundo o diário El Universal.
Chávez ainda parabenizou a "firme atuação" da polícia de Caracas, que impediu que os estudantes de se reunirem na praça Brion de Chacaito. Segundo o presidente, as marchas estudantis sempre deixam policiais feridos. "Ontem deram um golpe na cabeça de um policial, que está fora de perigo".
O presidente venezuelano também garantiu que não é o governo que impulsiona a violência e responsabilizou setores da elite branca do país.