queixar que alunos louvavam terroristas do 11/9
Nicholas Kafouris disse que teve que sair de seu emprego de professor, no qual ganhava £30.000, porque não tolerava o comportamento racista e anti-semita de seus alunos muslos.
O professor disse que os alunos louvavam os terroristas do 11 de setembro abertamente, chamando-os de "mártires".
Kafouris, que tem 40 anos, disse que uma vez, ao se esbarrar acidentalmente em um aluno, foi dito: "Não toque em mim, você é um cristão". Outros diziam: "Nós queremos ser homens-bomba islâmicos quando crescermos" e "os judeus e cristãos são os nossos inimigos, você também, porque você é um cristão".
Ele, que trabalha há 12 anos na escola, disse ter havido uma mudança no comportamento de seus alunos depois dos atentados de 11 de setembro. De acordo com recentes pesquisas da Ofsed, "quase todos os 465 alunos da escola são de minorias étnicas e a grande maioria não possui o inglês como sua primeira língua".
Kafouris, que é um cipriota, disse que os alunos diziam-lhe constantemente que odiavam cristãos e judeus.
Agora ele está processando a escola em que deu aula por discriminação racial que supostamente teria sofrido.
Kafouris disse ter se queixado várias vezes com a direção da escola que, por sua vez, não tomou nenhuma providência. A escola, por meio de sua diretora, afirmou que os incidentes não podem ser levados a sério, uma vez que a maioria das crianças possuem menos de 12 anos.
Kafouris ainda adicionou que, em novembro de 2006, uma criança estava falando sobre esfaquear outra criança, pelo que ele a repreendeu, dizendo que este é um assunto muito perigoso para ficar falando, uma vez que um advogado tinha sido esfaqueado por um adolescente. A resposta da criança foi: "Fico alegre com isso". "Por que?", ele perguntou. Resposta: "Porque ele é cristão e inglês e nós somos muçulmanos".
Nicholas Kafouris disse que teve que sair de seu emprego de professor, no qual ganhava £30.000, porque não tolerava o comportamento racista e anti-semita de seus alunos muslos.
O professor disse que os alunos louvavam os terroristas do 11 de setembro abertamente, chamando-os de "mártires".
Kafouris, que tem 40 anos, disse que uma vez, ao se esbarrar acidentalmente em um aluno, foi dito: "Não toque em mim, você é um cristão". Outros diziam: "Nós queremos ser homens-bomba islâmicos quando crescermos" e "os judeus e cristãos são os nossos inimigos, você também, porque você é um cristão".
Ele, que trabalha há 12 anos na escola, disse ter havido uma mudança no comportamento de seus alunos depois dos atentados de 11 de setembro. De acordo com recentes pesquisas da Ofsed, "quase todos os 465 alunos da escola são de minorias étnicas e a grande maioria não possui o inglês como sua primeira língua".
Kafouris, que é um cipriota, disse que os alunos diziam-lhe constantemente que odiavam cristãos e judeus.
Agora ele está processando a escola em que deu aula por discriminação racial que supostamente teria sofrido.
Kafouris disse ter se queixado várias vezes com a direção da escola que, por sua vez, não tomou nenhuma providência. A escola, por meio de sua diretora, afirmou que os incidentes não podem ser levados a sério, uma vez que a maioria das crianças possuem menos de 12 anos.
Kafouris ainda adicionou que, em novembro de 2006, uma criança estava falando sobre esfaquear outra criança, pelo que ele a repreendeu, dizendo que este é um assunto muito perigoso para ficar falando, uma vez que um advogado tinha sido esfaqueado por um adolescente. A resposta da criança foi: "Fico alegre com isso". "Por que?", ele perguntou. Resposta: "Porque ele é cristão e inglês e nós somos muçulmanos".