[SIP condena decisão de Chávez de não renovar licença de canal de televisão
Miami, 29 dez (EFE).- A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou hoje a decisão do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de não renovar a licença de transmissão de uma televisão privada opositora, que chamou de "golpista".
"Este novo desrespeito à liberdade de imprensa e de expressão é simplesmente uma medida de represália contra uma voz crítica que o incomoda", afirmou hoje, em comunicado, Gonzalo Marroquín, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação.
Marroquín, diretor do jornal guatemalteco "Prensa Libre", denunciou que, com esta medida, Chávez "pretende punir o canal de televisão por sua linha editorial".
Além disso, expressou sua preocupação de que "o Estado venezuelano conceda mais tarde essa licença "como prêmio" a outro "meio ou pessoa que se submeta à vontade do Governo".
Marroquín disse que "as duas facetas são igualmente condenáveis já que, em última instância, não havendo meios de comunicação para fiscalizar abusos nas ações governamentais, o público tem seu direito à informação prejudicado".
Chávez afirma que a concessão à "Radio Caracas Televisión" ("RCTV") vence em março, e que já assinou o decreto de não renovação da licença. No entanto, diretores da cadeia argumentam que a duração do contrato é maior.
A SIP vem condenando as ações do Governo venezuelano, que "restringe" cada vez mais o "espaço dos meios de comunicação independentes no país", e denunciou as represálias que o Governo empreendeu nos campos legal, judicial e administrativo.
Miami, 29 dez (EFE).- A Sociedade Interamericana de Imprensa (SIP) condenou hoje a decisão do presidente venezuelano, Hugo Chávez, de não renovar a licença de transmissão de uma televisão privada opositora, que chamou de "golpista".
"Este novo desrespeito à liberdade de imprensa e de expressão é simplesmente uma medida de represália contra uma voz crítica que o incomoda", afirmou hoje, em comunicado, Gonzalo Marroquín, presidente da Comissão de Liberdade de Imprensa e Informação.
Marroquín, diretor do jornal guatemalteco "Prensa Libre", denunciou que, com esta medida, Chávez "pretende punir o canal de televisão por sua linha editorial".
Além disso, expressou sua preocupação de que "o Estado venezuelano conceda mais tarde essa licença "como prêmio" a outro "meio ou pessoa que se submeta à vontade do Governo".
Marroquín disse que "as duas facetas são igualmente condenáveis já que, em última instância, não havendo meios de comunicação para fiscalizar abusos nas ações governamentais, o público tem seu direito à informação prejudicado".
Chávez afirma que a concessão à "Radio Caracas Televisión" ("RCTV") vence em março, e que já assinou o decreto de não renovação da licença. No entanto, diretores da cadeia argumentam que a duração do contrato é maior.
A SIP vem condenando as ações do Governo venezuelano, que "restringe" cada vez mais o "espaço dos meios de comunicação independentes no país", e denunciou as represálias que o Governo empreendeu nos campos legal, judicial e administrativo.