O Globo
RIO - A Universidade de Yale receberá nos próximos cinco anos US$ 3,9 milhões para desenvolver um videogame que deverá ajudar crianças e adolescentes a lidar com sexo e drogas, ensinando principalmente quando é importante dizer "não", com o objetivo principal de evitar os riscos de contaminação por HIV.
Números do Centro de Controle de Doenças dos EUA indicam que 7,1% dos estudantes secundaristas americanos fizeram sexo antes dos 13. Essa estatística vai a 26,2%¨quando se considera apenas jovens negros e 11,9% entre os latinos.
A razão desse projeto é ensinar crianças a terem a capacidade de negociação necessária para resistir a pressão desses comportamentos de risco antes deles se estabelecerem - disse Peggy McCardle, da Secretaria Nacional de Saúde dos EUA, ao site http://cnsnews.com/ .
O jogo, que por enquanto se chama "Retro-Warriors", será "um mundo interativo que ensinará jovens de diversos grupos étnicos a tomar decisões mais saudáveis". O projeto é de Lynn Fiellin, professora assistente de medicina na prestigiada universidade americana.
Nos cinco anos previstos para o desenvolvimento, o jogo será avaliado por especialistas em teoria cognitiva social, inteligência artificial, pedagogos e designers. A eficácia será testada com um grupo de 330 crianças entre 9 e 14 anos que jogarão aleatoriamente o "Retro-Warriors" ou um game comercial qualquer. Pesquisadores irão avaliar o impacto do jogo no início da vida sexual desses jovens.
Os jovens jogarão duas sessões do jogo por semana por quatro semanas. Além do início da atividade sexual, serão avaliadas também o conhecimento dos riscos do HIV, comportamento social, relacionamento com drogas e álcool e outros comportamentos de risco.
RIO - A Universidade de Yale receberá nos próximos cinco anos US$ 3,9 milhões para desenvolver um videogame que deverá ajudar crianças e adolescentes a lidar com sexo e drogas, ensinando principalmente quando é importante dizer "não", com o objetivo principal de evitar os riscos de contaminação por HIV.
Números do Centro de Controle de Doenças dos EUA indicam que 7,1% dos estudantes secundaristas americanos fizeram sexo antes dos 13. Essa estatística vai a 26,2%¨quando se considera apenas jovens negros e 11,9% entre os latinos.
A razão desse projeto é ensinar crianças a terem a capacidade de negociação necessária para resistir a pressão desses comportamentos de risco antes deles se estabelecerem - disse Peggy McCardle, da Secretaria Nacional de Saúde dos EUA, ao site http://cnsnews.com/ .
O jogo, que por enquanto se chama "Retro-Warriors", será "um mundo interativo que ensinará jovens de diversos grupos étnicos a tomar decisões mais saudáveis". O projeto é de Lynn Fiellin, professora assistente de medicina na prestigiada universidade americana.
Nos cinco anos previstos para o desenvolvimento, o jogo será avaliado por especialistas em teoria cognitiva social, inteligência artificial, pedagogos e designers. A eficácia será testada com um grupo de 330 crianças entre 9 e 14 anos que jogarão aleatoriamente o "Retro-Warriors" ou um game comercial qualquer. Pesquisadores irão avaliar o impacto do jogo no início da vida sexual desses jovens.
Os jovens jogarão duas sessões do jogo por semana por quatro semanas. Além do início da atividade sexual, serão avaliadas também o conhecimento dos riscos do HIV, comportamento social, relacionamento com drogas e álcool e outros comportamentos de risco.