Depois de passar a campanha eleitoral inteira se dizendo como defensora da família e contrária à legalização do aborto, a presidente eleita de Costa Rica, Laura Chinchilla, inexplicavelmente, muda de opinião um dia após a eleição.
De defensora da vida e contrária à legalização do aborto, Chinchilla diz ao jornal La Nación ser favorável a "abortos terapêuticos" e da legalização do aborto em caso de estupro. É claro que, assim sendo, fica muito mais fácil a legalização irrestrita do aborto.
Enquanto nas eleições se dizia defensora da família e contrária à igualdade entre casais homossexuais frente aos heterossexuais, Chinchilla, um dia após a campanha, se diz a favor das uniões civis e que os homossexuais tenham os mesmos direitos que os heterossexuais.
De defensora da vida e contrária à legalização do aborto, Chinchilla diz ao jornal La Nación ser favorável a "abortos terapêuticos" e da legalização do aborto em caso de estupro. É claro que, assim sendo, fica muito mais fácil a legalização irrestrita do aborto.
Enquanto nas eleições se dizia defensora da família e contrária à igualdade entre casais homossexuais frente aos heterossexuais, Chinchilla, um dia após a campanha, se diz a favor das uniões civis e que os homossexuais tenham os mesmos direitos que os heterossexuais.

