politicamente correto
Esta semana foi preso Ali Dizaei, um iraniano que era comandante da Scotland Yard.
Por anos, a polícia investigava Dizaei por várias acusações, envolvendo ameaças de morte (feitas por ele, é claro), fraude, corrupção e perverter o curso da justiça. No entanto, todas as vezes que surgia algo contra ele, Dizaei dizia que estava sofrendo discriminação racial e escapava das perseguições, tanto na justiça como dentro da própria polícia.
Veja só: Segundo o jornal Daily Mail, autoridades policiais queriam demiti-lo em um processo rápido, na última primavera, mas voltaram atrás, porque temiam que Dizaei os processasse por racismo.
Apesar de ser iraniano, Dizaei era presidente da MBPA (Metropolitan Black Police Association, Associação dos Políciais Negros Metropolitanos); era tido como um líder da causa de direitos humanos, sobre supostas violações cometidas por brancos contra os negros.
O ex-delegado assistente da Scotland Yard, Andy Hayman, disse que Dizaei estava "fora de controle" e tinha se engajado em "uma indiscriminada série de abusos de poder por motivos pessoais". Hayman também o descreveu como um "violento mentiroso que abusava de sua posição de confiança".
"Ele sabia como passar dos limites, e como usar os medos da Polícia Metropolitana de Londres de parecer racista, fazendo difícil investigá-lo".
Outro ex-colega, Brian Paddick, disse que "muitos o odiavam, acreditando que ele se tinha se livrado (das acusações) porque ele era negro" (repito: apesar de ser iraniano - veja a foto dele). Já um conhecido (também iraniano) de Dizaei disse que ele se "comportava como se fosse chefe da polícia de Teerão".
A acusação que culminou a prisão de Ali Dizaei foi por outro árabe, al-Baghdadi, que tinha se encontrado por acaso com ele em um restaurante, no dia 18 de julho de 2008. Al-Baghdadi, de 24 anos, se aproximou de Dizaei cobrando uma dívida de £600 por um website que tinha feito para Dizaei.
Esta semana foi preso Ali Dizaei, um iraniano que era comandante da Scotland Yard.
Por anos, a polícia investigava Dizaei por várias acusações, envolvendo ameaças de morte (feitas por ele, é claro), fraude, corrupção e perverter o curso da justiça. No entanto, todas as vezes que surgia algo contra ele, Dizaei dizia que estava sofrendo discriminação racial e escapava das perseguições, tanto na justiça como dentro da própria polícia.
Veja só: Segundo o jornal Daily Mail, autoridades policiais queriam demiti-lo em um processo rápido, na última primavera, mas voltaram atrás, porque temiam que Dizaei os processasse por racismo.
Apesar de ser iraniano, Dizaei era presidente da MBPA (Metropolitan Black Police Association, Associação dos Políciais Negros Metropolitanos); era tido como um líder da causa de direitos humanos, sobre supostas violações cometidas por brancos contra os negros.
O ex-delegado assistente da Scotland Yard, Andy Hayman, disse que Dizaei estava "fora de controle" e tinha se engajado em "uma indiscriminada série de abusos de poder por motivos pessoais". Hayman também o descreveu como um "violento mentiroso que abusava de sua posição de confiança".
"Ele sabia como passar dos limites, e como usar os medos da Polícia Metropolitana de Londres de parecer racista, fazendo difícil investigá-lo".
Outro ex-colega, Brian Paddick, disse que "muitos o odiavam, acreditando que ele se tinha se livrado (das acusações) porque ele era negro" (repito: apesar de ser iraniano - veja a foto dele). Já um conhecido (também iraniano) de Dizaei disse que ele se "comportava como se fosse chefe da polícia de Teerão".
A acusação que culminou a prisão de Ali Dizaei foi por outro árabe, al-Baghdadi, que tinha se encontrado por acaso com ele em um restaurante, no dia 18 de julho de 2008. Al-Baghdadi, de 24 anos, se aproximou de Dizaei cobrando uma dívida de £600 por um website que tinha feito para Dizaei.