[img]/orkut/photos/OgAAAKen7ssyzu3ZB-gt1fI90WaMP-_r3hx_4cO5ue4kH7Q4mYvPX5oMtmWEA82qPmSN9ofc7Ps1etQ8VGlnw6hRFaUAm1T1UDtg7HzUE4mYQ8TgA865Fo6GFP39.jpg[/img]
[url]/orkut/photos/OgAAAKen7ssyzu3ZB-gt1fI90WaMP-_r3hx_4cO5ue4kH7Q4mYvPX5oMtmWEA82qPmSN9ofc7Ps1etQ8VGlnw6hRFaUAm1T1UDtg7HzUE4mYQ8TgA865Fo6GFP39.jpg[/url]
[url]/orkut/photos/OgAAAKen7ssyzu3ZB-gt1fI90WaMP-_r3hx_4cO5ue4kH7Q4mYvPX5oMtmWEA82qPmSN9ofc7Ps1etQ8VGlnw6hRFaUAm1T1UDtg7HzUE4mYQ8TgA865Fo6GFP39.jpg[/url]
A Campanha da Fraternidade deste ano começa na próxima quarta-feira (17) com críticas à atual política econômica e um pedido de atenção às questões sociais. "Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro", prega o lema da campanha.
"Queremos mostrar que a economia não deve visar o lucro desmedido, mas sim a dignidade humana", explica o reverendo Luiz Alberto Barbosa, da Igreja Anglicana, secretário-geral do Conselho Nacional de Igrejas Cristãs do Brasil (Conic).
O conselho organiza a campanha deste ano por ter a participação de cinco igrejas: Igreja Católica, a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil, a Igreja Episcopal Anglicana do Brasil, a Igreja Presbiteriana Unida do Brasil e a Igreja Sírian Ortodoxa de Antioquia. Quando a campanha é feita somente na Igreja Católica, quem coordena é a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).
De acordo com o reverendo Luiz Alberto Barbosa, o atual modelo econômico "favorece o mercado". "Não é que o modelo como está não está bom. Se olhar apenas nos números, do ponto de vista econômico, financeiro, de controle da inflação, está bom. Mas é que os resultados práticos não se refletem na base. Temos ainda um dos piores índices de distribuição de renda."
Barbosa diz ainda que o objetivo é conscientizar os cristãos de que devem acompanhar e monitorar os resultados de ações governamentais. "Temos que convir que toda propaganda política ou de governo destaca apenas o que querem salientar e os aspectos negativos ou o que piorou, os governos não divulgam."