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Discurso de posse do segundo mandato do Lulla

Iniciado por wagner_8 em 02/01/2007 · 3 mensagens

wagner_8#1
No dia 01.01.2007, um dia triste para o país, tomou posse para o segundo mandato o apedeuta Lulla, que em seu discurso descontrolado atacou mais uma vez a sociedade ordeira e cidadã do Brasil.

Misturando pérolas do populismo esquerdista com a tentativa de imputar à sociedade como um todo erros do próprio governo federal que finge "dirigir", Lulla agora afirma que os seus amigos das FARC (e, por tabela, amigos do narcotráfico nacional e internacional, “capos” das máfias que controlam as favelas do Rio de Janeiro), são "terroristas".

Mas Lulla só engana quem gosta de ser enganado.

Afinal de contas, do fundo do seu governo, mais precisamente de funcionários graduados e da alta direção do Banco do Brasil, surge poderosa defesa do crime de lavagem de dinheiro praticado nas filiais daquela instituição financeira pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", que mantém notórias e comprovadas ligações com os terroristas-guerrilheiros das FARC.

A alta direção da citada estatal federal esconde indícios e destrói provas contra o crime praticado pela famosa quadrilha, em detrimento das investigações do Ministério Público Federal, utilizando-se para isso de artimanhas preparadas pelas mais diversas áreas internas, dentre elas a auditoria interna e o serviço jurídico.

Agora Lulla fala no seu discurso de posse e em declarações posteriores à imprensa no que ele acredita ser um "terrorismo praticado no Rio de Janeiro" e em "erros históricos praticados por toda a sociedade".

Entendemos que “terroristas" são aqueles executivos nomeados pelo governo Lulla que ocupam os cargos comissionados e diretivos do BB, que se omitiram ou foram coniventes com atos criminosos praticados pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", resultando na aquisição de armas pesadas, munição e drogas. E que, ainda hoje, defendem com “unhas e dentes” as práticas do famoso bandido, tratado quase como um “cliente especial”. É essa mistura, armas e drogas, que faz surgir uma violência desenfreada.
wagner_8#2
E quanto ao misto de “mea-culpa” com basófia, ao tentar imputar à sociedade erros outros, inerentes do Estado que “dirige” há quatro anos, agora com mais quatro anos de mandato, fica claro que Lulla não aprendeu a lição do primeiro mandato e vai repetir a festa do "mensalão", do "sanguessuga", do "dossiê", com a
ajuda de seus amigos "aloprados", para impor aos brasileiros um modelo de governo federal que se exime covardemente das responsabilidades que lhe são próprias.

Não aponte responsabilidades nos outros, Lulla. Primeiro olhe para sua própria família, Lulla, onde existe exemplo claro da utilização
perversa do poder, asfaltando o caminho da riqueza do seu "filhinho" via acordo com empresa de telefonia.

Olhe também para a sua aposentadoria privilegiada, Lulla. Indecente e imoral, perante a realidade nacional.

Wagner Fonseca Lima
Escritor
inocncio#3
Esse truque é tão velho e bobo que não chega a ser exatamente um truque. Todos sabem da obsessão do PT em promover a sua futura guarda pretoriana (guarda nacional). Uma vez que o próprio crime no Brasil praticamente já obedece ao comando do PT (basta ver as ligações com o PCC e as Farc) é mais do que óbvio que toda essa fuzarca só serve para "inflar um problema naturalmente de forma que as pessoas pessam a ajuda emergencial do governo para uma solução". Esse não é exatamente o estilo do PT, mas é um estilo bem fabiano de agir. Claro que dessa "guarda nacional" não vai sair coisa boa, isto está mais claro com a luz do dia. Mas as pessoas ainda duvidam ingenuamente.
Tudo isso nada mais é do que um teatro como foram os ataques do PCC em São Paulo, todos devidamente de acordo com a agenda do PT e do Foro de São Paulo.

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