No dia 01.01.2007, um dia triste para o país, tomou posse para o segundo mandato o apedeuta Lulla, que em seu discurso descontrolado atacou mais uma vez a sociedade ordeira e cidadã do Brasil.
Misturando pérolas do populismo esquerdista com a tentativa de imputar à sociedade como um todo erros do próprio governo federal que finge "dirigir", Lulla agora afirma que os seus amigos das FARC (e, por tabela, amigos do narcotráfico nacional e internacional, “capos” das máfias que controlam as favelas do Rio de Janeiro), são "terroristas".
Mas Lulla só engana quem gosta de ser enganado.
Afinal de contas, do fundo do seu governo, mais precisamente de funcionários graduados e da alta direção do Banco do Brasil, surge poderosa defesa do crime de lavagem de dinheiro praticado nas filiais daquela instituição financeira pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", que mantém notórias e comprovadas ligações com os terroristas-guerrilheiros das FARC.
A alta direção da citada estatal federal esconde indícios e destrói provas contra o crime praticado pela famosa quadrilha, em detrimento das investigações do Ministério Público Federal, utilizando-se para isso de artimanhas preparadas pelas mais diversas áreas internas, dentre elas a auditoria interna e o serviço jurídico.
Agora Lulla fala no seu discurso de posse e em declarações posteriores à imprensa no que ele acredita ser um "terrorismo praticado no Rio de Janeiro" e em "erros históricos praticados por toda a sociedade".
Entendemos que “terroristas" são aqueles executivos nomeados pelo governo Lulla que ocupam os cargos comissionados e diretivos do BB, que se omitiram ou foram coniventes com atos criminosos praticados pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", resultando na aquisição de armas pesadas, munição e drogas. E que, ainda hoje, defendem com “unhas e dentes” as práticas do famoso bandido, tratado quase como um “cliente especial”. É essa mistura, armas e drogas, que faz surgir uma violência desenfreada.
Misturando pérolas do populismo esquerdista com a tentativa de imputar à sociedade como um todo erros do próprio governo federal que finge "dirigir", Lulla agora afirma que os seus amigos das FARC (e, por tabela, amigos do narcotráfico nacional e internacional, “capos” das máfias que controlam as favelas do Rio de Janeiro), são "terroristas".
Mas Lulla só engana quem gosta de ser enganado.
Afinal de contas, do fundo do seu governo, mais precisamente de funcionários graduados e da alta direção do Banco do Brasil, surge poderosa defesa do crime de lavagem de dinheiro praticado nas filiais daquela instituição financeira pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", que mantém notórias e comprovadas ligações com os terroristas-guerrilheiros das FARC.
A alta direção da citada estatal federal esconde indícios e destrói provas contra o crime praticado pela famosa quadrilha, em detrimento das investigações do Ministério Público Federal, utilizando-se para isso de artimanhas preparadas pelas mais diversas áreas internas, dentre elas a auditoria interna e o serviço jurídico.
Agora Lulla fala no seu discurso de posse e em declarações posteriores à imprensa no que ele acredita ser um "terrorismo praticado no Rio de Janeiro" e em "erros históricos praticados por toda a sociedade".
Entendemos que “terroristas" são aqueles executivos nomeados pelo governo Lulla que ocupam os cargos comissionados e diretivos do BB, que se omitiram ou foram coniventes com atos criminosos praticados pela quadrilha do narcotraficante Fernandinho "Beira-Mar", resultando na aquisição de armas pesadas, munição e drogas. E que, ainda hoje, defendem com “unhas e dentes” as práticas do famoso bandido, tratado quase como um “cliente especial”. É essa mistura, armas e drogas, que faz surgir uma violência desenfreada.