Australianos pegam penas de mais de 20 anos por planos de ataques terroristas
Sydney (Austrália), 15 fev (EFE).- Cinco muçulmanos australianos foram condenados hoje a penas de entre 23 e 28 anos de prisão por planejar ataques terroristas motivados por "uma convicção religiosa intolerante e inflexível", segundo o juiz do caso.
Em outubro do ano passado, todos foram considerados culpados de conspiração para cometer um massacre entre julho de 2004 e novembro de 2005, com armas de fogo e explosivos químicos.
Segundo o magistrado Anthony Whealy, nenhum dos condenados, de idades entre 25 e 44 anos e cujas identidades não foram divulgadas pela imprensa, mostrou remorso ou arrependimento algum, nem renegaram suas crenças extremistas.
Durante o julgamento, a Corte Suprema do estado de Nova Gales do Sul considerou que os condenados acumularam armas e material para fabricar bombas com intenção de realizar um massacre na Austrália.
O grupo foi detido no final de 2005, e a Polícia descobriu em suas casas, em Sydney, instruções para elaborar artefatos explosivos e propaganda extremista, assim como imagens dos atentados do 11 de setembro e vídeos de decapitações.
Sydney (Austrália), 15 fev (EFE).- Cinco muçulmanos australianos foram condenados hoje a penas de entre 23 e 28 anos de prisão por planejar ataques terroristas motivados por "uma convicção religiosa intolerante e inflexível", segundo o juiz do caso.
Em outubro do ano passado, todos foram considerados culpados de conspiração para cometer um massacre entre julho de 2004 e novembro de 2005, com armas de fogo e explosivos químicos.
Segundo o magistrado Anthony Whealy, nenhum dos condenados, de idades entre 25 e 44 anos e cujas identidades não foram divulgadas pela imprensa, mostrou remorso ou arrependimento algum, nem renegaram suas crenças extremistas.
Durante o julgamento, a Corte Suprema do estado de Nova Gales do Sul considerou que os condenados acumularam armas e material para fabricar bombas com intenção de realizar um massacre na Austrália.
O grupo foi detido no final de 2005, e a Polícia descobriu em suas casas, em Sydney, instruções para elaborar artefatos explosivos e propaganda extremista, assim como imagens dos atentados do 11 de setembro e vídeos de decapitações.