Dalai Lama, diz China
Da BBC Brasil em Washington - Um porta-voz do ministério das Relações Exteriorse da China, Ma Zhaoxu, afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos "violou grosseiramente" as normas internacionais ao receber o Dalai Lama na Casa Branca, em Washington.
"Os EUA violaram grosseiramente as normas básicas e princípios das relações internacionais estabelecidos em uma declaração conjunta na qual o governo americano concorda em respeitar a soberania da China", disse um porta-voz em uma nota publicada no website do ministério.
Segundo Zhaoxu, o encontro ainda representa uma contradição ao reconhecimento, por parte dos Estados Unidos, de que o Tibete é parte da China e ao fato de que não apoia a independência da província.
O governo chinês pede ainda que os EUA "considerem com seriedade" o ponto de vista da China e tomem ações imediatas para "parar a conivência e o apoio às forças separatistas chinesas".
Visita
A China opõe com firmeza qualquer contato estrangeiro com o líder espiritual tibetano Dalai Lama, que vive exilado na Índia há meio século, desde a ocupação chinesa, e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1989. O governo chinês o considera um líder separatista e pressionou os Estados Unidos a cancelarem a visita.
No início do mês, o governo chinês chegou a advertir que, caso a visita realmente ocorresse, iria "prejudicar muito as fundações das relações políticas entre os Estados Unidos e a China".
No ano passado, pouco antes de sua primeira visita a Pequim, Obama já havia adiado um encontro com o líder religioso.
Desta vez, o governo americano defendeu a decisão de receber o Dalai Lama e afirmou que trata-se de "um líder religioso respeitado internacionalmente".
Antes da visita, um porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que as relações entre os Estados Unidos e a China são maduras o suficiente para discordar sobre alguns temas ao mesmo tempo em que buscam posisões comuns em questões internacionais.
Da BBC Brasil em Washington - Um porta-voz do ministério das Relações Exteriorse da China, Ma Zhaoxu, afirmou nesta quinta-feira que os Estados Unidos "violou grosseiramente" as normas internacionais ao receber o Dalai Lama na Casa Branca, em Washington.
"Os EUA violaram grosseiramente as normas básicas e princípios das relações internacionais estabelecidos em uma declaração conjunta na qual o governo americano concorda em respeitar a soberania da China", disse um porta-voz em uma nota publicada no website do ministério.
Segundo Zhaoxu, o encontro ainda representa uma contradição ao reconhecimento, por parte dos Estados Unidos, de que o Tibete é parte da China e ao fato de que não apoia a independência da província.
O governo chinês pede ainda que os EUA "considerem com seriedade" o ponto de vista da China e tomem ações imediatas para "parar a conivência e o apoio às forças separatistas chinesas".
Visita
A China opõe com firmeza qualquer contato estrangeiro com o líder espiritual tibetano Dalai Lama, que vive exilado na Índia há meio século, desde a ocupação chinesa, e ganhou o Prêmio Nobel da Paz em 1989. O governo chinês o considera um líder separatista e pressionou os Estados Unidos a cancelarem a visita.
No início do mês, o governo chinês chegou a advertir que, caso a visita realmente ocorresse, iria "prejudicar muito as fundações das relações políticas entre os Estados Unidos e a China".
No ano passado, pouco antes de sua primeira visita a Pequim, Obama já havia adiado um encontro com o líder religioso.
Desta vez, o governo americano defendeu a decisão de receber o Dalai Lama e afirmou que trata-se de "um líder religioso respeitado internacionalmente".
Antes da visita, um porta-voz da Casa Branca, Robert Gibbs, disse que as relações entre os Estados Unidos e a China são maduras o suficiente para discordar sobre alguns temas ao mesmo tempo em que buscam posisões comuns em questões internacionais.