Um tesouro. Vale ir lá e ler no site, comprar a revista, todas essas coisas. Minha atual duranguice me obriga a ler no site, mas não deixo de ir.
No MSM - outro tesouro - está um artigo primoroso do Martim Vasques da Cunha do qual eu trago aqui o parágrafo final.
Mas leiam o artigo na íntegra ou no site da MSM, ou no site da D & C.
Lá vai:
"Guardadas as devidas proporções, a situação na Tchecoslováquia nos anos 60-80 é muito parecida com a do Brasil dos dias de hoje: um país apático, que se oferece voluntariamente para o holocausto do totalitarismo cultural e entregue por uma elite que não faz nada, exceto discutir o sexo dos anjos. Para quem ainda sonha de forma infundada, utópica e perigosa que haverá uma espécie de reação tupiniquim a lá tea-party, o exemplo de Havel é a prova de que não se precisa de discursos ideológicos da direita, da esquerda, do centro ou de qualquer partido político, para restaurar a dignidade humana. Afinal, como dizia Krzysztof Kieslowski, uma dor de dente continua sendo uma dor de dente, seja na Polônia, na Ucrânia, na França ou até no Brasil, não é mesmo?"
No MSM - outro tesouro - está um artigo primoroso do Martim Vasques da Cunha do qual eu trago aqui o parágrafo final.
Mas leiam o artigo na íntegra ou no site da MSM, ou no site da D & C.
Lá vai:
"Guardadas as devidas proporções, a situação na Tchecoslováquia nos anos 60-80 é muito parecida com a do Brasil dos dias de hoje: um país apático, que se oferece voluntariamente para o holocausto do totalitarismo cultural e entregue por uma elite que não faz nada, exceto discutir o sexo dos anjos. Para quem ainda sonha de forma infundada, utópica e perigosa que haverá uma espécie de reação tupiniquim a lá tea-party, o exemplo de Havel é a prova de que não se precisa de discursos ideológicos da direita, da esquerda, do centro ou de qualquer partido político, para restaurar a dignidade humana. Afinal, como dizia Krzysztof Kieslowski, uma dor de dente continua sendo uma dor de dente, seja na Polônia, na Ucrânia, na França ou até no Brasil, não é mesmo?"