O absurdo da política racial do PT bem demonstrado por Gursen de Miranda:
"O Estatuto da Igualdade Racial demonstra, mais uma vez, o desapreço do governo central com a Amazônia. É certo que o desconhecimento da região (seria demais acreditar em má-fé) não é privilégio dos governantes, os aclamados intelectuais brasileiros sempre cometeram e cometem equívocos quando fazem alguma abordagem sobre a Amazônia. Mário de Andrade é marcante (expoente do movimento modernista da década de 20, do século XX, que via a mestiçagem no Brasil a grande virtude da nação brasileira) em Macunaíma (com acento, como escrevem os hermanos de Venezuela), quando em Roraima diz-se Macunaima (sem acento, da mesma forma sonora de Sarocaima, Pacaraima, ... Roraima ); não foi diferente Darcy Ribeiro no seu “O povo brasileiro – formação e sentido de Brasil” (1995), quando faz menção aos amazônidas; o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, na década de 50, do século passado, em seu “Cor e mobilidade racial em Florianópolis” (1960) e outros estudiosos começaram a construir o entendimento geral com dados específicos que negro é todo aquele que não é branco, abstraindo totalmente a população amazônica. Recentemente o doblê de cientista social e jornalista Ali Kamel em seu “Não somos racistas” (2006) poderia ter enriquecido seus escritos e, certamente, ampliado seus argumentos, se conhecesse a história da Amazônia e seus habitantes mais legítimos – o caboclo. Os caboclos que, como descendentes indígenas, desenvolveram as suas matrizes e os seus valores, a partir do íntimo contato como o ambiente físico ou biológico".
O restante está em http://www.nacaomestica.org/gursen_o_estatuto_das_ra…_caboclo.htm
"O Estatuto da Igualdade Racial demonstra, mais uma vez, o desapreço do governo central com a Amazônia. É certo que o desconhecimento da região (seria demais acreditar em má-fé) não é privilégio dos governantes, os aclamados intelectuais brasileiros sempre cometeram e cometem equívocos quando fazem alguma abordagem sobre a Amazônia. Mário de Andrade é marcante (expoente do movimento modernista da década de 20, do século XX, que via a mestiçagem no Brasil a grande virtude da nação brasileira) em Macunaíma (com acento, como escrevem os hermanos de Venezuela), quando em Roraima diz-se Macunaima (sem acento, da mesma forma sonora de Sarocaima, Pacaraima, ... Roraima ); não foi diferente Darcy Ribeiro no seu “O povo brasileiro – formação e sentido de Brasil” (1995), quando faz menção aos amazônidas; o sociólogo Fernando Henrique Cardoso, na década de 50, do século passado, em seu “Cor e mobilidade racial em Florianópolis” (1960) e outros estudiosos começaram a construir o entendimento geral com dados específicos que negro é todo aquele que não é branco, abstraindo totalmente a população amazônica. Recentemente o doblê de cientista social e jornalista Ali Kamel em seu “Não somos racistas” (2006) poderia ter enriquecido seus escritos e, certamente, ampliado seus argumentos, se conhecesse a história da Amazônia e seus habitantes mais legítimos – o caboclo. Os caboclos que, como descendentes indígenas, desenvolveram as suas matrizes e os seus valores, a partir do íntimo contato como o ambiente físico ou biológico".
O restante está em http://www.nacaomestica.org/gursen_o_estatuto_das_ra…_caboclo.htm