O político holandês de extrema direita Geert Wilders ficou visivelmente irritado após ter suas exigências negadas pelos três juízes que conduzem o seu caso no Tribunal Distrital de Amesterdã. Wilders, do Partido pela Liberdade (PVV), é conhecido por suas declarações polêmicas em relação ao Islã.
Por meio do seu advogado Bram Moszkowicz, Wilders pediu a convocação de 17 pessoas como parte de sua estratégia de defesa. Ele responde por acusações de incitar ódio a mulçumanos e imigrantes não-ocidentais na Holanda. Entre outras declarações, o deputado disse que crime e religião não podem ser dissociados no caso do Islã, e que o alcorão é um livro fascista assim como Minha Luta, de Adolf Hitler.
Testemunhas
Geert Wilders pediu o comparecimento de Mohammed Bouyeri, o assassino condenado pela morte do cineasta holandês Theo van Gogh, como uma testemunha especial. O diretor, que era crítico do Islã, foi morto em 2004 e deu uma nova onda de popularidade a Wilders.
No entanto, os juízes não permitiram que Bouyeri fosse chamado para prestar depoimento. Eles também determinaram que outros ‘mulçumanos extremistas’ estão proibidos de testemunhar. A lista inclui Fawaz Jneid, imã da mesquita de Soennah em Haia, e o Ayatollah Ahmad Jannati, presidente do Conselho dos Guardiões no Irã.
Ex-mulçumanos
Wilders poderá convocar três especialistas em Islamismo, do total dos oito que foram sugeridos por ele previamente. Dois ex-mulçumanos que foram chamados para integrar o seu grupo de defesa – em parte para darem suas visões pessoais sobre o impacto do Islã – foram rejeitados pelo tribunal.
Os juízes garantiram que Wilders terá oportunidade ampla para dar seu parecer ao tribunal sobre a proibição da participação das testemunhas escolhidas por ele.
Em Amsterdã
O tribunal de Amsterdã também decidiu que tem a jurisdição sobre o caso. Moszkowicz solicitou que o julgamento fosse transferido para Haia, já que os pronunciamentos de Wilders usados como base no processo foram feitos lá.
Por meio do seu advogado Bram Moszkowicz, Wilders pediu a convocação de 17 pessoas como parte de sua estratégia de defesa. Ele responde por acusações de incitar ódio a mulçumanos e imigrantes não-ocidentais na Holanda. Entre outras declarações, o deputado disse que crime e religião não podem ser dissociados no caso do Islã, e que o alcorão é um livro fascista assim como Minha Luta, de Adolf Hitler.
Testemunhas
Geert Wilders pediu o comparecimento de Mohammed Bouyeri, o assassino condenado pela morte do cineasta holandês Theo van Gogh, como uma testemunha especial. O diretor, que era crítico do Islã, foi morto em 2004 e deu uma nova onda de popularidade a Wilders.
No entanto, os juízes não permitiram que Bouyeri fosse chamado para prestar depoimento. Eles também determinaram que outros ‘mulçumanos extremistas’ estão proibidos de testemunhar. A lista inclui Fawaz Jneid, imã da mesquita de Soennah em Haia, e o Ayatollah Ahmad Jannati, presidente do Conselho dos Guardiões no Irã.
Ex-mulçumanos
Wilders poderá convocar três especialistas em Islamismo, do total dos oito que foram sugeridos por ele previamente. Dois ex-mulçumanos que foram chamados para integrar o seu grupo de defesa – em parte para darem suas visões pessoais sobre o impacto do Islã – foram rejeitados pelo tribunal.
Os juízes garantiram que Wilders terá oportunidade ampla para dar seu parecer ao tribunal sobre a proibição da participação das testemunhas escolhidas por ele.
Em Amsterdã
O tribunal de Amsterdã também decidiu que tem a jurisdição sobre o caso. Moszkowicz solicitou que o julgamento fosse transferido para Haia, já que os pronunciamentos de Wilders usados como base no processo foram feitos lá.