"Cão fuma dois cigarros por dia e deixa dona preocupada
Um cachorro chamado "Tesouro", de Pequim, na China, é viciado em cigarro e precisa de, pelo menos, dois por dia. Segundo sua dona, Li, o cão de estimação inala fumaça desde que tinha cinco meses de idade. A chinesa contou ao jornal "Daily Mail" que, quando as pessoas estão fumando, o animal chega a se levantar para inalar a fumaça.
Além disso, o cão adora comer pontas de cigarros. A dona, porém, anda preocupada com a saúde de seu animal de estimação. Após levá-lo a um veterinário, ela descobriu que o cão apresenta manchas em seus pulmões e seu coração e fígado são maiores do que o normal.
..."
Acho que podem discutir a usurpação do seu direito sagrado de detonar com os próprios pulmões sem fazer propaganda do cigarro.
Fumantes, procurem defender o direito de vocês ao tabaco sem estimular os outros a fumar, ok?
Lembrem-se que sempre, e em todo lugar, há pessoas muito influenciáveis que cedem facilmente ao apelo do glamour de certos costumes nem sempre benéficos.
Quem fuma tem 800% de chance a mais de adquirir câncer e pulmão do que um não http://fumante.vi/ esse dado num site que postaram aqui uma vez,e esse site era contra os anti-tabagistas.
´´O que é pior? Viver em uma cidade interiorana com o ar puro e fumar uns 10 cigarros/dia ou viver em uma grande e poluída metrópole sem ser fumante.``
Viver na metrópole poluida é bem melhor, inclusive se o comprova medindo a quantidade de CO2 no pulmão de um fumante e de um não fumante.
Amigos, prestenção: a comunidade aqui se propõe a debater o pensamento do Olavo de Carvalho. A gente está meio que saindo do objetivo, não?
Ninguém está fazendo apologia ao fumo: mas não vou botar em discussão o direito de fumar, ora! Eu levo na esportiva até onde é possível. Vamos fazer o seguinte: todo mundo já disse o que pensa a respeito, estamos todos cientes, agora eu sugiro que se esqueça o assunto. Fuma quem quer, não fuma quem não quer.
E quanto a influenciar alguém, todo mundo sabe que a gente fuma, mesmo. O Olavo nunca escondeu isso, ao contrário. Nem eu. Além do que, raios, o mundo tá sendo dominado por pedofilia, bestialismo, terrorismo, perseguição religiosa, pornografia, DROGA, imoralidade grassando - vou lá eu ficar me preocupando com o influenciavelzinho, coitadinho, que quer FUMAR? 😄! Pega um cigarro, meu filho, e FUMA, cacilda! Eu, hein! Eu fumo há mais de quarenta anos, caraca! Problema MEU!
Repito que não aqui é um lugar adequado pra se fazer campanha anti-tabagista, por mais bem-intencionada que seja. É chatééééérrimo, isso! Eu sinceramente me contenho desesperadamente pra não dizer "meta-se com a sua vida", o que eu suponho que seria considerado uma falta de educação, não? E não sai fumaça pelo monitor, sai? Ah, então pois é, eu posso fumar o quanto quiser sem incomodar ninguém aí doladelá, certo? 😄! Esse assunto não tinha nem que ter aparecido.
Tá de bom tamanho, não tá? Eu pelo menos gostei muito do meu desabafo. Então vamos falar do que interessa: e NÃO, NÃO É O CIGARRO, NÃO!
Acho que o Olavo não fuma esse não, amigo: quem fuma Marlboro vermelho sou eu. Fidelíssima à marca. Bom, mas so what? Pelo que me consta, estou acendendo o rabo dos illuminatti, queimando um por um lentamente e ainda esmigalhando a sobra num cinzeiro e jogando no lixo. Por mim, trata-se de uma simbologia ótima. Vou até acender mais unzinho só pra comemorar esta nova perspectiva. 😄!
OdeC se refere a este livro no vídeo da Aula 25, do Seminário de Filosofia, do dia 26/09/2009. O professor diz apenas o nome do autor, aos 12 minutos de aula. O nome me pareceu ser Vincent Ricardo Depierre ou qualquer coisa assim.
É... Complicado. Não aparece nada no google com tal nome. Infelizmente.
A propósito, alguem aí sabe onde podem ser encontradas provas de que as estatísticas acerca das mortes por causa de fumo são falsas e coisas relacionadas a esse assunto?
"Está começando haver uma pequena confusão. Antitabagismo xiita é uma coisa, e eu combato isso com unhas e dentes mesmo sendo não fumante. Outra coisa é achar que não fumantes devem ser obrigados a tolerar tabaco em local de trabalho, locais públicos, etc...."
Peraí rapaz !
Eu e minha família somos obrigados a suportar a cena bizarra de dois barbados ou duas sapatas se beijando na boca, na presença de nossos filhos, dentro de um shopping ( local fechado ) !
Ah...Mas acender um inocente cigarro causa escândalo, é falta de respeito com o próximo.
Esse mundo só vai melhorar quando o último anti-tabagista e o derradeiro vegetariano, forem mortos por enforcamento, com as tripas do último gay.
Esse mundo só vai melhorar quando o último anti-tabagista e o derradeiro vegetariano, forem mortos por enforcamento, com as tripas do último gay.
Seria (um pouco) menos estúpida a sua hipérbole e algo (pouco, é verdade) compreensível, dada a chatice politicamente correta hodierna, se você tivesse referido-se a "prosélitos do vegetarianismo" e "militantes gayzistas".
O que eu acho.... claro que, em certo grau, o cigarro faz mal. Isso é empiricamente constatável. Eu fumo e sei que não tenho o mesmo fôlego de alguém que não fuma. Até uma pequena ressaca de cigarro acontece. Minha avó faleceu ano passado de câncer de pulmão. Ela fumava dois maços por dia. Mas já estava com 87 anos de idade. Que Deus a tenha, mas não morreu cedo não....., mas, entretanto, contudo, todavia, .................. certamente não faz 1/10 do mal que os radicais antitabagistas alardeiam! Eu não vejo que se manifestar positivamente em favor do cigarro seja uma má influência. Ora, as manifestações positivas compõe no máximo 1% de tudo o que se fala sobre o cigarro!! Qual o problema??? Ninguém vai começar a fumar porque eu digo que eu gosto de fumar, ora!!
Cigarro, mesmo para algumas pessoas inteligentes e que não se renderam ao politicamente correto, parece ser um mal hiperbolizado! É uma coisa que não deveria despertar maiores raivas nem maiores paixões! É algo tão..... cotidiano! Ou era, pelo menos.....
Tem um texto brilhante do Chesterton a respeito. Reproduzo um trecho abaixo.
"Este é o “modelo abstrato de certo e errado” que aparentemente é ensinado nos lares americanos. Porém, é perfeitamente óbvio, em sua essência, de que não se trata de um modelo abstrato de certo ou errado. Pelo contrário: esta conceituação seria a última a ser feita por uma pessoa esclarecida, porque isto indica uma ignorância completa do significado de certo e errado. Não se trata de um modelo e não se trata de algo abstrato. Trata-se de uma associação caótica de sentimentos sociais, alguns esnobes e outros provincianos, mas acima de tudo, quase todos bem concretos, porque são relacionados a um preconceito materialista contra objetos particulares. Ter horror ao tabaco não é ter uma noção abstrata do que é certo; é exatamente o oposto. É não ter qualquer tipo de padrão do que vem a ser o certo. É, simplesmente, tornar gostos e desgostos como substitutos do certo e do errado. Não nos surpreenderemos se o jovem desrespeitar o veto boboca ao fumo, mas se ele pensa que fazendo isto comete uma transgressão moral, ele será quase tão cabeça-dura como o seu pai."
a íntegra segue no link abaixo. É muito bom o texto. Vale a pena.
"Esse mundo só vai melhorar quando o último anti-tabagista e o derradeiro vegetariano, forem mortos por enforcamento, com as tripas do último gay.
Seria (um pouco) menos estúpida a sua hipérbole e algo (pouco, é verdade) compreensível, dada a chatice politicamente correta hodierna, se você tivesse referido-se a "prosélitos do vegetarianismo" e "militantes gayzistas".