O despencamento mundial e generalizado no buracón merece, penso eu, uma análise um pouco mais abrangente. tendemos, penso que todos, a ver CADA CABEÇA da hidra - mas não a ver a dita cuja inteira. O mitológico Héracles, meu herói favorito desde os meus tempos infantis de Monteiro Lobato, onde eu era mentalmente - e evidentemente - a Emília, enfrentou a hidra e a venceu, como sabemos... Nesta brilhante metáfora do monstro das múltiplas cabeças, não adiantava arrancar UMA, nem mesmo TODAS - pois elas cresceriam novamente.
Trata-se, é claro, de matar a hidra, não de arrancar suas cabeças. Ou seja, transpondo para a nossa atual situação: trata-se de compreender que a corrupção, a imoralidade, os estupefacientes, as tiranias, o terrorismo, a desembestada cupidez - enfim, tudo isto e todos os etcéteras - são apenas "cabeças de uma mesma hidra".
É pouco eficaz querer arrancá-las: outras nascerão em seu lugar, iguaizinhas. Héracles chamou Iolau e juntos conseguiram matar o monstro usando seu próprio veneno - resta a nós arranjar um modo de traduzir esta metáfora e encontrar o "COMO".
Mas eu achei que era importante dizer isto: e este paralelo se subdivide em mil paralelinhos semelhantes, como por exemplo - as múltiplas facetas, aka o conjunto da aberrações que vemos diariamente nos jornais aqui do Brasil, são também sub-cabecinhas da hidra. O "nosso"tráfico, a "nossa"corrupção - que aliás não é apenas política, mas generalizada - a "nossa"imbecilidade galopante, o "nosso"esquerdismo apalermado, a "nossa" intelectualidade capenga, o "nosso"ateísmo militante - tudo "cabecinha", botando fogo pelas ventas por ser parte integrante e inseparável do mesmo monstro que as supre de energia vital: o domínio novordista-comunista sobre o mundo. Não exatamente como uma "firma", ou como uma "organização"única: mas como um CONJUNTO ARTICULADO de ações convergentes com um mesmo fim. ESTA é que a hidra inteira, completa.
Achei um bom tema para uma reflexão dominical.
Trata-se, é claro, de matar a hidra, não de arrancar suas cabeças. Ou seja, transpondo para a nossa atual situação: trata-se de compreender que a corrupção, a imoralidade, os estupefacientes, as tiranias, o terrorismo, a desembestada cupidez - enfim, tudo isto e todos os etcéteras - são apenas "cabeças de uma mesma hidra".
É pouco eficaz querer arrancá-las: outras nascerão em seu lugar, iguaizinhas. Héracles chamou Iolau e juntos conseguiram matar o monstro usando seu próprio veneno - resta a nós arranjar um modo de traduzir esta metáfora e encontrar o "COMO".
Mas eu achei que era importante dizer isto: e este paralelo se subdivide em mil paralelinhos semelhantes, como por exemplo - as múltiplas facetas, aka o conjunto da aberrações que vemos diariamente nos jornais aqui do Brasil, são também sub-cabecinhas da hidra. O "nosso"tráfico, a "nossa"corrupção - que aliás não é apenas política, mas generalizada - a "nossa"imbecilidade galopante, o "nosso"esquerdismo apalermado, a "nossa" intelectualidade capenga, o "nosso"ateísmo militante - tudo "cabecinha", botando fogo pelas ventas por ser parte integrante e inseparável do mesmo monstro que as supre de energia vital: o domínio novordista-comunista sobre o mundo. Não exatamente como uma "firma", ou como uma "organização"única: mas como um CONJUNTO ARTICULADO de ações convergentes com um mesmo fim. ESTA é que a hidra inteira, completa.
Achei um bom tema para uma reflexão dominical.