Por Luiz Eduardo Brandão
O colega Weden publicou em sua página do Portal um artigo interessantíssimo, bela contribuição para o debate sobre o racismo no Brasil. Ele mostra que está em curso uma mudança de atitude na sociedade brasileira, no sentido de rejeitar vigorosamente as manifestações racistas.
O conhecido caso do ex-zagueiro e hoje técnico Antônio Carlos é mostrado por nosso colega como um exemplo dessa alvissareira mudança.
Num jogo de 2006, Antônio Carlos, branco, comete uma falta violenta contra o negro Jeovânio, do Grêmio. Expulso, sai do campo esfregando a pele, num ato nitidamente racista. Foi suspenso por 6 meses.
Abandonou as chuteiras, tornou-se técnico. O Vasco pensava contratá-lo. Mas a torcida do primeiro clube carioca a admitir negros em sua equipe levantou-se contra: racista aqui não entra. No Palmeiras, mesma reação maciça dos torcedores, que num vídeo de protesto lembraram que no Palmeiras prevalece “a união de cores, raças e etnias”. (O link do vídeo está no artigo.)
Conclui o Weden:
“Antônio Carlos é o símbolo de um novo tempo. Por infelicidade do atleta, ele contribuiu com seu próprio “sacrifício” para mostrar que, daqui para frente, gestos e palavras racistas poderão não ser punidos pela Justiça, mas estigmatizará quem os cometeu por muito tempo.
Isso vai, com certeza, fazer o que a lei geralmente não faz nesses casos: levar o cidadão a pensar duas vezes antes de pronunciar o seu preconceito ou cometer qualquer ato discriminatório.”
http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topic/show?…g_group_disc
O colega Weden publicou em sua página do Portal um artigo interessantíssimo, bela contribuição para o debate sobre o racismo no Brasil. Ele mostra que está em curso uma mudança de atitude na sociedade brasileira, no sentido de rejeitar vigorosamente as manifestações racistas.
O conhecido caso do ex-zagueiro e hoje técnico Antônio Carlos é mostrado por nosso colega como um exemplo dessa alvissareira mudança.
Num jogo de 2006, Antônio Carlos, branco, comete uma falta violenta contra o negro Jeovânio, do Grêmio. Expulso, sai do campo esfregando a pele, num ato nitidamente racista. Foi suspenso por 6 meses.
Abandonou as chuteiras, tornou-se técnico. O Vasco pensava contratá-lo. Mas a torcida do primeiro clube carioca a admitir negros em sua equipe levantou-se contra: racista aqui não entra. No Palmeiras, mesma reação maciça dos torcedores, que num vídeo de protesto lembraram que no Palmeiras prevalece “a união de cores, raças e etnias”. (O link do vídeo está no artigo.)
Conclui o Weden:
“Antônio Carlos é o símbolo de um novo tempo. Por infelicidade do atleta, ele contribuiu com seu próprio “sacrifício” para mostrar que, daqui para frente, gestos e palavras racistas poderão não ser punidos pela Justiça, mas estigmatizará quem os cometeu por muito tempo.
Isso vai, com certeza, fazer o que a lei geralmente não faz nesses casos: levar o cidadão a pensar duas vezes antes de pronunciar o seu preconceito ou cometer qualquer ato discriminatório.”
http://blogln.ning.com/group/midia/forum/topic/show?…g_group_disc