homossexualidade assumida no exército
O Rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos Estados Unidos, preveniu contra a política “não pergunte e não fale” que proíbe homossexuais assumidos no serviço militar.
“Quando os americanos estão sofrendo economicamente e milhões precisam de empregos, é chocante que o governo de Obama tenha como foco em sua agenda ultra-liberal militantemente homossexualista forçar que os homossexuais e a homossexualidade fiquem em destaque no exército, que não quer aceitar isso”, disse Levin numa declaração na terça-feira.
“Isso equivale ao estupro espiritual do nosso exército para satisfazer a um grupo muito extremista e egocêntrico na coalizão maluca do presidente Obama”, disse o rabino.
Ele concordou com Eileen Donnelly do Centro para a Prontidão Militar em concluir que permitir homossexuais assumidos no serviço militar “prejudicará a coesão do exército, fará com que muitos deixem o exército e reduzirá dramaticamente o número de recrutas, talvez levando ao restabelecimento de um alistamento obrigatório”.
Levin prosseguiu: “Treze meses antes do ataque terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001, no dia em que a Cidade de Nova Iorque aprovou uma lei de parceria doméstica homossexual, eu me uni a um grupo de rabinos numa reunião de oração na prefeitura, suplicando com Deus para que a cidade de Nova Iorque não fosse visitada com desastre.
“Temos visto terremotos subterrâneos, o tsunami, o furação Katrina e agora o Haiti. Tudo isso está em sintonia com dois mil anos de ensino no Talmude de que a prática da homossexualidade é uma causa espiritual de terremotos”, disse o rabino. “Quando um desastre é liberado, os inocentes também são vítimas, exatamente como em Chernobyl.
“Rogamos às as mentes mais equilibradas do Congresso e do Pentágono para que detenham a sodomização de nosso exército e de nossa sociedade. Já basta!”
O Rabino Yehuda Levin, porta-voz da Aliança Rabínica dos Estados Unidos, preveniu contra a política “não pergunte e não fale” que proíbe homossexuais assumidos no serviço militar.
“Quando os americanos estão sofrendo economicamente e milhões precisam de empregos, é chocante que o governo de Obama tenha como foco em sua agenda ultra-liberal militantemente homossexualista forçar que os homossexuais e a homossexualidade fiquem em destaque no exército, que não quer aceitar isso”, disse Levin numa declaração na terça-feira.
“Isso equivale ao estupro espiritual do nosso exército para satisfazer a um grupo muito extremista e egocêntrico na coalizão maluca do presidente Obama”, disse o rabino.
Ele concordou com Eileen Donnelly do Centro para a Prontidão Militar em concluir que permitir homossexuais assumidos no serviço militar “prejudicará a coesão do exército, fará com que muitos deixem o exército e reduzirá dramaticamente o número de recrutas, talvez levando ao restabelecimento de um alistamento obrigatório”.
Levin prosseguiu: “Treze meses antes do ataque terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001, no dia em que a Cidade de Nova Iorque aprovou uma lei de parceria doméstica homossexual, eu me uni a um grupo de rabinos numa reunião de oração na prefeitura, suplicando com Deus para que a cidade de Nova Iorque não fosse visitada com desastre.
“Temos visto terremotos subterrâneos, o tsunami, o furação Katrina e agora o Haiti. Tudo isso está em sintonia com dois mil anos de ensino no Talmude de que a prática da homossexualidade é uma causa espiritual de terremotos”, disse o rabino. “Quando um desastre é liberado, os inocentes também são vítimas, exatamente como em Chernobyl.
“Rogamos às as mentes mais equilibradas do Congresso e do Pentágono para que detenham a sodomização de nosso exército e de nossa sociedade. Já basta!”