4. Congresso do PT (Caderno 1)
12. Por isso, o 4º. Congresso Nacional do PT, delibera que o objetivo principal do nosso partido em 2010 é a eleição da Companheira Dilma Rousseff para Presidenta do Brasil. Da mesma forma que, há 8 anos, junto com nossos aliados, conseguimos a proeza de eleger um operário presidente do Brasil, dessa vez, temos o desafio de conquistar outro fato inédito na história do Brasil - a eleição da primeira mulher para a Presidência da República. Para isso, é necessário que o partido busque alianças
com todos os partidos da base de sustentação do governo.
13. A tarefa principal delegada pelo 4º Congresso Nacional do PT ao Diretório
Nacional é ELEGER A COMPANHEIRA DILMA PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Para
tanto, compete ao Diretório Nacional dirigir a campanha nacional e articular a ela as
campanhas estaduais, imprimindo ao seu conjunto as diretrizes de programa, tática e
alianças definidas pelo 4º Congresso. Compete ao Diretório Nacional conduzir a política de alianças nacional e atuar em conjunto com as Direções Estaduais na definição das alianças estaduais. Ao Diretório Nacional compete decidir, em última instância, as questões de tática e alianças necessárias à condução vitoriosa da campanha nacional.
E' isso ai! AF.
com todos os partidos da base de sustentação do governo.
13. A tarefa principal delegada pelo 4º Congresso Nacional do PT ao Diretório
Nacional é ELEGER A COMPANHEIRA DILMA PRESIDENTE DA REPÚBLICA. Para
tanto, compete ao Diretório Nacional dirigir a campanha nacional e articular a ela as
campanhas estaduais, imprimindo ao seu conjunto as diretrizes de programa, tática e
alianças definidas pelo 4º Congresso. Compete ao Diretório Nacional conduzir a política de alianças nacional e atuar em conjunto com as Direções Estaduais na definição das alianças estaduais. Ao Diretório Nacional compete decidir, em última instância, as questões de tática e alianças necessárias à condução vitoriosa da campanha nacional.
E' isso ai! AF.
d) Criação, a partir do Pré-Sal, de uma poderosa indústria de derivados. A agregação de valor ao petróleo e ao gás do Pré-Sal e a constituição de um Fundo para apoiar políticas sociais, educacionais, científico-tecnológicas e culturais é garantia contra a "maldição do petróleo”
f) aprimoramento permanente dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, para erradicar a fome e a pobreza, facilitar o acesso de homens e mulheres ao emprego, formação, saúde e melhor renda;
k) intensificação dos assentamentos e apoio técnico aos trabalhadores sem terra;
l) intensificação da reforma agrária com maior apoio creditício e técnico à agricultura familiar e democratização das relações sociais e econômicas no campo;
o) estímulo ao cooperativismo e outras formas de economia solidária;
3. A partir dos anos 90 proliferaram teses conservadoras e neoliberais que comprometeram os investimentos produtivos, quebraram parte do parque industrial, sucatearam a infra-estrutura física, sobretudo energética e de transportes,
debilitaram o Estado e as empresas estatais, muitas delas privatizadas para satisfazer
preconceitos ideológicos e/ou pagar os crescentes rombos do caixa.
4. Esses ideólogos programaram o Brasil para ser um país pequeno, cujo crescimento – quando houvesse - não poderia nunca ultrapassar os 3%
e que teria de conformar-se com a existência de 30 ou 40 milhões de homens e mulheres para os quais não haveria espaço e acesso às riquezas produzidas.
f) aprimoramento permanente dos programas de transferência de renda, como o Bolsa Família, para erradicar a fome e a pobreza, facilitar o acesso de homens e mulheres ao emprego, formação, saúde e melhor renda;
k) intensificação dos assentamentos e apoio técnico aos trabalhadores sem terra;
l) intensificação da reforma agrária com maior apoio creditício e técnico à agricultura familiar e democratização das relações sociais e econômicas no campo;
o) estímulo ao cooperativismo e outras formas de economia solidária;
3. A partir dos anos 90 proliferaram teses conservadoras e neoliberais que comprometeram os investimentos produtivos, quebraram parte do parque industrial, sucatearam a infra-estrutura física, sobretudo energética e de transportes,
debilitaram o Estado e as empresas estatais, muitas delas privatizadas para satisfazer
preconceitos ideológicos e/ou pagar os crescentes rombos do caixa.
4. Esses ideólogos programaram o Brasil para ser um país pequeno, cujo crescimento – quando houvesse - não poderia nunca ultrapassar os 3%
e que teria de conformar-se com a existência de 30 ou 40 milhões de homens e mulheres para os quais não haveria espaço e acesso às riquezas produzidas.