À quem possa interessar:-
O código florestal brasileiro, vem sendo postergado a cada 2 anos, através de medida provisória, em virtude de um decreto absurdo feito no ano de 2001 que acrescentou itens ao decreto original, que já existia desde os anos 60, pelo motivo de que o próprio governo brasileiro já entendeu que o mesmo é inviável e um inviabilizador do nosso agronegócio.
Apenas para situar, em alguns estados, como no caso de São Paulo, é obrigatório que o agropecuarista, deixe 20% de sua propriedade sem utilizar, em nome da formação da reserva legal, embora seja uma grande área, dependendo do tamanho da propriedade rural, até torna-se aceitável, em prol do meio ambiente, o problema, é que dentro da propriedade existem as chamadas apps, ou seja, áreas de preservação permanente, que onde tiver um córrego, tem que se deixar 30m de cada lado das margens sem aproveitamento também, e essas áreas de apps, não entram na conta da reserva legal, então são 20% de reserva mais as apps. Que em alguns casos, inviabilizam 60 a 70% das propriedades.
O revoltante disso tudo, é que em nenhum país europeu, ou o próprio EUA, existe tal lei, seja de reserva legal ou apps, ora, temos uma agricultura muito forte e competitiva no mundo, e isso incomoda os países mais ricos, que subsidiam a sua para poder ter competitividade, além do fato da nossa agropecuaria ser a maior contribuinte para o PIB brasileiro, e ancora verde de todos os planos economicos lançados nos ultimos anos.
Evidentemente, que para enfraquecer nosso agronegócio algo deveria ser feito; como uma intervenção direta dos países ricos no Brasil seria totalmente descabido, resolveu-se criar barreiras ambientais e fitossanitárias, para servir aos interesses externos, o instrumento criado para fazer o marketing sobre a questão são as tais ONGS, tão comuns hoje em dia, o próprio ministro Minc, nada mais é que um militante de uma dessas, para se ingressar no ministério do meio ambiente não há necessidade de concurso, é feito por indicação. Continua....
O código florestal brasileiro, vem sendo postergado a cada 2 anos, através de medida provisória, em virtude de um decreto absurdo feito no ano de 2001 que acrescentou itens ao decreto original, que já existia desde os anos 60, pelo motivo de que o próprio governo brasileiro já entendeu que o mesmo é inviável e um inviabilizador do nosso agronegócio.
Apenas para situar, em alguns estados, como no caso de São Paulo, é obrigatório que o agropecuarista, deixe 20% de sua propriedade sem utilizar, em nome da formação da reserva legal, embora seja uma grande área, dependendo do tamanho da propriedade rural, até torna-se aceitável, em prol do meio ambiente, o problema, é que dentro da propriedade existem as chamadas apps, ou seja, áreas de preservação permanente, que onde tiver um córrego, tem que se deixar 30m de cada lado das margens sem aproveitamento também, e essas áreas de apps, não entram na conta da reserva legal, então são 20% de reserva mais as apps. Que em alguns casos, inviabilizam 60 a 70% das propriedades.
O revoltante disso tudo, é que em nenhum país europeu, ou o próprio EUA, existe tal lei, seja de reserva legal ou apps, ora, temos uma agricultura muito forte e competitiva no mundo, e isso incomoda os países mais ricos, que subsidiam a sua para poder ter competitividade, além do fato da nossa agropecuaria ser a maior contribuinte para o PIB brasileiro, e ancora verde de todos os planos economicos lançados nos ultimos anos.
Evidentemente, que para enfraquecer nosso agronegócio algo deveria ser feito; como uma intervenção direta dos países ricos no Brasil seria totalmente descabido, resolveu-se criar barreiras ambientais e fitossanitárias, para servir aos interesses externos, o instrumento criado para fazer o marketing sobre a questão são as tais ONGS, tão comuns hoje em dia, o próprio ministro Minc, nada mais é que um militante de uma dessas, para se ingressar no ministério do meio ambiente não há necessidade de concurso, é feito por indicação. Continua....
