Caríssimos,
Vou começar a crônica de hoje com uma notícia internacional, que capturei em um jornal carioca:
"Depois de amargar seis anos de cativeiro, o ex-ministro colombiano do Desenvolvimento, Fernando Araújo, conseguiu fugir dos militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que o mantinham como refém, em meio a confrontos entre os guerrilheiros e militares. O político foi encontrado ontem, depois de caminhar por cinco dias sem água nem comida procurando ajuda nos arredores de um povoado no norte da Colômbia.
Seqüestrado em dezembro de 2000, o ex-ministro era mantido num acampamento que abrigava cerca de 200 guerrilheiros. Ele aproveitou o cerco de militares que se preparavam para enfrentar os rebeldes para escapar. "Ou eu fujo ou me matam", disse ter pensado, ao perceber a presença do exército no acampamento
em que era mantido refém." (Jornal O DIA, em 06.01.2007).
Para variar, passadas 24 horas desde a libertação do ex-ministro colombiano das mãos dos narco-terroristas colombianos, o governo Lulla mantêm-se calado.
E assim vai permanecer, uma vez que apóia os narco-terroristas das FARC, através do Foro de São Paulo, uma agremiação que em qualquer lugar democrático do mundo seria declarada fora-da-lei.
Ao invés de saudar a libertação de um refém de sequestradores e a corajosa operação as autoridades colombianas, Lulla prefere o silêncio e o esconderijo de suas férias praianas no litoral de São Paulo. Acovardado, impossibilitado de abrir a boca e com medo de se desnudar perante os brasileiros, terminando sendo identificado como um fomentador do narco-terrorismo colombiano, ao participar - no passado - pessoalmente do Foro de São Paulo, sentando-se
ao lado das FARC, Lulla faz a estratégia da avestruz (esconde a cabeça na areia, no caso da praia), esquecendo que o resto do corpo fica de fora.
O fato do presidente Lulla ter sido saudado na sua reeleição pelo narco-terrorismo colombiano já seria sufiente para a abertura de processo de "impeachment". Mas estamos no Brasil.......
Vou começar a crônica de hoje com uma notícia internacional, que capturei em um jornal carioca:
"Depois de amargar seis anos de cativeiro, o ex-ministro colombiano do Desenvolvimento, Fernando Araújo, conseguiu fugir dos militantes das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) que o mantinham como refém, em meio a confrontos entre os guerrilheiros e militares. O político foi encontrado ontem, depois de caminhar por cinco dias sem água nem comida procurando ajuda nos arredores de um povoado no norte da Colômbia.
Seqüestrado em dezembro de 2000, o ex-ministro era mantido num acampamento que abrigava cerca de 200 guerrilheiros. Ele aproveitou o cerco de militares que se preparavam para enfrentar os rebeldes para escapar. "Ou eu fujo ou me matam", disse ter pensado, ao perceber a presença do exército no acampamento
em que era mantido refém." (Jornal O DIA, em 06.01.2007).
Para variar, passadas 24 horas desde a libertação do ex-ministro colombiano das mãos dos narco-terroristas colombianos, o governo Lulla mantêm-se calado.
E assim vai permanecer, uma vez que apóia os narco-terroristas das FARC, através do Foro de São Paulo, uma agremiação que em qualquer lugar democrático do mundo seria declarada fora-da-lei.
Ao invés de saudar a libertação de um refém de sequestradores e a corajosa operação as autoridades colombianas, Lulla prefere o silêncio e o esconderijo de suas férias praianas no litoral de São Paulo. Acovardado, impossibilitado de abrir a boca e com medo de se desnudar perante os brasileiros, terminando sendo identificado como um fomentador do narco-terrorismo colombiano, ao participar - no passado - pessoalmente do Foro de São Paulo, sentando-se
ao lado das FARC, Lulla faz a estratégia da avestruz (esconde a cabeça na areia, no caso da praia), esquecendo que o resto do corpo fica de fora.
O fato do presidente Lulla ter sido saudado na sua reeleição pelo narco-terrorismo colombiano já seria sufiente para a abertura de processo de "impeachment". Mas estamos no Brasil.......