General americano culpa gays por massacre de Srebrenica e compra briga com HolandaAMSTERDÃ - Com objetivo de argumentar contra planos do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, de garantir que militares gays assumidos possam servir nas Forças Armadas do país, o general americano reformado John Sheehan comprou uma briga com a Holanda ao afirmar que a presença de homossexuais nas tropas holandesas foi uma das causas do massacre de Srebrenica, em 1995, quando mais de 7 mil muçulmanos foram mortos por forças sérvias da Bósnia. O governo holandês considerou os comentários do general ultrajantes.
Segundo relatos, Sheehan, que foi comandante das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), criticou esforços dos países da Europa para "socializar" suas forças armadas após a Guerra Fria, permitindo, entre outras coisas, que homossexuais servissem.
- Isso levou a uma força que estava mal equipada para ir à guerra. O caso em questão a que estou me referindo é o de quando os holandeses foram convidados a defender Srebrenica contra os sérvios - disse Sheehan em uma audiência na quinta-feira no Senado americano. - O batalhão estava miseravelmente liderado e os sérvios entraram na cidade, algemaram os soldados em postes de telefones, detiveram os muçulmanos e os executaram.
Questionado pelo líder do Comitê de Forças Armadas do Senado Americano, Carl Levin, se líderes holandeses disseram a ele que isso foi por eles serem soldados gays, Sheehan respondeu:
- Sim, eles disseram. Eles incluíram isso como parte do problema - afirmou o general, que se aposentou em 1997, segundo uma transmissão de TV no site do comitê.
( General brasileiro também criticou presença de gays nas Forças Armadas )
O Ministério da Defesa da Holanda afirmou em comunicado que as declarações de Sheehan são "absolutamente nonsense", acrescentando que soldados holandeses gays frequentemente cooperam com militares americanos nas tropas da OTAN no Afeganistão
Segundo relatos, Sheehan, que foi comandante das forças da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), criticou esforços dos países da Europa para "socializar" suas forças armadas após a Guerra Fria, permitindo, entre outras coisas, que homossexuais servissem.
- Isso levou a uma força que estava mal equipada para ir à guerra. O caso em questão a que estou me referindo é o de quando os holandeses foram convidados a defender Srebrenica contra os sérvios - disse Sheehan em uma audiência na quinta-feira no Senado americano. - O batalhão estava miseravelmente liderado e os sérvios entraram na cidade, algemaram os soldados em postes de telefones, detiveram os muçulmanos e os executaram.
Questionado pelo líder do Comitê de Forças Armadas do Senado Americano, Carl Levin, se líderes holandeses disseram a ele que isso foi por eles serem soldados gays, Sheehan respondeu:
- Sim, eles disseram. Eles incluíram isso como parte do problema - afirmou o general, que se aposentou em 1997, segundo uma transmissão de TV no site do comitê.
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O Ministério da Defesa da Holanda afirmou em comunicado que as declarações de Sheehan são "absolutamente nonsense", acrescentando que soldados holandeses gays frequentemente cooperam com militares americanos nas tropas da OTAN no Afeganistão

