O que segue abaixo vem da newsletter do Zenit, e me faz lembrar que, há tempos, pretendo traduzir um capítulo inteiro de "Iota Unum", um livro fantástico em suas demais exposições, mas que, naquele ponto, defende com todas as letras um governo global supostamente imbuído de ideais cristãos. Enfim, à notícia:“Pelos Boinas Vermelhas na ONU”, por Nicole Guedj
Presidente da Fundação “Boinas Vermelhas”
Por Anita S. Bourdin
PARIS, terça-feira, 16 de março de 2010 (http://zenit.org/).- O L'Osservatore Romano apoiou recentemente a ideia de formar uma “proteção civil” internacional, que possa intervir em caso de catástrofes no mundo, por ordem da ONU.
A presidente da Fundação Boinas Vermelhas, Nicole Guedj, autora de um recente manifesto intitulado “Pelos Boinas Vermelhas na ONU” (Edições Cherche-Midi, Paris, 2009), explica a Zenit a necessidade de um corpo desse tipo para a aldeia global.
- Nicole Guedj, você foi ministra e atualmente preside a Fundação Boinas Vermelhas. Os recentes acontecimentos do Haiti nos fizeram perceber a necessidade de uma “proteção civil” internacional. É isso que você defende na ONU há 10 anos?
Nicole Guedj: Efetivamente, defendo há anos a criação de uma força internacional humanitária de reação rápida, situada sob a proteção da ONU: os Boinas Vermelhas.
Devemos dotar a assistência humanitária de um “diretor de orquestra” para coordenar suas ações e torná-las mais eficazes.
Se não aprendemos as lições do Tsunami ou as do Katrina, espero que retenhamos as do Haiti.
Apesar da mobilização sem precedentes da ajuda internacional, é preciso constatar que, por falta de organização e coordenação, perdemos muitas vidas humanas.
Presidente da Fundação “Boinas Vermelhas”
Por Anita S. Bourdin
PARIS, terça-feira, 16 de março de 2010 (http://zenit.org/).- O L'Osservatore Romano apoiou recentemente a ideia de formar uma “proteção civil” internacional, que possa intervir em caso de catástrofes no mundo, por ordem da ONU.
A presidente da Fundação Boinas Vermelhas, Nicole Guedj, autora de um recente manifesto intitulado “Pelos Boinas Vermelhas na ONU” (Edições Cherche-Midi, Paris, 2009), explica a Zenit a necessidade de um corpo desse tipo para a aldeia global.
- Nicole Guedj, você foi ministra e atualmente preside a Fundação Boinas Vermelhas. Os recentes acontecimentos do Haiti nos fizeram perceber a necessidade de uma “proteção civil” internacional. É isso que você defende na ONU há 10 anos?
Nicole Guedj: Efetivamente, defendo há anos a criação de uma força internacional humanitária de reação rápida, situada sob a proteção da ONU: os Boinas Vermelhas.
Devemos dotar a assistência humanitária de um “diretor de orquestra” para coordenar suas ações e torná-las mais eficazes.
Se não aprendemos as lições do Tsunami ou as do Katrina, espero que retenhamos as do Haiti.
Apesar da mobilização sem precedentes da ajuda internacional, é preciso constatar que, por falta de organização e coordenação, perdemos muitas vidas humanas.