O pensamento vivo de Marcelo Marmanjo:
"Contracultura, moda psicodélica, ácido e Beatles são palavras que remetem diretamente a um importante momento cultural na história da humanidade. A década de 1960 rompeu paradigmas e influenciou toda uma geração, na música, no cinema e, como não poderia deixar de ser, nos quadrinhos."
Duvida? Veja:
http://www.universohq.com/quadrinhos/2004/museu_grilo.cfm
"3º Prêmio Vladimir Herzog de Novos Talentos do Jornalismo"?!?
"29º Prêmio Jornalístico Vladimir Herzog de Anistia e Direitos Humanos"?!?
Qual que é, hein? Daqui a pouco vão inventar "Escola Maternal Josef Stalin", "Fundação Leon Trotski para os Direitos Humanos" e "Lar Che Guevara das Moças Cegas".
O Prêmio Herzog é promovido pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo, em parceria com a Federação Nacional dos Jornalistas, Associação Brasileira de Imprensa, Comissão de Direitos Humanos da OAB/SP, Comissão Justiça e Paz da Arquidiocese de São Paulo e família Herzog.
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A Arquidiocese de São Paulo está também incluída nesse circo? Se todos os clérigos comunistas do Brasil fossem excomungados, iam sobrar uma dúzia, mais ou menos, para celebrar as missas. O Pe. Paulo Ricardo e mais onze, provavelmente.
Faltou lembrar do Prêmio dom Hélder Câmara de Imprensa , instituído pela Assessoria de Imprensa da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) em 2002
Sinto azia quando vejo só o nome Vladmir herzog!
...da comunidade HQ:
Você tem uma cara de corno do caralho, heim? Quantos galhos tua galinha te botou?
galera, como fazem essas montagens?
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk. Os chifres do cara são tão grandes e duros que arrebentaram o quadrinho. Kkkkkkkkkkkkkkkkkk
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkk o Eziquio ficou "Esquizito" ...
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk....
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Que porra é isso, meu? Desfile do Gala Gay?
Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Eu moro atualmente em Fortaleza, no Ceará. Gosto de morar aqui. Minha filha nasceu aqui. Levei ela na feira livro aqui, com o maurício de Souza.
E achei engraçada a piada!
"Existe uma história que eu não esqueço jamais. Eu fazia psicodrama como Dr. Pedro Paulo Uzeda Moreira e o Vlado também. Ele era de um grupo anterior ao meu e todos nós sabíamos que tinha sido abandonado pela Clarice, que já estava morando com outro, que estava muito deprimido, que tinha sido protagonista há quatro semanas e que estava tomando anti-depressivos e não apresentava nenhuma melhora. Logo depois foi preso e morto no Doi-Codi. A Clarice imediatamente entrou no papel de viúva inconsolável e queria que o Dr. Uzeda desse um atestado para os jornais dizendo que o Vlado estava muito bem antes de ser preso. O Dr. Uzeda dizia que a medicina era um sacerdócio e ele não costumava dizer o que se passava nas sessões que ele dirigia. Seria uma mentira dizer que o Vlado estava muito bem, mas não foi isso que impediu que o Uzeda não desse o atestado, é que ele realmente acreditava que não devia falar de nada que acontecia nas sessões e era exatamente por essa razão que confiávamos tanto nele, que o respeitávamos tanto e o amávamos, por que não dizer. Clarice foi aos jornais, disse que ele não quis dar o atestado, ele sofreu uma tremenda patrulha dos intelectuais de esquerda da época e morreu precocemente de um ataque cardíaco, alguns anos depois. Nós bem percebemos o quanto foi difícil para ele, a pessoa que trouxe o psicodrama da Argentina para o Brasil, um profissional de ilibada reputação ver seu nome praticamente denegrido na época. Até hoje, quando leio notícias do Vlado, me surge uma revolta muito grande por ver que a história comete injustiças de todos os lados, não só do lado da ditadura, mas também do lado daqueles que se julgavam os defensores da liberdade. Até hoje considero a atitude do Dr. Uzeda de muita coragem e dignidade e até hoje sofro a sua morte, prematura e precoce demais para o meu gosto."